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terça-feira, abril 08, 2008

Passeio pedestre em Mindelo - Vila do Conde, dia 6 de Abril, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto

Fotos do Passeio pedestre em Mindelo - Vila do Conde, dia 6 de Abril, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto". Prevê-se afixar um breve texto descritivo da caminhada. O passeio pedestre contou com 29 participantes, num dia bastante solarengo.


Fotos do Passeio Pedestre em Mindelo (ROM) - Vila do Conde

  • Blogue Multiactividades Desportivas



sábado, março 22, 2008

Percurso pedestre em Mindelo - Vila do Conde, dia 6 de Abril, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto

Percurso pedestre em Mindelo - Vila do Conde, dia 6 de Abril.


Localização: freguesias de Mindelo, Árvore e Vila do Conde - Concelho de Vila do Conde
Tipo de Percurso: Trilho circular
Início e fim: Mindelo (Largo D. Pedro IV - junto à praia de Mindelo)
Local de concentração: Largo D. Pedro IV - junto à praia de Mindelo - Mindelo (9h00-9h15)
Hora de Partida: 9h15
Distância percorrida: cerca de 12 km
Duração aproximada: 4h30 (incluindo almoço e duas visitas guiadas)
Grau de dificuldade: Fácil



Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com



Roteiro da caminhada:
A caminhada inicia-se em Mindelo (freguesia de Vila do Conde), no Largo D. Pedro IV (junto da Praia de Mindelo), às 9h15, Segue-se na direcção norte atravessando a Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM). Prossegue-se depois por caminhos junto da extensa Praia de Árvore, na freguesia de Árvore.

Reserva Ornitológica de Mindelo - área dunar junto ao mar
(clicar nesta e nas imagens seguintes para ampliar)


Chegámos então ao local de confluência das águas do Rio Ave, com o Oceano Atlântico. Seguimos então ao longo da margem esquerda (sul) do Rio Ave da sua foz para montante. Passámos os Estaleiros Navais de Vila do Conde e deparámo-nos com belas panorâmicas sobre a zona ribeirinha vilacondense, até chegarmos à ponte rodoviária de Vila do Conde. Atravessámos esta ponte e subimos então ao Mosteiro de Santa Clara de Vila de Conde e contíguos a Igreja de Santa Clara e o extenso aqueduto de Vila do Conde. Do Mosteiro tem-se porventura o mais interessante miradouro sobre Vila do Conde, sobretudo a bela zona ribeirinha do Rio Ave.

Vista, ao fundo do Mosteiro de Santa Clara,
e mais à esquerda da Nau Quinhentista e zona ribeirinha vilacondense


Entretanto descemos para a zona ribeirinha (cuja área foi alvo, recentemente, de profunda renovação - Programa de Recuperação da Zona Ribeirinha - no âmbito da Programa Pólis) e prosseguimos até ao Museu da Alfandega Régio e a Nau Quinhentista ancorada no Rio Ave. Efectuaremos uma visita (guiada, no caso da Nau Quinhentista) a estes locais. Depois destas visitas subimos um escadório até à Capela do Socorro que se situa nas imediações. Dali tem-se outro belo miradouro sobre a zona ribeirinha vilacondense. Desce-se de seguida à recente praça Praça D. João II.

Vista da esq. para a dir.: Capela do Socorro, Museu da Alfândega (edif. amarelo)
e
Nau Quinhentista, na zona ribeirinha vilacondense


Desta praça voltamos à ponte rodoviária de Vila do Conde que atravessámos, e estamos de novo na margem esquerda do rio Ave. Em local apropriado desta zona almoçaremos. Seguimos depois por caminhos rurais até ao início da Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM). Teremos então uma interessante visita guiada a esta Reserva por um guia (Paulo Barreto) da "Associação dos Amigos do Mindelo". Esta visita abrange, entre outros aspectos: dois postos de observação de aves (um deles na foz da ribeira de Silvares), o posto de vigilância da reserva, e um antigo moinho de água. Finda a visita à ROM seguimos então até ao local de início do percurso no Largo D. Pedro V (junto da Praia de Mindelo), situado nas proximidades.


Reserva Ornitológica de Mindelo - área mais interior,
caminho no pinheiral para um posto de observação de aves



Locais de Visita/Passagem:

Reserva Ornitológica de Mindelo (ROM)
A ROM foi a primeira área protegida criada em Portugal, decorria o ano de 1957 (cumpriu 50 anos de existência o ano passado). Com uma área de 600 ha, estendendo-se do Mindelo à foz do Rio Ave, no litoral/costa do concelho de Vila do Conde, durante décadas foi um espaço único que marcou o nascimento do estudo científico das aves e da conservação da Natureza em Portugal e no mundo. Apresenta-se como importante refúgio de mais de uma centena de espécies de pássaros, em particular para aves migratórias. Também é um espaço com forte presença de diversas espécies de anfibios, mamíferos e répteis.
Nas últimas duas décadas foram realizadas, pela Associação dos Amigos do Mindelo, múltiplas campanhas de sensibilização para a sua protecção e preservação junto das populações locais e de diversas entidades e foi criado por esta associação o Movimento PROMindelo – Pela Reserva Ornitológica de Mindelo que tem tido elevada participação dos cidadãos ao longo dos anos. Espera-se agora a nova classificação de área protegida: a passagem a Paisagem Protegida do Litoral de Vila do Conde permitindo que a ROM praticamente duplique de tamanho (passando a abranger a foz do Rio Ave até à freguesia de Labruje). A ROM será o núcleo central desta área protegida de acrescida dimensão.


