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sexta-feira, maio 07, 2010

Caminhada à aldeia de Drave (Arouca) - 23 de Maio de 2010



Caminhada à aldeia de Drave

Concelho de Arouca

23 de Maio de 2010


Organização: grupo de caminhadas do blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres"


Local: aldeias de Regoufe e Drave (freguesia de Covelo de Paivô - concelho de Arouca)
Encontro: junto da capela da aldeia de Regoufe
Hora de encontro: 10h15
Hora de Partida: 10h30
Distância a percorrer: 9 km (+ 2 km de opção)
Grau de dificuldade: médio/baixo
Tipo de percurso: uma parte circular e outra parte linear - o ponto de partida e chegada é o mesmo
Ponto prévio de encontro (opcional): junto à entrada do Mosteiro de Arouca, na Rua 25 de Abril (foto do local) - às 09h30, com saída para a aldeia de Regoufe às 09h45

Pontos de interesse na caminhada: aldeias de Regoufe e Drave, Ribeira de Regoufe e Palhais, Rio Paivô, carvalhos/pinheiros/castanheiros, minas de volfrâmio de Regoufe, minas ao longo do percurso, moinho, avifauna
Levar: Almoço volante e água.
Material necessário: roupa adequada a caminhar no campo/natureza e à meteorologia do dia






Mapa do Percurso a efectuar
(a linha contínua vermelha o percurso -
a tracejado vermelho o percurso de opção)
(clicar para ampliar)




ROTEIRO da caminhada:

Concentração às 10h15 junto da capela da aldeia de Regoufe. Segue-se pelas ruas da aldeia e atravessa-se uma ponte sobre a Ribeira de Regoufe. Prossegue-se por um percurso a subir, rodeada por mato e silvados, alguns carvalhos e, por vezes, eucaliptos e pinheiros. Dali pode-se ter um melhor panorama sobre a aldeia de Regoufe.

aldeia de Regoufe
(clicar na imagem para ampliar)


Campos agrícolas de Regoufe
(clicar na imagem para ampliar)

No meio da subida passa-se por um conjunto de castanheiros vetustos, de troncos ocos, marca da sua longevidade. Já no topo da colina tem-se uma bela paisagem em redor.

Prossegue-se por um trilho à esquerda, envolto numa paisagem agreste de montes ondulados cobertos por um manto de montes baixos. Em breve poderemos avistar, incrustada num vale fundo, a aldeia de Drave. É por entre xistos que se fará a descida.

Do lado direito observamos no fundo do vale a Ribeira de Palhais.

Ribeira de Palhais



Na entrada de Drave começam os originais muros de pedra, construídos de forma a sustentarem o homem nestas terras de acentuado declive.

Muros típicos de xisto
(clicar na imagem para ampliar)


Em Drave passamos a ponte da ribeira de Palhais que atravessa a aldeia e visitaremos a aldeia com as suas casas típicas de xisto e a capela dedicada à Nossa Senhora da Saúde, caiada de branco em notório constraste com a restante aldeia.

aldeia de Drave
(clicar na imagem para ampliar)



aldeia de Drave
(clicar na imagem para ampliar)
(esta foto é da autoria de Nicolau Pereira da Veiga)


aldeia de Drave
(clicar na imagem para ampliar)



aldeia de Drave


aldeia de Drave


Regressamos então pelo caminho antes efectuado e cerca de um quilómetro inflectimos à esquerda por um caminho em direcção ao Rio Paivô onde seguimos parte do seu curso. Cerca de 2 quilómetros depois tomámos o caminho de regresso à aldeia de Regoufe. Na aldeia de Regoufe visitaremos as minas abandonadas de volfrâmio.
Conforme o tempo disponível e a vontade dos participantes podemos ainda caminhar mais 2 km por um percurso que segue na direcção da aldeia de Covelo de Paivô




Locais de Visita/Passagem:

