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quarta-feira, outubro 21, 2009

Novo Plano de Ordenamento do Território do Parque Nacional Peneda-Gerês em discussão pública até 2 de Dezembro

Arranca hoje, 21 de Outubro, e prolonga-se até 2 de Dezembro a discussão pública à proposta de novo Plano de Ordenamento do Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG) . O documento teve o contributo de 17 entidades e substituirá o plano de 1995.

A proposta do novo plano de ordenamento do PNPG que hoje entra em discussão pública segundo o director do Departamento de Áreas Classificadas do Norte, Lagido Domingos «apresenta mudanças significativas, procurando uma melhor adaptação à realidade» exemplificando com «o caso das zonas de protecção total que o anterior plano interditava a visitação e agora as permite».

Na elaboração do documento foram «usadas ferramentas informáticas que permitem o melhor conhecimento do território. Queremos pensar na forma como gerir o território, antes de termos que o gerir. Fizemos avaliação dos estrangulamentos e das potencialidades».

Para tal foi criada uma comissão científica que contribuiu para a acção da comissão mista que, numa primeira instância, «elaborou uma carta de ordenamento (com particular atenção à defesa dos valores naturais e sem esquecer os usos) virada para o século XXI e com preocupações das populações que habitam o parque».

No novo plano «há espaço para a micro-geração, na área das energias limpas, mas as eólicas e mini-hídricas ficam de fora» refere o director. Quanto à integração na rede das áreas naturais mais importantes na Europa, PAN Parks, Lagido Domingos salientou que "o Parque Peneda-Gerês é o que é com as suas gentes. Não vamos fazer um fato à medida do PAN Parks»

«O pastoreio em zona de rede natural poderia inviabilizar, mas o plano prevê o pastoreio em moldes tradicionais, indo até à zona de protecção total, inclusive. O pastoreio tradicional tem regras, organizadas pelos compartes dos baldios» acrescenta o director.

«Queremos retirar o demasiado peso da administração do parque que, em certas situações, era sufocante na vida das pessoas. Qualquer construção carecia de parecer», sintetiza Lagido Domingos - «agora, os núcleos urbanos passam a ser da responsabilidade das autarquias, cujos PDM já devem incorporar essa lógica. A excepção aplica-se aos núcleos acima dos 900 metros de altitude.»

As sessões públicas de esclarecimento decorrem em Novembro no:
  • dia 11 em Montalegre (às 18 horas na Sala Multiusos)
  • dia 12 em Ponte da Barca (às 18 horas no Auditório Municipal)
  • dia 18 em Terras de Bouro (às 18 horas no Centro de Animação Termal da vila do Gerês)
  • dia 20 em Melgaço (às 18 horas na Porta do PNPG de Lamas de Mouro)
  • dia 25 em Arcos de Valdevez (às 18 horas no Auditório do Centro Municipal de Informação e Turismo)

A proposta do novo Plano de Ordenamento do Território do PNPG pode ser entretanto consultado na ICNB na sede nacional em Lisboa, no "Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Nortee" em Braga, no Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro (vila do Gerês), na CCDR-N, nas respectivas câmaras e juntas de freguesia.



Adaptado de Jornal de Notícias - 21-10-2009

quarta-feira, abril 01, 2009

Caminhada da Liberdade 25 de Abril - Serra Amarela - organização da Câmara Municipal de Terras de Bouro


O blogue "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" associa-se à Caminhada da Liberdade 25 de Abril que a Câmara Municipal de Terras de Bouro organiza dia 25 de Abril, na Serra Amarela (Parque Nacional da Peneda-Gerês - Terras de Bouro).
Vamos participar nesta caminhada e convidámo-los a juntarem-se a nós.

O ponto de encontro é as 07h00 em Braga, junto ao Café Universitário (Rua Nova de St Cruz - perto da Univers. do Minho). A partida para Terras de Bouro (Campo do Gerês) será impreterivelmente às 07h10.


Mais informações sobre a caminhada (clicar abaixo):
http://caminhadas-geres.blogspot.com/2009/04/caminhadas-na-natureza-abril-2009.html


Inscrições para se juntar ao nosso grupo :
(gratuito)







Outros contactos:
Tlm. 965683938 ; 933872245

pedestrianismo@gmail.com



Previsão do Tempo para Sábado (25 de Abril) em Braga.


domingo, março 23, 2008

XI Marcha da Primavera, em Lamas de Mouro, na Serra da Peneda, dia 12 de Abril, organizado pelo Clube de Campismo do Porto


XI Marcha da Primavera


12 de Abril

Lamas de Mouro (Melgaço), Serra da Peneda


Organização: Clube de Campismo do Porto - Secção de Montanha

Distância: 15 Kms
Grau de dificuldade: médio

Clicar para ampliar


Lamas de Mouro porta de entrada do Parque Nacional da Peneda-Gerês no concelho de Melgaço, foi o local escolhido para iniciar a XI Marcha da Primavera.
O Percurso que decorrerá em área adjacente ao Parque Nacional, percorre a parte inicial da bacia hidrográfica do Rio Mouro ( afluente do Rio Minho) nas freguesias de Lamas de Mouro, Parada do Monte e Cubalhão, onde a paisagem característica desta zona do Alto Minho, contrastando altas e agrestes montanhas com encostas de lameiros verdejantes e cursos de água cristalina, se espraia com todo o seu esplendor.