Museu da Alfândega Régio e a (réplica da) Nau Quinhentista
O Museu, situado na antiga Alfândega Régia, retrata a história da Alfândega criada no reinado de D. João II, e a história da Construção Naval em madeira de Vila do Conde, bem como a dos homens (calafates, carpiteiro, etc.) que aí desenvolveram os seus mesteres. Vila do Conde é umas localidades mais emblemáticas da Construção Naval no nosso país, em especial no tempo dos Descobrimentos. Dos múltiplos artefactos deste museu destaque para as diversas miniaturas de embarcações. O museu também integra o Centro de Documentação dos Portos Marítimos Quinhentistas, único no país.
A réplica da Nau Quinhentista (séc. XVI), ancorada no rio Ave, junto do Museu da Alfândega, foi construída nos estaleiros navais de Vila do Conde tal como foram muitas no tempo dos Descobrimentos. Esta réplica foi inaugurada em 15 de Dezembro de 2007, e incorpora ao pormenor os múltiplos elementos presentes nas naus dos Descobrimentos. As Naus efectuavam as longas viagens de Portugal (e Europa) para as 'Índias' e o inverso, entre o final do séc. XV e o séc. XVII.


Mosteiro/Convento de Santa Clara, de Vila de Conde
Trata-se do mais conhecido monumento de Vila do Conde. Fundado em 1318, cedo se afirmou como um dos mosteiros mais importantes da região. Exerceu ao longo dos séculos uma incomensurável influência sobre Vila do Conde e a sua evolução/desenvolvimento, em especial à época dos Descobrimentos. No séc. 18 o seu edifício foi parcialmente reconstruído e ampliado, tendo as obras então projectadas apenas sido efectivamente concluídas entre 1929/1932. Este antigo mosteiro será num futuro próximo reconvertido a Pousada de Portugal, passando a ser a de maior dimensão da rede, e uma das maiores da Europa.


Igreja de Santa Clara
Classificada como monumento nacional, foi construída no séc. 16, em estilo gótico (com alguns acréscimos de raiz renascentista). O seu interior possui uma notável construção/decoração gótica e manuelina. Na Capela dos Fundadores encontram-se os túmulos do infante D. Afonso Sanches e sua mulher D. Teresa Martins, considerados das mais belas obras de escultura tumular em estilo manuelino. Integra o Mosteiro de Santa Clara.


Aqueduto de Vila do Conde
Classificado como monumento nacional, é o segundo aqueduto mais extenso de Portugal, com cerca de 7 km. Contava inicialmente com 999 arcos (na actualidade alguns estão destruídos). Construído entre 1705-1714 para abastecer com água potável, captada na localidade de Terroso, o Mosteiro/Convento de Santa Clara.


Capela do Socorro
Construída em 1603 por Gaspar Manuel, piloto-mor da carreira das Índias, apresenta uma exótica cúpula branca de influência oriental.




Visualizar fotografias, de algumas partes do percurso, captadas durante o percurso de reconhecimento.




Recomendável levar sapatilhas resistentes, corta-vento e água.
Levar almoço-volante.



Como chegar ao Largo D. Pedro IV, em Mindelo :
  • Vindo pela A28, no sentido Porto-Vila do Conde
    • (explicação em breve)
  • Vindo pela A28, no sentido Vila do Conde-Porto
    • (explicação em breve)
  • Vindo pela E.N. 13 no sentido Vila do Conde-Porto
    • (explicação em breve)

  • Vindo pela E.N. 13 no sentido Porto -Vila do Conde
    • (explicação em breve)

  • Vindo pelo Metro do Porto
    • (explicação em breve)

Mapa de acessos na zona.
Clicar para ampliar




As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Passeio pedestre "Cobertorinho – Espiga – Capela de St Antão" no dia 2 de Março, no concelho de Caminha, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Passeio pedestre "Cobertorinho – Espiga – Capela de St Antão" no dia 2 de Março, no concelho de Caminha.


Localização: concelho de Caminha
Tipo de Percurso: Trilho circular
Local de concentração prévio: Igreja (matriz) de Vila Praia de Âncora - 09h15
Início e fim da caminhada: Vogada (Moledo)
Hora de Partida da caminhada: 9h30
Distância percorrida: 12 km
Duração aproximada: 4 horas
Grau de dificuldade: Moderado/Baixo



Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com


Roteiro da caminhada:
O Passeio Pedestre "Cobertorinho – Espiga – Capela de St Antão" percorre o litoral do concelho de Caminha com o Oceano Atlântico, o Rio Minho e o monte de St Tecla (Galiza) na nossa linha da paisagem.

O percurso tem início no lugar de Vogada, em Moledo. Seguimos a Rua do Prado e pouco depois começamos a subir o monte do Castro (suposta existência de um castro na zona, de que nunca se descobriram vestígios), também conhecido pelos locais com outros dois nomes: monte do Facho (porque outrora se acendiam aqui enormes fogueiras de sinalização) e Sino dos Mouros (este nome possui por sua vez, duas origens: uma delas remete a uma lenda que diz que batendo numa destas rochas [não se sabe qual] soa como um sino, e assim as povoações eram avisadas da aproximação de piratas; a outra origem do nome é que no penedo existem dois sinos — um de ouro e outro de peste, e se alguém rachar o penedo, e encontrar o sino de ouro ficará rico, mas se lhe surgir o de peste, ficará tudo empestado).