Aldeia de Regoufe
Os habitantes que ainda restam desta aldeia vivem da pastorícia e da agricultura, das quais fornecem a excelente gastronomia deste lugar (Cabrito da Serra de Arada assado no forno a lenha, Vitela Arouquesa, enchidos e fumados e sopas secas).
Do solo deste local e das montanhas que o envolvem foram extraídas e exportadas toneladas de volfrâmio, sobretudo para as Forças Aliadas, servindo para o fabrico de material bélico, uma grande parte do qual utilizado durante a II Guerra Mundial. Durante esse período, as minas foram concessionadas a empresários ingleses que faziam a sua exploração. Chegaram a trabalhar nas minas cerca de 1000 pessoas.
Possui um património muito antigo com a presença de mamoas, da pré-história, e passando pela toponímia do nome visigótica - Regoufe = Rei dos Lobos.
As principais festas e romarias são o S. Amaro, a 15 de Janeiro, e a Santa Luzia em Agosto.


Aldeia de Drave
Aldeia típica em que as casas são feitas de pedra, denominada pedra Lousinha, sendo a sua cobertura de xisto. Os arruamentos são irregulares e a aldeia situa-se no fundo da montanha. Destacam-se o Solar dos Martins e a capela dedicada à Nossa Senhora da Saúde
O lugar da Drave, fica situado a 1000 metros de altitude, praticamente isolado dos lugares vizinhos, com fracos acessos, impraticáveis durante o inverno. Situa-se no meio de um triângulo montanhoso entre a Serra da Arada, a Serra de São Macário e a Serra da Freita
A principal festa é a Senhora da Saúde, a 15 de Agosto.


Rio de Paivô
O rio Paivô (ou Paivó) nasce na Serra da Arada, e é afluente do Rio Paiva. Um dos afluentes do Rio Paivô é a Ribeira de Palhais




Localização da aldeia de Regoufe
(clicar na imagem para ampliar)




Contactos:
blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres"
http://pedestrianismo.blogspot.com
Tlm.. 96 5683938 ; 91 4279361 ; 93 3872245
email: pedestrianismo@gmail.com

Inscrições gratuitas (não inclui transporte, seguro e alimentação, que fica à mercê dos participantes - possibilidade de troca de boleias), não obrigatórias mas conveniente de serem efectuadas para melhor ajuste à actividade.





Esta caminhada à aldeia de Drave (Arouca) insere-se no Ciclo de caminhadas "Pelo caminhos do noroeste português" 2009/2010. Neste ciclo de caminhadas são percorridas diversas áreas naturais e rurais do noroeste português (Minho e distritos do Porto e Aveiro) calcorreando uma miríade de paisagens destas regiões bem como contactando in loco com o seu património de índole diversa: natural, ecológico, biológico, rural, etnográfico, arquitectónico, histórico e sócio-cultural.


Link do Ciclo de Caminhadas:


Clicar para ampliar
.

segunda-feira, abril 27, 2009

Festival de Pedestrianismo em Arouca de 23 e 24 de Maio engloba inauguração da Grande Rota – GR 28 com 90 km de extensão.


O Festival de Pedestrianismo em Arouca irá ter lugar a 23 e 24 de Maio
, inserido no programa Arouca 360.º. O Festival propõe a realização simultânea dos 13 percursos pedestres de Arouca, cada um deles com um máximo 100 pessoas, e deste modo serão ao todo 1300 pessoas a caminhar em Arouca, ao mesmo tempo. Os percursos serão conduzidos por monitores, alunos dos Cursos Profissionais de Técnico de Turismo e Animador Sociocultural da Escola Secundária de Arouca, entidade parceira do evento. (AGA - Associação Geoparque Arouca e Câmara Municipal com apoio da Escola Secundária de Arouca).

Para que no final de cada caminhada se fomente o convívio, prevê-se a concentração de todos os pedestrianistas no centro da Vila de Arouca. Toda a logística só é possível se cada percurso tiver uma duração semelhante. Para isso, a organização irá reduzir alguns dos percursos, tornando-os mais curtos e mais fáceis, transformando alguns deles de circulares para lineares.



A Câmara Municipal de Arouca foi uma das entidades pioneiras no país a reconhecer a importância do pedestrianismo, iniciando em 2001 o lançamento de uma rede de percursos pedestres de pequena rota, tida hoje como exemplo em diversas formações.