Programa:
09h45/10h15 Concentração no parque de estacionamento da Veiga de Lamas, junto ao parque de Campismo de Lamas de Mouro, para confirmar inscrições.
10h30 Inicio da actividade sem tolerância.
16h00/17h00 Horário previsto para final da actividade.



Inscrições e informações:
Secção de Montanha /Sede do Clube de Campismo do Porto (CCP)
5ª Feiras – 21,30/23,00 | Tel. 222011507
ccporto@sapo.pt
geral@ccpmontanha.com
Mário Nogueira telm. 939586290

As inscrições são gratuitas e devem dar entrada na Secção de Montanha do CCP até às 22h30 do dia 10 de Abril. Aos não portadores do Seguro Desportivo (Carta de Montanheiro) serão cobrados 3,5 € para o Seguro. Os que compareçam no local à última da hora, a organização não garante seguro nem lembrança individual, e a sua eventual participação será da sua responsabilidade.


Fonte do texto e cartaz: Clube de Campismo do Porto [via email de Jorge Agostinho]

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

"Trilho da Peneda", na Serra da Peneda, dia 24 de Fevereiro, organizado pela Associação dos Amigos do Rio Ovelha (AARO)


"A Secção de Pedestrianismo da Associação dos Amigos do Rio Ovelha (AARO), procurando proporcionar um dia agradável de convívio e contacto com a natureza, propõe, já no próximo dia 24 de Fevereiro, a caminhada "Trilho da Peneda" em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O percurso, terá início cerca das 10h30, no Santuário da Nossa Senhora da Peneda, localizado em Arcos de Valdevez, na freguesia de Gavieira (localização GPS: N 41º 58.485 - W 8º 13.304). Para quem não for directamente ao Santuário da Peneda, haverá partido do Marco de Canaveses em direcção à Peneda (cerca de 200 km), pelas 07h30, junto ao Estádio Municipal de Marco de Canaveses, com tempo de viagem estimado em cerca de cerca de 2 horas.


O Trilho da Peneda é um trilho de interesse paisagístico, com um traçado circular de, aproximadamente, 11 km e cuja dificuldade considera-se de nível médio dado alguns desníveis que apresenta. Atravessa dois povoados serranos, o Lugar de Peneda e a Bouça dos Homens, tendo como outros pontos de interesse as "Faldas da Penameda", onde se atinge a altitude máxima deste percurso, cerca de 1215m, o lugar de Chã do Monte, onde se pode contemplar um pequeno lago artificial conhecido como o "Pântano", que outrora servia uma mini-hídrica que fornecia energia eléctrica ao povoado de Peneda, e a "Fraga da Meadinha", uma autêntica parede que se ergue imponente até aos 986m, muito apreciada pelos escaladores e referenciada nos roteiros internacionais da modalidade de escalada.

Prevê-se o final da marcha pelas 15h, seguido de um convívio gastronómico para retemperar as forças. Por isso, não se esqueça de trazer um petisco para partilhar e uma bebida para acompanhar.


Inscrições e informações:

Associação dos Amigos do Rio Ovelha
Lugar do Passal
4635-622 Várzea de Ovelha e Aliviada
Marco de Canaveses

Tlm 96 263 13 37 ; 91 920 90 41
percursos@rioovelha.com


Na inscrição (até 21 de Fevereiro) deverá indicar:
- Nome, idade, local onde reside,
- se possui carta de montanheiro ou carta de pedestrianista actualizada
- uma nota indicando se pretende partir do Marco e se necessita de transporte, ou se parte do local onde reside directamente para a Senhora da Peneda.

O valor da inscrição:
1.50€ sócios | 5€ não sócios
Até aos 16 anos é grátis

Seguro: 3,50€, pago até dia 21 de Fevereiro, por cada participante não portador de carta de montanheiro ou pedestrianista actualizada.

Oferta de lembranças a todos os participantes pré-inscritos.




Fonte do texto e imagem: Secção de Pedestrianismo da Associação dos Amigos do Rio Ovelha

domingo, outubro 21, 2007

Parque Internacional Gerês-Xurés vai-se consolidando

Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés

O Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés criado em 21 de Julho de 1997 é constituído pelos territórios do Parque Nacional da Peneda-Gerês (criado em 1971) e do Parque Natural Baixa Limia-Serra do Xurés (criado em 1993). A sua criação visou congregar meios humanos e materiais para tornar mais eficiente a protecção, preservação e valorização dos recursos naturais e patrimoniais dos respectivos Parques, em especial das zonas de fronteira. Isto tem sido levado a cabo através do estabelecimento de normas e medidas similares ou complementares, da promoção de projectos e acções conjuntas, da incentivo ao turismo ecológico e ao uso público dos espaços, ou do fomento políticas de desenvolvimento social, económico e cultural.



Constituição do Parque Internacional Gerês-Xurés

Um outro propósito que assistiu à génese deste Parque Transfronteiriço foi a sua conversão futura num Parque Internacional. Ora volvida uma década esse desígnio será concretizado, impondo a este Parque (Parque Internacional Gerês-Xurés) novos patamares de jurisdição e de acção, bem como de responsabilidade e incumbências sócio-económicas, culturais e ambientais. Pretende-se que o raio de actuação não se concentre sobretudo nas áreas transfronteiriças mas abranja efectivamente os 100 mil hectares que constituem este Parque Internacional, que será o maior parque internacional da Europa.