Passámos pela zona do Perrinchão e já no cimo do monte do Castro subimos o seu penedo cimeiro através de umas escadas até um cruzeiro, que serve de Miradouro e de podemos admirar uma bela panorâmica da costa atlântica do concelho de Caminha, o frondoso Pinhal do Camarido (mandado plantar por D. Dinis no início do séc XIV), a Ilha e o Forte da Ínsua, o estuário do Rio Minho e observarmos mais a norte o Monte de St Tecla.

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Prosseguimos até chegarmos a uma área mais altaneira com um miradouro natural sobre o vale do Rio Âncora e sobre Vila Praia de Âncora. Continuámos em direcção ao vértice geodésico do Cobertorinho onde teremos ainda um miradouro de maior altitude sobre os múltiplos locais de interesse da região

Seguimos por caminhos rurais, na direcção Este e depois para norte, passando-se nas proximidades do vértice geodésico da Espiga, onde podemos vislumbrar em redor um belo quadro paisagístico minhoto. Hora e meia passada desde o início do percurso, dirigimo-nos então em direcção à capela de Santo Antão, construída provavelmente nos séculos XIII ou XIV, onde faremos uma pausa para almoçar, recuperando energias. Aqui teremos o Miradouro de St Antão onde temos o privilégio de observar simultaneamente o estuário e foz do rio Minho, onde o rio Coura desagua; o Pinhal do Camarido; a Galiza (monte de St tecla e imediações) sobranceira ao seu curso; e a costa atlântica.

Seguimos depois para sul e sudoeste atravessando alguns pinheirais e caminhos rurais até retomarmos ao lugar de partida, Vogada, em Moledo.




Recomendável levar botas de montanha, corta-vento e água.
Levar almoço-volante.





As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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sábado, dezembro 15, 2007

Passeio pedestre "Trilho dos Canos de Àgua" no dia 6 de Janeiro, na Serra de Santa Luzia, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Passeio pedestre "Trilho dos Canos de Água" no dia 6 de Janeiro de 2008 na Serra de Santa Luzia, concelho de Viana do Castelo.


Localização: Serra de Santa Luzia - Viana do Castelo
Tipo de Percurso: Trilho circular (PR sinalizado)
Início e fim: Junto (em frente) à Igreja de St Luzia
Hora de Partida: 9h30
Distância percorrida: 10 km
Duração aproximada: 3h30 (+ tempo de Almoço)
Grau de dificuldade: Fácil




Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com


Roteiro da caminhada:
O “Trilho dos Canos de Água percorre a zona sul da Serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Trata-se de um percurso pedestre sinalizado (PR 9), que foi implementado, em meados de 2003, pelo Grupo de Montanhismo de Viana do Castelo.

O percurso tem início no miradouro em frente da Igreja de Santa Luzia, aonde se encontra um painel alusivo ao percurso. Logo daí podemos observar uma das mais belas panorâmicas costeiras de Portugal, avistando-se no nosso horizonte Viana do Castelo, a costa atlântica, o vale do Rio Lima e áreas envolventes.

Segue-se por caminhos florestais, maioritariamente a descer, na direcção Norte, até chegarmos a dois arcos de pedra, os designados Arcos do Fincão. No parte superior destes passam canos de água, que é captada em minas da serra e que continuam ainda hoje a aprovisionar depósitos de Viana. Prosseguimos caminhando por cima dos respectivos canos de água, e em breve passaremos por um moinho e antigas minas de águas abertas na rocha.

Foto do dia de inauguração do percurso -
26 de Julho de 2003 pelo Grupo de Montanhismo de Viana do Castelo.

O caminho, efectuado ainda por cima dos canos de água passa a ser ascendente e mais à frente podemos ver as ruínas da “Azenha Velha” (e, em tempo de chuva, uma queda de água). Passamos pelo lugar de S. Mamede (freguesia de Areosa), com a sua capelinha onde no mês de Agosto se realiza a Festa do Mel. Umas centenas de metros vemos uma indicação da existência nas imediações de uma capela “Aldeia Velha”, hoje em ruínas, local da origem do povoado de S. Mamede.

Passa-se junto do marco geodésico da “Bouça do Frade” até se chegar ao “Alto do Frade”, onde no edifício aí abandonado, foi projectada a instalação de um posto de controle aéreo durante a 2ª Grande Guerra - Casa do Radar (casinha dos aviões). No piso superior deste edifício desfruta-se de uma bela panorâmica sobre a cidade de Viana e o vale do Rio Lima.

O caminho florestal é agora descendente até se chegar à casa florestal da Carreira de Tiro, local onde existe um novo miradouro com vista sobre o mar. Passa-se depois junto da “Citânia de Santa Luzia”, que é conhecida localmente por “Cidade Velha”. Trata-se de um dos castros mais conhecidos e importantes (proto-história e romanização) do Norte de Portugal.

Prossegue-se até chegarmos de novo à Igreja de St Luzia, final deste percurso. No seu zimbório, podemos admirar mais um belo quadro paisagístico do litoral minhoto.




Recomendável levar botas de montanha, impermeáveis e água.
Levar almoço-volante.





As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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terça-feira, novembro 20, 2007

Passeio pedestre "Trilho dos Miradouros II" no dia 2 de Dezembro, na Arriba Fóssil de Esposende, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Passeio pedestre "Trilho dos Miradouros II" no dia 2 de Dezembro de 2007 na Arriba Fóssil de Esposende.