Os 13 percursos pedestres de Arouca rasgam montes e serras, atravessam aldeias e acompanham o curso serpenteante de rios e ribeiros do Concelho. São trilhos decalcados sobre caminhos que falam de um passado ligado ao amanho da terra e nos revelam recantos escondidos onde a natureza se revela em todo o seu esplendor.

O pedestrianismo no aspecto ambiental e de protecção da natureza permite o conhecimento e a sensibilização ambiental promovendo a protecção da natureza. É um pretexto para a conservação dos caminhos, das fontes, calçadas, lugares de interesse histórico e outros locais outrora com vivências magníficas. Estimula a observação do meio natural, a observação da fauna e flora, promovendo o seu respeito e admiração e influência a conservação e protecção do meio rural cujas pessoas e modos de vida são o nosso património mais importante. No aspecto do turismo cultural, o pedestrianismo aproxima as pessoas ao meio rural, promovendo-o. Recupera os caminhos antigos para novos usos podendo revitalizar a economia das regiões rurais e de montanha, dinamizando iniciativas que complementam a economia ligada às actividades tradicionais. Fomenta o intercâmbio cultural e contribui para a rentabilização da oferta hoteleira, restauração, alojamento rural, turismo de habitação, campismo, entre outros.



PROGRAMA


23 de Maio - Sábado

08h00 – Ponto de encontro no parque da feira,
Abertura do secretariado com entrega de lembranças e encaminhamento dos participantes para os autocarros (Recinto da Feira)

08h30 – Saída dos autocarros para os vários percursos.

09h15 – Início dos Percursos

14h00 – Merenda convívio no parque da feira.
(Cada participante deve trazer petiscos ou bebidas para a merenda convívio)

15h00 – Animação com oficina de dança

18h00 – Encerramentos das actividades

20h00 – Jantar livre

21h00 – Pedestrianismo fora de horas nos bares de Arouca


Pequenas Rotas a percorrrer


PR-1. Caminhos do Montemuro
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 10 km, em circuito

PR-2. Caminhos do Vale do Urtigosa
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 11 km, em circuito

PR-3. Caminhos do Sol Nascente
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 13 km, em circuito

PR-4. Cercanias da Freita
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 13 km, em circuito

PR-5. Rota das Tormentas
Nível de Dificuldade: Médio/alto (requer a prática de caminhar)
Distância a percorrer: cerca de 9 km, linear

PR-6. Caminho do Carteiro
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 6 km, linear

PR-7. Nas Escarpas da Mizarela
Nível de Dificuldade: Alto (com desníveis muito acentuados e trilhos íngremes)
Distância a percorrer: cerca de 7 km, em circuito

PR-8. Rota do Ouro Negro
Nível de Dificuldade: Médio/alto (com um desnível acentuado e alguns trilhos arriscados)
Distância a percorrer: 6 km, linear

PR-9. Rota do Xisto
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 10 km, linear

PR-13. Na Senda do Paivô
Nível de Dificuldade: Fácil
Distância a percorrer: cerca de 5 km, linear

PR-14. Aldeia Mágica
Nível de Dificuldade: Médio/alto
Distância a percorrer: cerca de 7 km, linear

PR-15. Viagem à Pré-História
Nível de Dificuldade: Fácil
Distância a percorrer: cerca de 11 km, em circuito

PR-16. Caminhada Exótica
Nível de Dificuldade: Médio/baixo
Distância a percorrer: cerca de 9 km, em circuito



24 de Maio - Domingo

08h00 – Ponto de encontro no parque da feira,
Abertura do secretariado com entrega de lembranças e encaminhamento dos participantes para os autocarros (Recinto da Feira) *

08h30 – Saída dos autocarros para o percurso, GR-28.