No passado dia 19 de Outubro os governos espanhol e português representados pelos respectivos secretários de Estado do Ambiente, assinaram um convénio de colaboração para desenvolver um conjunto de acções, e aprovaram o regulamento da comissão de acompanhamento de constituição deste Parque Internacional. A esta comissão caber-lhe-á articular os planos de ordenamento e de actividades das duas áreas protegidas, desenvolver um programa integrado de monitorização e gestão da biodiversidade do Parque, promover a divulgação do património natural do parque, efectuar candidaturas a programas regionais de financiamento, e criar de uma página comum na web.

Este acontecimento decorreu edifício da antiga fronteira da Portela do Homem, a par das comemorações dos 10 anos da formação deste parque transfronteiriço. Incluiu uma caminhada pela Geira Romana na Mata de Albergaria, símbolo do Parque Transfronteiriço.

O secretário de estado português, Humberto Rosa, referiu que «sem a colaboração «entre os dois países não teria sido possível o repovoamento da cabra montês, nem a reintrodução do lobo ibérico na parte portuguesa», enquanto que o seu homólogo espanhol, António Serrano, recordou que a «natureza e a biodiversidade não reconhecem fronteiras, tornando-se necessário procurar mecanismos de defesa e conservação dos corredores ecológicos, que assegurem a conectividade e a sobrevivência das espécies e de suas populações, independentemente de quem sejam os gestores do território».

Os dois países estão também a ultimar legislação que contempla, pela primeira vez, a criação de espaços naturais transfronteiriços, pretensão fundamental para a criação do parque internacional. Se Serrano deu como prazo o final do ano para que a legislação esteja pronta a vigorar, Humberto Rosa disse apenas estar «para breve a aprovação pelo governo português».

Os responsáveis dos dois países visitaram ainda neste dia as instalações do Centro de Recuperação de Aves de Rapina e o Alimentador de Aves de Rapina, projecto desenvolvido com base nas receitas das portagens cobradas desde 1 de Junho naquela área protegida. A medida foi instituída para «impedir a "invasão" de veículos naquela área e assim preservar uma reserva biogenética de interesse mundial»



Candidatura ao Programa “Homem e Biosfera” e a Reserva Mundial da Biodiversidade da UNESCO

A comissão de acompanhamento de constituição do Parque Internacional, vai também preparar uma candidatura conjunta ao programa "O Homem e a Biosfera" da UNESCO, e a inclusão deste Parque Internacional como Reserva Mundial da Biodiversidade da UNESCO

O Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa referiu que o trabalho conjunto desenvolvido, na última década, pelos técnicos dos dois parques (o Nacional da Peneda-Gerês, em Portugal e o Natural da Baixa Limia/Serra do Xurés) vai ser aproveitado. Adiantou ainda que a candidatura baseia-se no património biogenético e na recriação de trilhos antigos, nomeadamente os da Geira, a antiga estrada romana que ligava Braga e Astorga.

A recém Comissão engloba técnicos das Consellerias do Governo da Xunta da Galiza, representantes dos municípios da zona, dos dois parques e da CCDRN, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte.



Candidatura ao PAN Parks da Europa

O director do Departamento Norte das Áreas Protegidas (que engloba, entre outros, o Parque Nacional da Peneda-Gerês), Henrique Pereira, apresentou um programa que passa por integrar o Parque Internacional Gerês-Xurés na rede europeia PAN Parks.

Os PAN Parks (Protected Area Network Parks) são uma rede de Parques Nacionais localizados em áreas mais periféricas ou empobrecidas da Europa. Esta rede iniciou-se em 1997 sob os auspicios do WWF (World Wildlife Fund) e tem como missão a defesa, preservação e valorização destes Parques Nacionais.



Texto elaborado com base em informações da agência Lusa veiculadas em jornais como o "Jornal de Noticias" ou o "Diário Digital"

segunda-feira, julho 30, 2007

Parque Nacional da Peneda-Gerês cria transportes alternativos

"O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) pretende também incentivar os visitantes a deixar o carro estacionado e andar de transporte público de passageiros aquando das visitas ao espaço, de forma a reduzir a pressão humana na área protegida. Para isso numa iniciativa conjunta com a Câmara Municipal de Terras de Bouro e a Empresa Hoteleira do Gerês, criou um serviço de transporte alternativo, que será feito por um mini-autocarro e está em funcionamento desde meados do mês de Julho, prolongando-se até ao próximo dia 15 de Setembro.

«A intenção é reduzir a pressão humana na Mata da Albergaria - um dos mais importantes bosques do PNPG - que se faz sentir principalmente no período de Verão, provocada essencialmente pelo excesso de circulação de veículos motorizados», referiu o Director do Departamento de Gestão das Áreas Classificadas do Norte, Henrique Miguel Pereira.

Desta forma, espera-se «contribuir para um uso social e recreativo da Mata da Albergaria mais consentâneo com a sua preservação», revelou, ainda o Director, salientando que «a reacção à implementação deste sistema de transportes alternativos, principalmente dos empresários turísticos deste território, tem sido muito positiva».