Localização: Arriba Fóssil de Esposende
Tipo de Percurso: Trilho circular
Início e fim: Junto à Igreja Paroquial do Belinho
Hora de Partida: 9h30
Distância percorrida: cerca de 14 km
Duração aproximada: 5 horas
Grau de dificuldade: Fácil/Moderado



Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com


Roteiro da caminhada:
O “Trilho dos Miradouros II percorre os sectores norte e central da Arriba Fóssil de Esposende.
Partindo da igreja paroquial do Belinho e respectivo cruzeiro do séc. XVII, sobe-se o longo e imponente escadório que nos conduz à Capela da Senhora da Guia, já quase no topo do Monte da Guia. Daqui teremos priveligiados Miradouros naturais sobre o litoral de Esposende, avistando-se desde S. Bartolomeu do Mar, passando pelo vale do Neiva, até Viana do Castelo e o Monte de Santa Luzia.
Prosseguimos para sul ao longo do coberto florestal e vegetal da Arriba Fóssil. Cerca de meia hora depois tomaremos o encalço de uma calçada granítica que nos leva até ao ponto mais elevado da Arriba Fóssil (238 metros), assinalado com um marco geodésico. Daqui disfrutaremos de outro belo miradouro sobre o litoral Atlântico.
Continuamos na direcção sul por caminhos vários até alcançarmos a Capela de Nª Senhora da Paz. Deste lugar o nosso olhar já se estende a paisagens mais setentrionais, até ao litoral da Póvoa de Varzim, e para norte até Viana do Castelo. O almoço será, à partida, efectuado neste lugar.
Descemos pela encosta até aos Moinhos de Vento da Abelheira, que visitaremos
O retorno até à Igreja paroquial do Belinho será feito por um percurso diferente da vinda e marcadamente mais curto.




Como chegar ao Belinho:
Vindo de sul pela A28, no sentido Porto-Esposende-Viana do Castelo, saímos na saída para Esposende e prosseguimos na direcção da cidade de Esposende até tomarmos a EN 13, onde tomámos a direcção norte. Passámos as freguesias de Marinhas e S. Bartolomeu do Mar até entrarmos na freguesia do Belinho. Aí saímos da EN 13 virando à direita para a igreja do Belinho que se situa bem no centro desta povoação.

Vindo de norte pela A28 saímos na saída que refere Antas e Castelo de Neiva. Tomámos a EN 13 na direcção Sul até ao Belinho. Aí saímos da EN 13 virando à esquerda para igreja do Belinho que se situa bem no centro desta povoação.


Mapa de acessos na zona.
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Recomendável levar botas de montanha, impermeáveis e água.
Levar almoço-volante.



As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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segunda-feira, novembro 05, 2007

Fotos do Passeio pedestre "Trilho da Pedra Alçada" no dia 4 de Novembro de 2007 na Serra de Arga


Passeio pedestre "Trilho da Pedra Alçada"
no dia 4 de Novembro de 2007 na Serra de Arga no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Fotos do percurso:


p.s.: Em breve será publicado neste blogue uma (breve) descrição do passeio pedestre.


segunda-feira, outubro 22, 2007

Passeio pedestre "Trilho da Pedra Alçada " no dia 4 de Novembro, na Serra de Arga, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Passeio pedestre "Trilho da Pedra Alçada" no dia 4 de Novembro de 2007 na Serra D'Arga.


Localização: Serra de Arga – Caminha
Tipo de Percurso: Trilho circular
Local de encontro:Junto à Igreja paroquial de Dem
Hora de Encontro: 9h30
Início e fim do percurso: Arga de S. João
Distância percorrida: 11,5 km
Duração aproximada: 4 horas
Grau de dificuldade: Fácil


Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com


Roteiro da caminhada
O “ Trilho da Pedra Alçada” percorre caminhos da Serra d’Arga. Esta serra é um imenso maciço mormente granítico situado no extremo noroeste de Portugal, entre as margens do rio Lima e do rio Coura (que tem aqui a sua nascente). Esparza-se por quatro concelhos: Caminha, Vila Nova de Cerveira, Viana do Castelo, e Ponte de Lima. Apesar desta serra possuir uma pronunciada biodiversidade de flora (carvalho, pinheiro, amieiro, vidoeiro, sobreiro, castanheiro, oliveira, medronheiro, azevinho, loureiro, etc.) e fauna (gato-bravo, lontra, musaranho, toupeira de água, lebres e coelhos, etc.), o seu grau de protecção é relativamente diminuto, estando apenas inscrita, e em menos de 5 mil hectares, na Rede Europeia Natura 2000. Para além de um rico património natural, imemorial, também possui um considerável património humano (cultural, etnográfico, arquitectónico, etc.) que se foi edificando desde que o séc. XIV aquando do estabelecimento dos povoados na serra (as Argas). Nas suas férteis chãs a agro-pastorícia assumiu até aos princípios do séc. XX enorme relevo e daí advém o nome de Arga (Agra – Agricultura).

Vale do Ribeiro de S. João
(clicar nesta e nas imagens seguintes para ampliar)

O percurso inicia-se na aldeia de Arga de S. João, onde podemos observar a rusticidade do respectivo casario, com as eiras e espigueiros típicos. À medida que subimos a encosta podemos avistar à nossa direita o Alto das Penas e a povoação de Arga de S. João que vai ficando para trás. Umas centenas de metros adiante, encetamos o circundar do Alto da Coroa (onde durante a Idade do Ferro habitou uma povoação castreja), e em breve deparámo-nos com uma bela paisagem sobre o amplo vale do Ribeiro de S. João. Mais à frente começamos a vislumbrar o Santuário de S. João da Arga. Prosseguimos descendo pelo caminho serrano serpenteado as encostas, e acercámo-nos do mosteiro através de um escadório em pedra. Atravessámos o ribeiro de S. João e logo chegámos a este mosteiro, que merece uma visita atenta.