09h15 – Inauguração da Grande Rota – GR 28
Serão apenas percorridos 15 km dos 90 km que compõem o percurso.
Nível de Dificuldade: Médio
Distância a percorrer: cerca de 15 km, linear

14h00 – Merenda convívio no parque da feira
(Cada participante deve trazer petiscos ou bebidas para a merenda convívio)

15h00 – Animação com oficina de dança

18h00 – Encerramentos do Festival de Pedestrianismo

(Nota: A organização disponibiliza um espaço “Pedrinhas Carpinteiras” com acompanhamento de monitoreS/animadores, no parque da feira, que se destina aos acompanhantes/crianças que não possam fazer o percurso.)

*Nota: Só se pode inscrever na Grande Rota quem se inscrever no sábado 23 num dos 13 percursos de P.R.




Inscrições online (aceder)

Taxa de Inscrição Gratuita

Recomendações:
Cada participante deve trazer petiscos ou bebidas para a merenda convívio
Calçado e vestuário confortável e apropriado.
Chapéu e protector solar, em caso de sol ou corta-vento e impermeável, em caso de chuva

Alojamento e Restauração com desconto de 15% para participantes no evento “Arouca 360º eventos”



Fonte: Geoparque Arouca

quarta-feira, abril 22, 2009

Geoparque de Arouca reconhecido pela UNESCO como Património Geológico da Humanidade


O Geoparque de Arouca integra desde hoje a Rede Europeia de Geoparques que, sob a tutela da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reúne todos os territórios considerados património geológico da Humanidade.

Inaugurado a 5 de Dezembro de 2007, o Geoparque de Arouca envolve uma área de 327 quilómetros quadrados e abrange um total de 41 geo-sítios - termo técnico para os "sítios com interesse geológico" que, segundo a UNESCO, têm "particular importância pelo seu carácter científico, raridade, encanto estético ou valor educacional".

No património de Arouca destacam-se as pistas fósseis dos quartzitos do vale do Paiva, e, sobretudo, duas ocorrências geológicas apontadas pelos especialistas como únicas no mundo: as trilobites e as pedras parideiras.

Em causa está "um território de excepção", como observa o paleontólogo Artur Sá, coordenador científico do Geoparque de Arouca e docente do Departamento de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

"Com a integração na Rede Europeia de Geoparques", refere o paleontólogo, "Arouca passa a ter um selo de garantia da UNESCO, uma prova de que reconhecem internacionalmente as qualidades do nosso território e das nossas valências".

O funcionamento em rede deverá agora "permitir o desenvolvimento de conhecimentos científicos e educativos que promovam, para além das fronteiras de cada país, os territórios de excepção que há na Europa e no mundo".

Artur Sá acredita, aliás, que a adesão do Geoparque de Arouca à Rede Global de Geoparques depende agora "de um mero pro forma".

O principal já foi feito. "Tivemos muito trabalho a nível da inventariação do território e do levantamento das suas ocorrências geológicas, mas o projecto contou desde a primeira hora com o apoio das pessoas que estão no terreno e das forças políticas do concelho de Arouca".

Esse envolvimento deve-se ao facto de que "em causa não está um parque nacional nem um parque natural, mas um território que coincide com todo o município de Arouca e que é feito por pessoas, para as pessoas".

Os geoparques da rede da UNESCO têm, afinal, que obedecer a uma estratégia de desenvolvimento sustentável que justifica que o seu património geológico funcione "como uma base agregadora das sinergias da região".

"Geologia, gastronomia, cultura, indústria - tudo cabe no geoparque", afirma Artur Sá. "Queremos um despertar pleno desta região para as pessoas que nos visitam".

A integração do Geoparque de Arouca na rede da UNESCO já foi aprovada há algumas semanas, mas a escolha do dia 22 de Abril para divulgação do facto "não foi ao acaso". Segundo o coordenador científico do projecto, "esta fica a ser a data oficial da integração, para coincidir com o Dia Mundial da Terra e o Dia Nacional do Património Geológico".

O Geoparque de Arouca torna-se assim, acrescenta o paleontólogo, "a 34.ª estrela no mapa da Rede Europeia de Geoparques".

O processo foi iniciado em Agosto de 2008 e a avaliação do território pelos peritos da UNESCO foi feita em Fevereiro de 2009.

O Geoparque de Arouca é o segundo projecto do género em Portugal, a seguir ao Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, que também integra a rede da UNESCO, desde Julho de 2006.