O novo serviço irá «permitir aos turistas que não venham munidos de meio de transporte individual conhecer e usufruir do Gerês, principalmente da Mata da Albergaria. A medida irá promover o aumento do tempo de permanência destes na estância termal e diminuir a circulação automóvel no vale do Gerês o que promove de alguma forma o aumento da qualidade da visita».

O circuito inteiro no Vale do Gerês que inclui os principais pontos de paragem como o Gerês, São Bento, Covide, Campo do Gerês, Portela do Homem e Leonte, é efectuado durante a semana. Com uma extensão aproximada de 40 quilómetros, prevê a realização de quatro horários diários. Por seu turno, ao fim-de-semana, realiza-se apenas o circuito Gerês, Leonte e Portela do Homem e vice-versa com uma extensão aproximada de 13 quilómetros e com seis horários diários."

Miguel Rodrigues

Fonte: Jornal de Notícias - 29-7-007


terça-feira, maio 29, 2007

Blog Carris organiza em Junho a segunda caminhada histórica às Minas dos Carris, ainda com data a ser acordada entre os potenciais participantes

"No mês de Junho o blog Carris organiza a segunda caminhada histórica às Minas dos Carris com o objectivo de dar a conhecer aquele canto singular do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

A participação nesta caminhada não tem qualquer custo de inscrição mas o número de pessoas a incluir no grupo tem de ser necessariamente limitado. Quem desejar participar ou obter mais informações deverá enviar um email para rcb [arroba] netcabo.pt.

Nesta fase não temos uma data definida e desejamos reunir o maior consenso possível, por isso esperamos pelas vossas sugestões!

A proposta que é feita é a de juntar um grupo de pessoas que estejam interessadas em caminhar o Vale do Alto Homem e percorrer as ruínas do antigo complexo mineiro de Carris e das Sombras. Como ponto extra poderemos adicionar uma ida ao ponto mais alto da Serra do Gerês, o Pico da Nevosa, caso haja tempo para tal.

O Programa proposto é o seguinte:
7.00 - Concentração em Braga em frente à Bracalândia.
7.15 - Saída em direcção às Caldas do Gerês.
8.00 - Pequeno-almoço no Café Ramalhão.
8.30 - Saída em direcção à Portela do Homem.
9.00 - Início da caminhada até às Minas dos Carris.
12.00 - Chegada às Minas dos Carris. Almoço. Visita às ruínas das Minas dos Carris.
16.00 - Regresso à Portela do Homem pelas Minas das Sombras.
20.30 - Regresso a Braga.

Caso haja interessados podemos organizar uma estadia no Parque de Campismo do Vidoeiro, Caldas do Gerês, ou no Parque de Campismo da Cerdeira, S. João do Campo (Campo do Gerês). Podemos também informar sobre os preços de estadias em pensões (Vale de Azereiros - Vilar da Veiga, Gerês).

Fonte: blogue Carris

quarta-feira, maio 09, 2007

quarta-feira, março 01, 2006

Parque Nacional da Peneda-Gerês – Xures - Percursos Pedestres




MONTALEGRE
  • Trilho do Fojo da Portela da Fairra
  • Trilho do Fojo de Fafião


ADERE e P.N.P.G.



Outros Trilhos

Ponte da Barca- Percursos Pedestres

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  • Moinhos da Parada
(aceder ao folheto informativo)

Ponto de Partida: Parada - Lindoso (Ponte da Barca)
Distância: 7 Km
Duração: 4 horas
Grau de Dificuldade: Moderado
Cota Máxima Atingida: 503 metros (Codeceira)
Âmbito do Percurso: Paisagístico-Cultural
Tipo de percurso: circular
Roteiro: O "Trilho dos Moinhos de Parada" é um percurso pedestre denominado de Pequena Rota (PR), marcado e sinalizado segundo as normas internacionais. Este percurso realiza-se no típico lugar de Parada, na freguesia de Lindoso, concelho de Ponte da Barca.
O trilho tem início no lugar de Parada, mesmo junto à estrada, onde se encontra uma placa de indicação deste itinerário. Desde esse ponto, já a pé, seguimos pela estrada tomando a direcção a Cidadelhe. Passados cerca de 600 metros viramos à direita por um caminho que nos conduzirá a um cabeço denominado Chão da Cabeça. Trata-se de uma forma de relevo elevada que se abre numa pequena chã. O caminho de terra leva-nos a sair do povoado para passearmos por entre os campos e vinhedos, bordeando pelo alto do escarpado o serpenteante Rio Lima. Passado algum tempo o caminho de terra dá lugar a um carreteiro, isto é, um caminho empedrado por onde passavam os carros puxados por juntas de bois, o qual nos leva a descer até ao açude do rio. Aqui poderemos refrescar-nos nas suas cristalinas e frescas águas e aproveitar para descobrir entre a densa vegetação os velhos e abandonados moinhos de água. Este local encerra uma grande beleza e interessantes espécies da flora e fauna autóctones.
Depois de cruzarmos o açude por uma cancela que se encontra a meio do caminho, seguimos um estradão ascendente que nos conduzirá novamente à estrada. Desde aqui, seguimos caminho em direcção a Parada, virando à esquerda. Passados poucos metros seguirmos um caminho descendente que se encontra também à nossa esquerda, levando-nos a caminhar junto ao rio, onde poderemos observar um segundo conjunto de moinhos de água. Logo após atravessarmos a estrada seguimos caminho, mas não deixaremos de visitar uma fantástica piscina natural conhecida por Poço da Gola, o qual constitui um espaço único e paradisíaco.
Continuando caminho, vamos pouco a pouco deixando para trás a povoação para entrarmos e caminharmos num ambiente de montanha, por caminhos empedrados e trilhos de pastores. A sobranceira e majestosa Serra Amarela, o corte aguçado dos montes que nos rodeiam, as chãs e as fantásticas formações geológicas constituem os elementos de adorno desta bela paisagem em Terras de Lindoso. Logo após atravessarmos uma pequena chã por um trilho de pastores, seguimos um caminho lajeado descendente por entre manchas de carvalhos delimitadas por muros de pedra solta que nos levará novamente ao lugar de Parada. Aqui, podemos visitar a típica e rústica aldeia, a qual ainda alberga um vasto e conservado património arquitectónico. Passado algum tempo encontramo-nos a finalizar este passeio, precisamente no local onde teve início.