Mosteiro de S. João da Arga (frontaria)

Mosteiro de S. João da Arga (traseiras)

Escadório de acesso ao Mosteiro de S. João da Arga

Estamos perante um dos mosteiros mais antigos de Portugal. Terá sido fundado, em 661 D.C, por São Frutuoso, sofrendo, na Idade Média, obras de restauro encetadas pelos frades beneditinos. A sua actual igreja/capela foi construído apenas no séc. XIV. Este mosteiro, entre outras funções, era um local de passagem para Santiago de Compostela e, aí paravam e descansavam os caminheiros/peregrinos. No início e no fim do século XX também sofreu relevantes obras de restauro e conservação, sendo que o seu estado actual de preservação é muito satisfatório, e também por esse facto é muito visitado, quer por portugueses, quer por galegos.

Num parque de merendas nas cercanias teremos ocasião de merendar e descansar e assim restabelecer as energias.

Parque de Merendas junto ao Mosteiro de S. João da Arga

Retomámos o caminho seguindo o regato da Fisga para montante. Na Chã do Guindeiro, um pequeno prado de montanha, poderemos observar garranos pastando livremente. Aí inflectimos à direita por um caminho rumo à Pedra Alçada (742m), o ponto mais alto do concelho de Caminha. Apesar de ascendente este troço é muito acessível e proporciona-nos surpreendentes panorâmicas da zona. Passamos o lugar de Curros até chegarmos à Pedra Alçada, passando por grandes penedias, algumas com silhuetas antropomórficas. Neste ponto usufruímos de uma vista privilegiada em redor, quer sobre o litoral de Caminha, quer sobre a Serra de Arga, em redor. Descemos então de volta à aldeia de Arga de S. João através uma rústica e bem conservada calçada em pedra granítica.

Silhuetas antropomórficas dos penedios




Como chegar à aldeia de Dem:
Vindo de sul pela A28, no sentido Porto-Viana do Castelo-Caminha, já algo perto do final do último troço da A28 vemos uma indicação de saída para Dem e também para Arga de S. João. Sai-se nessa saída e pouco depois chega-se a uma rotunda e aí toma-se a direcção (da aldeia) de Dem, seguindo a estrada Municipal (em asfalto) EM 526. Uns minutos depois vê-se do lado esquerdo à face da estrada a Igreja, numa zona onde na estrada existem umas lombas pronunciadas para obrigar a reduzir a velocidade dos automóveis.

Vindo pela vila de Caminha toma-se a EN301 em direcção a Argela. Pouco antes de chegar a Argela, vira-se para a estrada EM526, e pouco depois passa-se pela aldeia da Argela. Prossegue-se pela mesma estrada em direcção a Dem, que fica a cerca de 8 minutos de distância de carro.

Mapa de acessos na zona.
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Recomendável levar botas de montanha e água (em Arga de S. João existe uma fonte potável e também no Mosteiro de S. João da Arga)
Levar almoço-volante.



As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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terça-feira, outubro 09, 2007

Passeio pedestre "Trilho Fortes e Moinhos da Costa" , dia 7 de Outubro, no litoral de Viana do Castelo, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"


No dia 7 de Outubro de 2007, cerca das 9 horas, juntaram-se oito caminheiros para realizar o Passeio pedestre "Trilho Fortes e Moinhos da Costa", no litoral do concelho de Viana do Castelo, a norte do Rio Lima.

No início tivemos o privilégio de realizar uma visita guiada, com a duração de cerca de 25 minutos, ao Farol de Montedor, graças ao obséquio do Sr. Queirós, o Faroleiro, na altura de serviço.

Clicar nesta e nas imagens seguintes para ampliar

Depois de providenciado transporte no final deste percurso linear na Praia Norte, o grupo seguiu em direcção norte ao Forte de Montedor (ou Forte de Paçô), um forte com mais de 3 séculos de existência e que se encontra na actualidade bastante destruído, não por investidas dos inimigos que se lhe anteviam mas pelo tempo e pela relativa incúria das entidades que o tutelam.

O tempo estava muito agradável para se caminhar, com o céu ‘bastante limpo’, e registando-se pouco vento, bem como uma temperatura amena.

Volvemos para sul pela singular Gândara do Montedor cujo matizado de cores floris e o salpicado da penedia e dos pássaros em animosos vôos imprimem um ambiente deveras aliciante a uma visita mais demorada. ‘Descobrimos’ nesta área protegida peculiares gravuras rupestres e pias salineiras.

De seguida visitamos (por fora) os moinhos do Marinheiro e de Cima, passámos pelas gravuras da Fraga da Bica e pela capela da Senhora do Bom Sucesso. Esta capela, ainda mais que o Forte de Montedor, encontra-se em estado avançado de ruína, merecendo pela sua beleza e importância um restauro o mais breve possível. Perto, encontra-se o Moinho do Petisco, muito bem conservado e onde aproveitámos para merendar alguma coisa.

De novo a caminho, por feliz coincidência, passamos pelo Sr. Armindo Pires, neto do proprietário inicial dos moinhos do Marinheiro e Cima, que nos convidou a fazer uma visita por dentro dos dois moinhos. Com bom grado aceitamos o generoso convite. Estes moinhos foram adquiridos pela Câmara de Viana do Castelo há cerca de três décadas atrás que efectuou neles obras de restauro na íntegra, constituindo hoje, juntamente com o Moinho de Petisco, um valioso núcleo museológico. O Sr. Pires explicou-nos com muito saber e experiência inúmeros aspectos e usos destes moinhos, construídos pelo seu avó.