Fonte: jornal Público -22-04-009

quinta-feira, setembro 13, 2007

Passeio pedestre pelo PR 2 "Caminhos do Vale da Urtigosa", dia 16 de Setembro, promovido pela associação "Unidos de Rossas", de Arouca.

"A associação "Unidos de Rossas", da freguesia de Rossas, concelho de Arouca, propõe um passeio pedestre pelo PR 2, "Caminhos do Vale do Urtigosa", no dia 16 de Setembro, a partir das 9 horas. O local de partida e de chegada será a Igreja Paroquial de Rossas, devendo os participantes trazer farnel, calçado apropriado e vontade de respeitar a natureza e os habitantes locais.


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Inscrições:
Gratuitas, podendo realizar-se até às 15 horas do dia 14 de Setembro
TM 916545031
Fax 256947352
E-mail: unidos_de_rossas@hotmail.com
Os interessados podem também inscrever-se no Posto de turismo de Arouca.
Esta actividade tem o apoio da Câmara Municipal de Arouca.


Fonte do texto: Câmara Municipal de Arouca
Fonte do cartaz: darasola.blogs.sapo.pt

quarta-feira, julho 25, 2007

Percurso PR7 – “Nas Escarpas da Mizarela”, dia 22 de Julho, na Serra da Freita contou com cerca de uma centena de participantes.

No passado Domingo, dia 22 de Julho, a Câmara Municipal de Arouca promoveu a realização de mais um percurso pedestre na Serra da Freita, o designado PR7 – “Nas Escarpas da Mizarela”, agora reformulado. O percurso teve início junto ao Parque de Campismo do Merujal, pelas 9 horas e contou com a participação de cerca de uma centena de pedestrianistas, oriundos de diversos pontos do país.

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O trajecto circular, desenvolveu-se através de caminhos tradicionais de pé posto e de passagens delicadas, com descidas e subidas escarpadas, pouco aconselháveis a quem sofra de vertigens.

Foi feita uma primeira paragem no Miradouro da Frecha da Mizarela, que proporcionou o contacto directo com uma paisagem de rara beleza. Desceu-se pela encosta baixo até à aldeia da Ribeira, onde se realizou uma segunda paragem para apreciar o já habitual “mata-bicho”: broa, mel e bebidas.

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Após a travessia da ponte sobre o rio Caima, a marcha continuou num trilho sinuoso ao longo da margem da Ribeira da Castanheira, passando depois pela recentemente inaugurada Parede de Escalada dos Cabaços. Atravessou-se a aldeia da Mizarela rumo ao Parque de Campismo do Merujal.

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Apesar do elevado nível de dificuldade deste percurso, no final, todos os participantes se mostraram satisfeitos com a caminhada e com o almoço convívio servido no Parque de Campismo do Merujal.

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Ver Slideshow de Fotos

Fonte do texto: Câmara Municipal de Arouca.
As fotos acima são da minha autoria.



Fonte das 2 fotos seguintes : Câmara Municipal de Arouca.


quarta-feira, julho 18, 2007

Caminhada no reformulado PR7 "Nas Escarpas da Mizarela", a 22 de Julho, numa organização da Câmara Municipal de Arouca


Terá lugar a 22 de Julho (Domingo) mais um percurso pedestre, promovido pela Câmara Municipal de Arouca. O PR7, "Nas Escarpas da Mizarela", é já bem conhecido por muitos pedestrianistas, mas, após uma intervenção para corrigir alguns problemas originados pelo incêndio de 2005, é agora lançado com uma importante reformulação.

Passará por novos caminhos, que atravessam paisagens de grande beleza. O Percurso passou do tipo linear a circular e estende-se agora por cerca de 8 km.

O percurso inicia-se no parque de lazer fronteiro ao parque de campismo do Merujal, através de um caminho que se dirige à aldeia da Mizarela. Chegando a esta aldeia, passa-se pelo miradouro e prossegue-se descendo pela estrada de acesso à aldeia da Ribeira. 300 metros abaixo do miradouro, vira-se à esquerda, por um carreiro, entre um carvalhal, com vista soberba sobre a Frecha da Mizarela.