  • Trilho das Terras de Nóbrega
(aceder ao folheto informativo)

Ponto de Partida: parque de estacionamento da sede da Junta de Freguesia de na aldeia de Sampriz.
Distância: 8,7 Km
Duração: 4hq5
Grau de Dificuldade: Moderado
Cota Máxima Atingida: 710 metros (Castelo de Aboim)
Âmbito do Percurso: Paisagístico-Cultural
Local: Monte do Castelo de Aboim
Tipo de percurso: circular
Roteiro: Iniciamos o percurso por um caminho empedrado, o qual, passados poucos metros, abandonamos para subirmos por um caminho em terra batida e que separa a área de floresta dos campos de cultivo. Alguns metros mais à frente, junto a um coberto, saímos do térreo caminho e viramos à esquerda para continuarmos a subir por um velho carreteiro - trata-se de um caminho de lajes de granito outrora usado por carros de bois. Este carreteiro, ladeado por muros de pedra solta e revestidos de musgo, vai conduzir-nos por entre uma bela floresta. maioritariamente de carvalhos e, de onde se podem admirar bucólicas paisagens, típicas das comunidades pastoris de montanha.
Continuando a subida, vamos encontrando pelo caminho diversos cobertos de abrigo ao gado bovino de raça barrosã. Pouco a pouco a floresta vai dando lugar a áreas de matos, para finalmente surgirem os verdes campos de cultivo e as pastagens. O caminho desemboca próximo de um abrigo de gado com cobertura em telha. Daqui começamos a descer por outro caminho lajeado e que, por entre os campos de cultivo, nos levará até a um caminho em terra batida, onde viramos à esquerda para subirmos.
Depois de algum tempo, voltamos a subir por um carreteiro que nos conduzirá ao lugar de Ventoselo - trata-se de um lugar povoado com construções modernas sobre edifícios anteriores. O recinto da Capela da N.ª Sr.ª do Livramento obriga-nos a fazer uma curta paragem para descanso e para observar a deslumbrante paisagem que nos rodeia. Retomadas as forças, seguimos caminho em direcção ao Castelo de Aboim,o qual contornamos pelo sopé. Este castelo medieval, do qual apenas restam as fundações, situa-se no topo do majestoso monólito, num local estratégico que goza de uma excelente visibilidade, dominando por completo a paisagem e “vigiando” o nosso percurso por Terras da Nóbrega.O caminho que ladeia o castelo vai dar lugar a um trilho de pastores que por sua vez desemboca num caminho em terra batida, o qual seguiremos em sentido descendente por entre a penedia e roçando a fronteira concelhia que separa o concelho de Ponte da Barca do de Vila Verde. Depois de atravessarmos a área de matos, seguimos um caminho bordeado por belos exemplares de carvalhos e que nos levará ao pequeno lugar da Granja do Velho, para descermos e embrenhámos-nos no interior de um belo bosque de carvalhos. Seguimos caminho por entre a densa floresta para depois subirmos por um trilho junto a uma linha de água que nos levará até à EN 531, a qual cruzamos para subirmos por um caminho que posteriormente nos levará a descer por entre uma área de matos. Este caminho vai desembocar novamente na EN531, para continuarmos a descer até ao local onde teve início este belo percurso por Terras da Nóbrega.



  • Trilho Interpretativo de São Miguel de Entre-ambos-os-Rios
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 6 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Parque de Campismo de S. Miguel de Entre Ambos-os-Rios
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 2 horas
Âmbito: Percurso com particular destaque para a fauna ripícola, a flora e a arquitectura rural.
Tipo de percurso: circular
Roteiro: Parque de Campismo de S. Miguel de Entre Ambos-os-Rios – Lugar da Igreja – Froufe – Rio Froufe – Carvalhal – Empondras – Lourido – Núcleo Museológico de S. Miguel – Lugar da Igreja – Parque de Campismo de S. Miguel de Entre Ambos-os-Rios






  • Trilho do Megalitismo de Britelo
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 11 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Britelo
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 4 horas
Tipo de percurso: circular