Rumámos de seguida para sul em direcção ao forte de Forte da Areosa, por um caminho rural junto ao mar, avistando à nossa esquerda a sobranceira serra de Santa Luzia. Ao longo do percurso, por vezes efectuado em passadiços de madeira sobre a praia, passamos por mais pinturas rupestres e quatro moinhos de vento (hoje desprovidos de velas). Visitamos o Forte da Areosa e seguimos pela marginal da Praia Norte onde na sua extremidade sul o percurso findou.


Participantes: Ana Araújo, Cristina, Fernando Vilarinho, Lurdes Lopes e João Lopes, Manuela, Patrícia Silva, Pimenta.

Nota: Uma das participantes na caminhada, a Ana Araújo, tinha chegado há poucos dias da Austrália, Sidney, onde habita desde criança. Apesar de pouco tempo da sua vida ter sido passado em Portugal, vem frequentemente visitar a sua terra natal, Ponte de Lima, e Portugal em geral. A comunidade de Portugueses na Austrália, ainda bastante numerosa, devido à enorme distância que separa a terra dos cangurus da terra do galo de Barcelos, acaba forçosamente por se deslocar Portugal num espaçado de anos muito amplo. As prolixas viagens da Ana são efectivamente um bom exemplo de patriotismo, a ter em atenção sobretudo por aqueles, por exemplo, que acham que Portugal deve ser representado ao mais alto nível desportivo com murros ou impropérios, e claro, com as bandeiras bem desfraldas para encobrir muitas realidades.


Visionar mais algumas fotos do percurso.

Saber mais informações sobre o percurso.

quinta-feira, setembro 20, 2007

Passeio pedestre "Trilho Fortes e Moinhos da Costa" , dia 7 de Outubro, no litoral de Viana do Castelo, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"



Passeio pedestre "Trilho Fortes e Moinhos da Costa" no dia 7 de Outubro de 2007 no litoral do concelho de Viana do Castelo.

Localização: litoral de Viana do Castelo
Tipo de Percurso: Trilho linear
Local de concentração e inicio do percurso: junto ao portão de entrada do Farol de Montedor (lugar de Montedor, freguesia de Carreço, concelho de Viana de Castelo)
Hora de concentração: 9h00
Local do fim do percurso: Praia Norte (com hipótese adicional de ida e regresso ao Bugio). Antes do início do percurso será efectuado um plano que providencie transporte no final do percurso na Praia Norte
Distância percorrida: 13 km
Duração aproximada: 4h30
Grau de dificuldade: Fácil
Ponts de interesse: Farol de Montedor, Forte de Montedor, Gândara de Montedor, avifauna, pinturas rupestres, costa e praias do concelho de Viana do castelo, moinhos de montedor, Forte da Areosa, moinhos da costa de Viana, gravuras da Fraga da Bica, a(s ruínas) da capela da Senhora do Bom Sucesso, e o Castro marítimo do monte da Gandra...


Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com

Nota: Excepcionalmente para este passeio não é necessário inscrição prévia, bastando apenas comparecer até às 9h00 de Domingo, no Farol de Montedor.


Roteiro da caminhada
O percurso tem início no Farol de Montedor (que iremos visitar), situado no lugar de Montedor, na freguesia de Carreço. Seguimos para norte por caminhos rurais até ao Forte de Montedor, a cerca de 15 minutos de distância. Volvemos a sul e ingressamos na Gândara de Montedor, onde poderemos admirar o seu rico património de flora e fauna, nomeadamente a nível de avifauna. Descobriremos as pinturas rupestres presentes em diversos pontos deste espaço natural.
Depois de admirar os moinhos do Montedor (Marinheiro, Cima,. Petisco, inclusive visitar o moinho do Marinheiro e de Cima, as gravuras da Fraga da Bica e a(s ruínas) da capela da Senhora do Bom Sucesso, e o Castro marítimo do monte da Gandra, caminharemos doravante paralelos ao mar, nas suas proximidades, em direcção ao Forte da Areosa, a sul.
Ao longo do percurso, por vezes efectuado em passadiços sobre a praia, passaremos por mais pinturas rupestres e moinhos de vento (estes moinhos encontram-se hoje desprovidos de velas.) Visitaremos mais adiante o Forte da Areosa e na Praia Norte finaliza o percurso.
Possibilidade ainda de seguir em direcção ao farol Bugio ou até ao “Cabeço Vermelho” e retornar.

Percurso a realizar a linha encarnada
(clicar no mapa para ampliar)


Locais de Interesse:

Farol do Montedor
Localiza-se no lugar de Montedor, freguesia de Carreço. Foi inaugurado em 1910 e é o farol mais setentrional da costa continental portuguesa. Possui 28 metros de altura (103 metros de altitude), sendo a torre de secção quadrangular. Foi construído sobre os restos de um povoado castrejo da Idade do Ferro.



Postal antigo do Farol do Montedor (fonte)
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Forte de Montedor
Também conhecido como Forte de Paçô, situa-se na freguesia do Carreço, implantado em plena “Praia dos Ingleses”. Foi mandado construir por D. Pedro II enquadrado na política de reforço das guarnições defensivas de fronteira, a fim de proteger toda a costa marítima portuguesa contra possíveis ataques (ou desembarques) espanhóis, durante as Guerra da Restauração (1640-1668). O Forte só foi concluído em 1703.