Seguindo este carreiro, toca-se mais a baixo, numa curva, a referida estrada de acesso à aldeia da Ribeira que, logo de seguida, se deixa para continuar por outro carreiro, que desce abruptamente por entre escarpas com a bela cascata da ribeira da Castanheira, do lado de lá, em escadaria.

Chegando ao ponto de confluência desta com o rio Caima, o caminho torna-se suave e, pela margem esquerda do rio rapidamente se chega à aldeia da Ribeira. Esta aldeia, é constituída por um pequeno aglomerado de casas onde, ainda, resistem dois moradores que vão amanhando os pequenos campos, suportados por socalcos que dão à paisagem um cunho humanizado de singular beleza.

Passada a aldeia, atravessa-se o rio num pequeno pontão – aconselha-se a passar somente duas pessoas de cada vez – rumando-se à esquerda por um trilho que, subindo ao longo da margem direita do rio, chega à ribeira da Castanheira, acompanhando-a. Transposta esta, atinge-se a crista da escarpa leste e rapidamente se chega à ribeira dos Cabaços e à escola de escalada.

Após a passagem de um colo toca-se o PR15, já junto à estrada de asfalto, que se toma à esquerda, chegando-se à aldeia da Mizarela. Aqui retoma-se o caminho do parque de merendas e do parque de campismo, onde se iniciou.



As inscrições, que decorrem de 17 a 20 de Julho, podem ser feitas na Câmara Municipal ou no Posto de Turismo de Arouca, pelos telefones 256 940 220 ou 256 943 575, ou ainda via e-mail, para otilia.vilar@cm-arouca.pt


Fonte do texto e imagem: Câmara Municipal de Arouca

(foi-me informado pelo Dar à Sola)

sexta-feira, junho 01, 2007

Cerca de 500 participantes na inauguração do PR8 “Rota do Ouro Negro” de Arouca, dia 27 de Maio.

No dia 27 de Maio teve lugar a inauguração do novo percurso pedestre de Pequena Rota (PR8) “Rota do Ouro Negro”, no monte da Pena Amarela, que contou com cerca de meio milhar de participantes.


Este percurso linear, de 6 Km de extensão, incluído na ampla rede de percursos implementados ao longo dos últimos anos no Município de Arouca, serviu durante a 2ª Guerra Mundial como um atalho que levava os trabalhadores às minas (não concessionadas) de volfrâmio, perto de Rio de Frades, no monte da Pena Amarela (daí serem conhecidas por minas da “Pena Amarela”). Durante a denominada “Febre do Volfrâmio” o contrabando deste minério fazia-se ao longo destes maus acessos pelos chamados “pilhas”. Mais tarde, em 1953, estas minas foram concessionadas e exploradas até 1988.

A área atravessada pelo PR caracteriza-se por possuir vales bastante encaixados onde no seu fundo flúem ribeiras como a Cobela ou a Pena Amarela. O percurso linear inicia-se no pequeno lugar de Fuste, na freguesia de Moldes

A reprodução das fotos deste post teve permissão do respectivo autor ( darasola.blogs.sapo.pt )

segunda-feira, maio 28, 2007

Cerca de uma centena de participantes na caminhada dia 19 de Maio na Serra da Feita, do “Vale do Viso - Associação, Desporto e Cultura da Celadinha”,

A agremiação "Vale do Viso - Associação, Desporto e Cultura da Celadinha", com sede em Moldes (freguesia do concelho de Arouca), realizou no passado dia 19 de Maio uma caminhada na Serra da Feita que juntou cerca de uma centena de participantes.

José Alberto, da direcção da Vale do Viso, enquanto realizava com o grupo o percurso pedestre contou ao jornal Caima o que motivava aquelas pessoas a deixarem o conforto de suas casas e subirem até à Freita: “No âmbito de uma actividade que a nossa associação organiza com assiduidade, estes circuitos pedestres são para mostrar e usar aquilo que Arouca tem de bom. Este ano é o segundo percurso que organizámos e as pessoas gostam. É uma actividade bonita e, apesar do tempo hoje estar fresco e enevoado, não dando para aproveitar tanto a serra, especialmente no capítulo da contemplação paisagística, nem por isso as pessoas deixam de comparecer. Estamos aqui cerca de 100”.