  • Trilho do Megalitismo do Germil
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 6 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: junto à capela da aldeia de montanha de Germil
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 2 horas
Tipo de percurso: circular
Roteiros: Seguimos caminho pelo interior do núcleo rural e viramos à esquerda por um caminho empedrado mito bem conservado que gradualmente vai subindo e que permite, por um lado, vencer os declives da montanha e, por outro, que sejamos deslumbrados pelas majestosas paisagens da sobre a Serra da Peneda, Amarela e Gerês. Depois de cruzamos o riacho, pelas poldras, seguimos pelo empedrado para, posteriormente, viramos à esquerda e tomarmos um caminho pouco definido (um trilho pastoril aberto pela passagem de rebanhos e que desemboca num caminho florestal). Escassos metros depois, este caminho conduz-nos a uma estrada asfalta. Seguimos pela estrada e viramos à direita por um caminho empedrado que acompanha o rio Germil. Durante este itinerário pode-se observar uma magnífica vegetação ripícola, rodeada por belíssimos exemplares de carvalhos. Pouco a pouco, começamos a avistar as primeiras casas de Germil de Baixo. Antes de chegarmos a este lugar, visitamos a ermida e fazemos uma curta e obrigatória paragem neste bucólico lugar para observamos os espigueiros comunitários de elevado valor cultural e arqueológico. Daqui seguimos em direcção ao lugar onde teve inicio este percurso.



  • Trilho Românico de Bravães a S. Martinho de Castro
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Bravães, junto ao Mosteiro.
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 4 horas
Tipo de percurso: circular
Roteiro; Passa por pontos de interesse como os moinhos da aldeia de Bravães, a capela de Nossa Senhora da Pegadinha e o Mosteiro de S. Martinho de Crasto. Efectua-se o percurso inverso até ao ponto de partida.



  • Trilho do Penedo do Encanto
(aceder ao folheto informativo)

Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Lugar de Parada, Freguesia de Lindoso
Extensão : 6 km
Duração : Cerca de 2h 30m
Dificuldade : Moderada
Tipo de percurso: circular
Roteiro: Parada – Lajes – Cova da Revelha – Moinhos do Porto do Inferno – Outeiro do Sapo – Moinhos do Diabrete – Chão da Cabeça – Parada. Circuito com calçadas medievais, através das quais se podem apreciar as casas típicas da região. No interior da floresta, encontra-se um conjunto de gravuras rupestres da Idade do Bronze, entre as quais a mais importante é a chamada de “Penedo do Encanto”.



  • Trilho da Ermida
Ponto de Partida / Ponto de Chegada: junto à capela da aldeia de Lourido
Extensão : 6,5 km
Duração : Cerca de 4horas
Dificuldade : Moderada
Tipo de percurso: circular (ida e volta)
Roteiro: Desce-se até ao Rio de Froufe, que depois de atravessado, vai subindo a encosta, um amplo carvalhal ladeando. Depois segue-se por um trilho de gado caprino que nos conduz de novo a atravessar o rio Froufe, num local onde existem algumas piscinas naturais (como alagoa do Tahiti), que no Verão são de especial deleite. De seguida temos uma pronunciada subida até à Ermida.
A Ermida é um núcleo populacional tipicamente serrano, onde devido ao seu isolamento a organização comunitária ainda subiste a par de um valioso património etnográfico e arqueológico, Destaca-se a famosa pedra de Ermida, que se diz existir desde tempos imemoriais.
De regresso a Lourido, segue-se o mesmo trilho a subir, junto do rio Froufe e serpenteando a sua margem pouco depois voltámos no ponto de início.
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Terras de Bouro- Percursos Pedestres

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  • PR1 Trilho da Calcedónia
(aceder à página descritiva)

Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim em Lugar do Calvário (Covide)
Duração: cerca de 5 horas
Nível de dificuldade: elevado, constituído por traçados declivosos
Roteiro: Desenvolve-se nos territórios de Covide e de Campo do Gerês, os quais apresentam um enredo histórico-cultural marcante, pelas suas tradições comunitárias e antiguidades arqueológicas. Este traçado circular, pretende atingir o mítico sítio arqueológico denominado “Fraga da Cidade”, que os eruditos seiscentistas imortalizaram com o clássico topónimo de Calcedónia.


  • PR2 Trilho do Castelo
(aceder à página descritiva)

Extensão: 8,2 km
Tipo de Percurso: Linear
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início Igreja de Sta Isabel do Monte e fim no Monte do Castelo.
Duração: cerca de 3 horas
Nível de dificuldade: moderado/médio
Roteiro: Este trilho estende-se pelas chãs e cumeadas da memorável e histórica serra de Santa Isabel. O seu percurso atinge uma cota altimétrica de 990 metros e percorre-se por veredas singulares, ladeadas pelos maciço montanhosos da Amarela e do Gerês. Ao longo do seu traçado apresentam-se notavelmente, as modalidades de organização da paisagem natural e construída, oriundas da época medieval. O Trilho do Castelo abrange o território de três freguesias: Sta Isabel, Chamoim e Covide.