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A construção deste e de mais três fortes (Forte da Areosa, Forte do Cão na Gelfa, e Forte da Largateira em Vila Praia de Âncora) que conjuntamente com o Fortaleza de Santiago da Barra de Viana do castelo, e o Forte da Ínsua de Caminha, serviu o propósito de poderem cruzar o fogo de artilharia, de modo de proteger toda a costa marítima envolvente contra o desembarque dos espanhóis.


Gândara de Montedor
Apesar da sua circunscrita dimensão, estamos perante umas das áreas naturais mais singulares e de maior riqueza (paisagística, arqueológica, geológica, biológica, ambiental, etc.) do litoral português. Neste âmbito, este espaço natural integra o Domínio Público Hídrico, a Reserva Ecológica Nacional, a Reserva Agrícola Nacional, o sítio da Rede Natura PTCON0017 (Litoral Norte), e o biótopo C11100133; o que aquilata da sua relevância no panorama nacional e a elevada protecção e conservação de que usufrui.
Possui uma elevada importância como refúgio e da vida selvagem, sobretudo a nível da avifauna. Para além disso, é habitat de cerca de duas centenas de plantas, maioritariamente espontâneas ou sub-espontâneas.

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(Gãndara de Montedor com o farol de Montedor ao fundo)





Gravuras Rupestres de Carreço
Um dos mais representativos núcleos de gravuras rupestres do Noroeste Peninsular concentra-se no norte do concelho de Viana de Castelo, nas freguesias de Afife, Carreço e Areosa. Disseminados por mais de uma dezena de núcleos, dos quais se destacam os da Praia de Fornelos, a Lage da Churra e a Fraga da Bica, apresentam uma multiplicidade de temas (sobressaem motivos zoomórficos e antropomórficos) e formas (espirais, serpentiformes, etc).

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Moinhos de Montedor
São constituídos por uma estrutura circular em "torre", encimada por uma cobertura cónica que excede o diâmetro do edifício, formando um pequeno beiral. O tejadilho do moinho roda manualmente sobre o "corpo" do edifício de modo que o velame se adapte à direcção dos ventos, como é habitual nos moinhos de vento do Norte do nosso país. Estes moinhos tinham como função a moagem dos cereais. Alguns dos moinhos encontram-se hoje desprovidos de velas.
Merece destaque o Moinho do Marinheiro, situado na povoação de Montedor, que é o único exemplar com velas trapezoidais de madeira que ainda se conserva em Portugal.

Moinho do Marinheiro
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Moinho do Marinheiro e Moinho de Cima atrás

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Forte da Areosa
Vulgarmente conhecido por Fortim da Areosa, situa-se no topo norte da Praia Norte, já na freguesia de Areosa. È também apelidado de “Forte da Vinha” (pelo facto de estar implantado a sul da enseada de Vinha) ou “Castelo Velho” (devido ao estado de abandono e ruína a foi votado praticamente desde a sua edificação). Apresenta planta estrelada no estilo maneirista, sendo constituído por quatro baluartes laterais. A sua tipologia estrutural apresenta semelhanças com os Forte de Montedor, cuja traçado constituiu, à época, um progresso no sistema de defesa e vigia da costa. Tal como o Forte de Montedor foi mandado construir por D. Pedro II, tendo as obras sido concluídas em 1701. Nunca foi utilizado, nem sequer chegou a ser artilhado.

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Recomendável levar sapatilhas ou botas de montanha e água.
Levar almoço-volante.


Como chegar ao Farol de Montedor:
Vindo de sul pela E.N 13, passa-se a cidade de Viana do Castelo e segue-se em direcção a Vila Praia de Âncora/Caminha. Cerca de seis quilómetros depois de se deixar Viana dos Castelo vemos à nossa direita indicações para a povoação de Carreço, Continuámos pela EN.13 e mais à frente o terreno deixa de ser plano e temos uma subida e na parte superior dessa subida temos uma indicação à nossa esquerda para o Farol de Montedor. Tomámos essa estrada para O farol de montedor

Vindo de norte pela E.N 13, passa-se a vila de Vila Praia de Âncora e segue-se em direcção a Viana do Castelo. Cerca de oito quilómetros depois de passar Vila Praia de Âncora, vemos à nossa direita uma indicação para o Forte de Paçô. Continuámos pela EN.13 e mais à frente o terreno deixa de ser plano e parte superior de uma subida temos uma indicação à nossa direita para Farol de Montedor. Tomámos essa estrada para o farol de Montedor.

Mapa de acesso ao farol de Montedor
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Mapa geral
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As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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quarta-feira, setembro 05, 2007

Fotos do Passeio pedestre "Trilho da Chão" no dia 2 de Setembro de 2007 na Serra de St Luzia


Passeio pedestre "Trilho da Chão"
no dia 2 de Setembro de 2007 na Serra de St Luzia no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"

Fotos do percurso (24 fotos)


Vou tentar em breve fazer uma (breve) descrição do passeio pedestre.

terça-feira, agosto 14, 2007

Passeio pedestre "Trilho da Chão" no dia 2 de Setembro, na Serra de St Luzia, no âmbito das "Caminhadas no Litoral Minhoto"


Passeio pedestre "Trilho da Chão" no dia 2 de Setembro de 2007 na Serra de Santa Luzia, concelho de Viana do Castelo.