José Alberto acrescentou ainda que “a maioria das pessoas são oriundas a maioria do concelho de Arouca, de Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e outras procedências. O percurso que estamos a fazer, neste momento, é o PR 16, que tem início na aldeia do Merujal e chama-se ‘Caminhada Exótica’. É um dos percursos pedestres do concelho de Arouca. Trata-se de um percurso bonito... passamos por zonas bastante agradáveis, tem algumas subidas apreciáveis, mas, com maior ou menor dificuldade, é percorrido alegremente por todos nós e, no final, faremos um grande piquenique.”

Fonte: Jornal Regional - 28-5-007

quarta-feira, março 01, 2006

Distrito de Aveiro - Percursos Pedestres





Águeda



Arouca (Serra da Freita)




Aveiro
  • Trilho das Dunas de São Jacinto



Espinho
  • Percurso Pedestre da Beira Mar



Estarreja




Ílhavo
  • Cidade de Ílhavo
  • Entre a Ria e o Mar
  • Entre a Ria e a Floresta
  • Na Rota das Padeiras
  • Ria Mar
  • Rio Boco
  • Urbano da Costa Nova


Mealhada
  • Percurso Botânico PR1
  • Percurso Botânico PR2
  • Percurso Botânico PR3
  • Percurso Histórico PR1
  • Percurso Histórico PR2
  • Percurso Histórico PR3

Sever do Vouga





Vale de Cambra

Árouca - Serra da Freita - Percursos Pedestres




Partida e Chegada: Sra do Monte, Alvarenga
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Distância a percorrer: 19km - circular
Duração do percurso: Cerca de 6h
Nível de dificuldade: Médio/alto
Desníveis: Um grande desnível ascendente e um grande desnível descendente
Época aconselhada: Todo o ano
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais e de montanha


Partida e Chegada: Igreja Matriz de Rossas
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Distância a Percorrer: 11 kms em circuito
Duração do Percurso: Cerca de 4 horas
Nível de Dificuldade: Baixo/Médio
Desníveis: um desnível ascendente e um descendente, ambos moderados
Altitudes: Rossas (247m); Póvoa (500m); Souto Redondo (465m); Lourosa de Matos (400m);
Época Aconselhada: Todo o ano, especialmente no Verão, sendo 80% do percurso feito à sombra
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha


Partida e Chegada: Igreja Matriz de Moldes
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Distância a Percorrer: 13 kms em circuito
Duração do Percurso: Cerca de 5 horas
Nível de Dificuldade: Baixo/Médio
Desníveis: um desnível ascendente e um descendente, ambos moderados
Altitudes: Moldes (450m); Bustelo (625m); Espinheiro (730m); Estradão (877m); Fuste (570m); Póvoa (400m)
Tipo de Percurso: De pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha
Época Aconselhada: Todo o ano, especialmente no Verão, sendo 70% do percurso feito à sombra


Partida e chegada: Capela de Sta. Maria do Monte
Âmbito: Desportivo, panorâmico e ambiental
Distância a percorrer: 13,3km - em circuito
Duração do percurso: Cerca de 3h
Nível de dificuldade: Médio, requerendo alguma prática
Desníveis: Embora com um desnível acumulado de 840 metros, este dissipa-se pela distância não havendo descendentes e ascendentes muito longas. Exceptua-se a ascendente entre a Ameixieira e o estradão dos Viveiros que, além de algo longo (cerca de mil metros), tem uma forte ascendente na sua parte final
Tipo de Percurso: de pequena rota, por caminhos tradicionais e de montanha
Época aconselhada: Todo o ano


Partida: Junto à Capela de Silveiras
Chegada: Aldeia de Janarde
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico
Distância a percorrer: 16,2km: 8,1km de ida e 8,1km de volta
Duração do percurso: Cerca de 6h: 3h de ida e 3h de volta
Nível de dificuldade: Médio/Alto
Tipo de Percurso: Linear, por caminhos tradicionais sendo alguns de calçada, especialmente junto às aldeias. Trilhos de montanha e alguns estradões