  • PR3 Trilho dos Currais
(aceder à página descritiva)

Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim no Parque de Campismo do Vidoeiro - Gerês.
Duração: 4 horas
Nível de dificuldade: moderado/elevado
Âmbito: Cultural e Paisagístico,
Roteiro: Este trilho inserido na temática “tradições comunitárias”, percorre uma área de singular beleza natural da Serra do Gerês. Percorre-se ao longo de três currais do Baldio de Vilar da Veiga: o Curral da Espinheira, o Curral da Carvalha das Éguas e o Curral da Lomba do Vidoeiro. Proporciona um contacto directo com o espírito e tradições comunitárias locais, a partir da organização silvo-pastoril na forma de vezeira. Esta prática comunitária, peculiar da Serra do Gerês, decorre de Maio a Setembro, sendo o gado bovino da comunidade encaminhado pelos caminhos carreteiros até à serra alta, onde se situam os currais. Os vezeiros - proprietários do gado - acompanham durante dias ou semanas o gado, consoante o número de cabeças que possuem, transportando os utensílios para a alimentação e estadia nas cabanas dos currais. A manutenção destas estruturas comunitárias é assegurada anualmente. Todos os anos, previamente à subida do gado para a serra, no dia dos cubais, os proprietários limpam os caminhos carreteiros, arranjam as cabanas e as fontes.



  • PR4 Trilho dos Moinhos e Regadios
(aceder à página descritiva)

Extensão: 9 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim na aldeia de Lagoa
Duração: 4 horas
Nível de dificuldade: moderado/elevado
Roteiro: Este trilho percorre as aldeias rurais de Lagoa, Sequeirós e Pergoim, pertencentes à freguesia de Chamoim. A cota altimétrica máxima de 590m será atingida no sítio do Espigão, identificado como miradouro, sendo a cota mais baixa de 140m, na margem do Rio Homem. Este trilho traduz-se num percurso rural que confere um reconhecimento da utilidade e valor das antigas redes viárias caídas em desuso, tais como os caminhos de pé posto e os caminhos agrícolas lajeados. As linhas de água, as levadas, os poços, os regadios e os moinhos-de-água, no seu conjunto, constituem autênticas relíquias da arquitectura popular de tempos remotos. O Trilho dos Moinhos e Regadios Tradicionais inclui um pequeno troço da Via Militar Romana XVIII do Itinerário Antonino, entre as milhas XXI e XXII. A calçada, em excelente estado de conservação, encontra-se murada em alvenaria granítica."



  • PR5 Trilho da Águia do Sarilhão
(aceder à página descritiva)

Extensão: 9 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim na aldeia de Lagoa
Duração: 3h30
Nível de dificuldade: médio
Roteiro: Este trilho localizado na freguesia do Campo do Gerês, possui um património de fortes tradições culturais e etnográficas. Estende-se por terrenos aplanados de um vale alargado, por onde passa o Ribeiro de Rodas, entre o Museu Etnográfico e a margem esquerda da albufeira de Vilarinho das Furnas, sendo esta a sua extremidade Norte. Percorre os aglomerados rurais deste antigo povoado e descortina, por entre os arruados estreitos, os espigueiros e habitações com as suas cruzes cimeiras e varandas com madeiramentos costumeiros abertas ao logradouro.
Do legado patrimonial realça-se, com distinção, a Via Nova XVIII (Geira), com passagem pelas milhas XXVII, XXVIII e XXIX e pelo núcleo de padrões romanos. Nas proximidades da milha XXIX avultam vestígios indeléveis da trincheira do Campo que, na Idade Média, serviu de defesa da raia portuguesa nas invasões hostis. Inserido numa importante área do Parque Nacional da Peneda Gerês, este trilho aproxima-se de outros locais de interesse, como a fraga do Sarilhão, a Mata Nacional de Albergaria e a extinta aldeia comunitária de Vilarinho das Furna.



  • PR6 Trilho dos Miradouros
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Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim no Centro de Artesanato do Gerês.
Duração: 5 horas
Nível de dificuldade: elevado - com relevos bastante acidentados, em áreas de crista e de planalto, vertentes íngremes e vales apertados, daí que alguns dos locais do percurso exijam ao pedestrianista os cuidados especiais
Âmbito: ecológico e paisagístico
Roteiro: O seu traçado localiza-se quase exclusivamente na encosta oeste do vale do Rio Gerês. Os seus limites mais extremos, a Este e a Oeste, são respectivamente a vila das Caldas do Gerês, as áreas de planalto situadas em Lamas e as curvas de S. Bento. Neste trilho contempla-se a visita a muitos dos 'cabeços de granito' os miradouros da serra do Gerês - enredados de histórias, destacando-se a Fraga Negra, a Boneca, os Mirantes Velho e Novo e o Penedo da Freira. Desses locais vislumbra-se um horizonte paisagístico de inigualável beleza natural.


  • PR7 Trilho de S. Bento
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Extensão: 10,5 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim no Lugar da Seara - Rio Caldo.
Nível de dificuldade: médio, com alguns desníveis acentuados.
Duração: 4 horas
Roteiro: Este percurso estende-se ao longo da encosta sudoeste do vale do Rio Caldo sendo interceptado, em dois locais, pelo troço da E.N 304, que liga as freguesias de Rio Caldo e Covide. O seu traçado caracteriza-se por locais de interesse histórico-cultural, de cariz religioso, que despertam curiosidade ao pedestrianista e visitante. Um dos principais atractivos deste trilho são os antigos fornos de fabrico de carvão, denominados de furnas, o fojo do lobo - locais de captura do animal e as rochas graníticas com as pegadas de Santa Eufémia, representando vestígios que remetem às tradições e mitologias da freguesia de Rio Caldo. O fojo do lobo e a furna são estruturas que demonstram e confirmam a relação de coexistência vivencial, com benefícios e malefícios, entre o homem e determinados animais, inclusive o urso e o lobo.