Localização: Serra de Santa Luzia - Viana do Castelo
Tipo de Percurso: Trilho circular (parte de PR sinalizado)
Local de encontro e final do percurso: SIRC- Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço (Carreço -Viana do Castelo)
Hora de Partida: 9h30
Distância a percorrer: 14 km
Duração aproximada: 5 horas
Grau de dificuldade: Fácil/Moderado



No âmbito do programa "Caminhadas no Litoral Minhoto" que decorrem no 1º Domingo de cada mês vai-se realizar no dia 2 de Setembro de 2007 o "Trilho da Chão" na Serra de Santa Luzia, concelho de Viana do Castelo.

O percurso inicia-se junto ao edifício da SIRC- Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço, que fica nas traseiras da estação/apeadeiro de comboio de Carreço, na linha Porto-Vigo. Caminhando para norte pouco depois atravessamos o lugar de Paçô, onde se encontram as gravuras rupestres da “Lage da Churra”, já no limite norte da povoado. Sobe-se então em direcção ao alto da serra de santa Luzia, transitando na maior parte do percurso por uma velha calçada de granito do “Caminho da Costa de Paçô”.

Paisagem Litoral vista do Miradouro do Mior
(clicar para ampliar)

Apanha-se então um estradão florestal em terra batida (vindo de Afife) até chegarmos a um miradouro onde pode observar uma panorâmica sobre o mar entre Viana do Castelo e o monte de Santa Tecla, na Galiza. A partir daqui observaremos ao longo do percurso numerosos garranos. Chegamos então a um cruzamento, junto de umas grandes antenas, de onde já se observa o vasto planalto da Chão. Faremos uma breve incursão neste planalto, até ao ponto ao se avista ao longe o marco geodésico da Serra de St Luzia (550m), conhecido como “Talefe” ou “Gurita de Couço”. O planalto da Chão é uma extensa zona granítica, com vegetação rasteira e arbustiva pontuada por pequenas lagunas aqui e ali. Os garranos e o gado barrosão pastam bucolicamente por estas serenas paragens, onde outrora também se fez extracção de minérios, sobretudo volfrâmio.

Regressamos ao ‘cruzamento das antenas’. Seguiremos então por uma caminho de terra batida que desce a serra serpenteando-a. Seguimos então um caminho paralelo à costa, na direcção norte-sul e de onde se avistam belas parcelas desta.

Atinge-se depois um cruzamento onde se fará um pequeno desvio para o “Alto do Mior” (mais conhecido por “Miradoiro das Bandeiras”), com uma bela vista sobre o oceano, o farol e os moinhos de Montedor e as veigas de cultivo do Carreço Areosa, e Afife

Retoma-se a descida tomando a calçada centenária de granito do “Caminho da Costa de Carreço”. Nas suas pedras para além dos sulcos dos carros de bois, também estão registadas algumas datas nas pedras “eras”, indicando as periódicas intervenções comunitárias para manutenção desta calçada. Mais abaixo segue-se por uma estreito caminho até se atingir de novo a povoação do Carreço e terminar junto da SIRC.

Cerca de 60% deste percurso coincide com o P.R.8 Trilho da Chão, implementado pelo clube “Amigos da Chão”

Garranos em pastagem
(clicar para ampliar)



Inscrições gratuitas (não incluem seguro, transporte e almoço, devendo os participantes levar almoço volante):
pedestrianismo@gmail.com
verdeminho@gmail.com


Recomendável levar botas de montanha, calças, corta-vento e bastante água.
Levar almoço-volante.


Como chegar à SIRC- Sociedade de Instrução e Recreio de Carreço:

Vindo de sul pela E.N 13, passa-se a cidade de Viana do Castelo e segue-se em direcção a Vila Praia de Âncora/Caminha. Cerca de seis quilómetros depois de se deixar Viana dos Castelo vemos a primeira indicação para Carreço (Troviscoso), à nossa direita. Continuámos pela EN.13, não tomando esse desvio. Pouco depois atemos uma segunda indicação para a povoação de Carreço. Continuámos pela EN.13, também não tomando esse desvio. Pouco depois na E,N. 13 temos uma subida e na parte superior dessa subida temos outra indicação à nossa direita para Carreço (cerca de 1km depois da anterior indicação). Tomámos essa estrada para Carreço e na segunda curva à esquerda virámos em direcção à SIRC, que fica próxima.

Vindo de norte pela E.N 13, passa-se a vila de Vila Praia de Âncora e segue-se em direcção a Viana do Castelo. Cerca de oito quilómetros depois de passar Vila Praia de Âncora, na parte superior de uma subida temos uma indicação à nossa esquerda para Carreço. Tomámos essa estrada para Carreço e na segunda curva à esquerda virámos em direcção à SIRC, que fica próxima.


Mapa de Acesso à S.I.R.C - Carreço
(clicar para ampliar)





As "Caminhadas no Litoral Minhoto" que se realizam no 1º Domingo de cada mês pretendem percorrer algumas das áreas mais naturais dos concelhos de Caminha, Esposende, Viana do Castelo e Vila do Conde, passando por espaços como a Arriba Fóssil de Esposende, a serra de Santa Luzia, a Reserva Ornitológica de Mindelo, a costa do concelho de Esposende e de Viana do Castelo, ou a foz do Rio Minho, evidenciando que no litoral ainda existem espaços naturais que merecem uma constante visita e usufruto. Estas caminhadas são organizadas pelo blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" (http://pedestrianismo.blogspot.com) e pelo Grupo de Caminhadas VerdeMinho (http://verdeminho.blogspot.com).

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