Altitudes:
- Máxima: Portela Malhada - 646
- Mínima: Rio Paiva - 200m

Desníveis:
- Silveiras à Ribeira de Silveiras: descendente moderado (593<510)>646)
- Da Portela Malhada a Cortegaça: descendente de moderado a forte (646<500)>374)
- Da Portela a Janarde: descendente suave (374<218)


Partida: Largo da Aldeia de Rio de Frades
Chegada: Junto à carreira de moinhos de Tebilhão
Âmbito: Desportivo, panorâmico e ambiental
Distância a percorrer: 14km: 7km de ida e 7km de volta
Duração do percurso: Cerca de 4h: 2h de ida e 2h de volta
Nível de dificuldade: Alto
Tipo de Percurso: de pequena rota, linear, por caminhos tradicionais e de montanha


Distâncias entre os pontos mais significativos:
- De Rio de Frades a Cabreiros - 3300m
- De Cabreiros a Tebilhão - 2000m
- De Tebilhão à Carreira de Moinhos - 700m

Altitudes:
- Cemitério de Rio de Frades - 350m
- Rio de Frades - 350m
- Cabreiros - 730m
- Rio Pequenino (ponte entre Cabreiros e Tebilhão) - 660m
- Tebilhão (Carreira dos Moinhos) - 815m
- Mínima: Rio Paiva - 200m

Época aconselhada: Todo o ano



Partida e chegada – Parque de campismo do Merujal
Total do percurso – 8.000 metros
Duração do Percurso – 3h30m
Desníveis - Descidas e subidas de forte inclinação
Nível de dificuldade – Médio/Alto
Altitudes:
- Parque de Campismo – 890m
- Mizarela – 915m
- Miradouro natural – 800m
- Ribeira – 650m
- Escola de Escalada – 960m

Desníveis acumulados – 680m



Partida: Fuste (freguesia de Moldes)
Chegada: Rio de Frades (freguesia de Cabreiros)
Distância a percorrer: 6000 metros
Duração do percurso: 2,30 horas
Nível de dificuldade: médio/baixo
Desníveis: pouco significativos
Tipo de percurso: pequena rota por trilhos de montanha
Época aconselhada: todo o ano



Partida: junto à igreja matriz de Canelas
Distância: 16 quilómetros, em circuito.
Duração do percurso: 6 horas
Nível de dificuldade: médio/alta
Desníveis: uma grande ascendente e um grande descendente
Tipo de percurso: pequena rota por trilhos de montanha
Época aconselhada: todo o ano



Partida e Chegada: Côvelo de Paivô
Distância a percorrer - 9 km: 4,5 km de ida a Regoufe e 4,5 km de volta
Nível de Dificuldade - Baixo
Desníveis - Pouco acentuados, sendo descendente até Covêlo
Tipo de caminho - Tradicional, lageado e bem definido



Partida e Chegada: Regoufe
Distância a percorrer - 8 km: 4 km de ida a Drave e 4 km de volta
Nível de Dificuldade - Baixo
Desníveis - Pouco acentuados, sendo inicialmente ascendente e depois suavemente descendente até Drave


Inicio e final: aldeia de Merujal (Serra da Freita)
Tipo de percurso: circular
Distância: cerca de 17km.
Duração aprox.: 5/6 horas
desníveis: Merujal> 874 > 928 > 962 > 1033 > 1012 > 976 > 1009 > 900 > 966 > 927 > 942 > 915 > 945 > 874 Merujal
Dificuldade: média/alta
Tipo de caminho: caminhos tradicionais


Inicio e final: aldeia de Merujal (Serra da Freita)
Distância a percorrer: 9 km em circuito
Nível de Dificuldade:Baixo/Médio, requerendo alguma prática
Desníveis:Mediamente acentuados, com um grande ascendente e um grande descendente
Tipo de caminho: Estradão e caminho tradicional; inicialmente com pedras soltas Depois regular e sempre bem definido; na parte final algum asfalto