  • PR8 Trilho do Couto do Souto
(aceder à página descritiva)

Extensão: 9,5 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim no Lugar do Paço na freguesia do Souto.
Nível de dificuldade: médio
Duração: 4 horas
Âmbito: histórico-cultural
Roteiro: O trilho desenvolve-se em áreas situadas na encosta sudeste do vale do Rio Homem, em que atravessa povoações rurais pertencentes às freguesias de Souto e Ribeira. Este traçado circular, com início e fim na freguesia de Souto, região que outrora foi conhecida por Couto e Vila de Souto, visita vestígios edificados pertencentes ao Couto atribuído por D. Afonso III, no ano de 1254, tendo-se extinguido no ano de 1836. Do valioso património cultural enredado neste trilho, faz-se referência à aldeia de St.ª Cruz, sendo o local que principia, com a milha XIV, os 30 km de via romana (Geira) que se alonga pela extensa área do concelho de Terras de Bouro.



  • PR9 Trilho da Geira Romana
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Extensão: 9,5 km
Tipo de Percurso: Cicular
Local de partida/chegada: O percurso tem o seu início e fim no Lugar de S. Sebastião da Geira na freguesia de Chorense.
Nível de dificuldade: médio/fácil
Duração: 3h30
Âmbito: Histórico e paisagístico
Roteiro: Este percurso alonga-se pelos caminhos agrícolas das freguesias de Chorense e da Balança, que encerram em si vestígios históricos de elevado interesse turístico e cultural. Esse interesse advém, sobretudo, da existência de marcas da actividade romana, a Geira e as Milhas: XV, no sítio de Cantos ou Bico da Geira, XVI no lugar do Penedo dos Teixugos, XVII junto à ribeira de Cabaninhas, XVIII Mutatio Saliniana, na Chãos de Vilar. O conjunto de miliários reunidos nas referidas milhas patenteiam epigrafia a homenagear os imperadores da época. O interesse da mesma região pode, obviamente, estender-se ao ambiente arquitectónico das aldeias típicas em granito, onde subsiste um ambiente rural bastante acolhedor, e ao ambiente físico e natural que é facilmente perceptível em muitos dos locais do trilho.


Extensão: 20,5 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: St Isabel do Monte
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 7 horas


  • Trilho da Preguiça
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 5,5 km / 4 km / 3km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Casa da Preguiça
Nível de dificuldade: fácil
Duração:
Roteiro: Este trilho é composto por três traçados marcados na Encosta do Arnado, sobre a vertente esquerda do vale de falha do Rio Gerês, na Serra do Gerês. Os percursos englobam áreas de baixa altitude entre a Casa da Preguiça e a Cascata de Leonte. O denominado «trilho I» é o percurso mais longo com cerca de 5,5 km, sendo os trilhos II e III mais curtos e de menor grau de dificuldade.
O trilho inicia-se junto da Casa da Preguiça e após baixar ligeiramente até perto da Curva da Morte, penetra na floresta ascendendo de uma cota de 665 metros até aos 852 metros, passando por zonas de pinhal e carvalhal secular até atingir um miradouro. A partir daqui, o trilho inicia um percurso descendente que o leva a atravessar a estrada nacional EN308 em direcção à Cascata de Leonte, passando pelo Ribeiro da Cantina, pelo Curral do Rio Gerês, pela peculiar ponte de madeira sobre o Rio Gerês, até subir ligeiramente e terminando na Cascata de Leonte. Daqui, voltamos para trás até à indicação da Cascata da Laja e de novo começamos a perder altitude até perto do Rio Gerês caminhando sempre pelo carvalhal.
O trilho leva-nos de volta ao Ribeiro da Laja ao passar por uma ponte de madeira junto da Cascata da Laja já perto do final do percurso. Aqui, resta-nos a visita ao miradouro que nos permite observar todo o Vale do Rio Gerês, a Costa de Istriz encimada pela Tojeira, o Maninho e a encosta da Quelha Verde (na direcção das Caldas do Gerês), e a Costa da Laje (olhando na direcção da Portela de Leonte).



  • Trilho Interpretativo da Silha dos Ursos
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 5 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Junceda
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 2 horas
Cota mínima/máxima: 900m/1100m
Âmbito: Paisagem e Arqueologia Rural
Localização: Freguesias de Vilar da Veiga e Campo do Gerês
Roteiro: o percurso desenvolve-se na Serra do Gerês, sobre uma das vertentes do vale da falha do Rio Gerês. Tem por tema a apicultura e a arqueologia rural. O espaço territorial que o trilho percorre é constituído por encostas íngremes e cobertas de matos, linhas de água, pequenos bosques de carvalhos, vidoeiros e azevinhos e prados de altitudes gerados por depósitos glaciares, fluviais e de vertente. Neste território é frequente a observação de animais silvestres, em especial aves, sendo a águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) a mais comum. O percurso desenvolve-se sempre por caminho de pé posto, com piso irregular e inclinado nas encostas e piso regular e pouco acentuado nas zonas nos prados.
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Arcos de Valdevez - Percursos Pedestres

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  • Pertinho do Céu

Extensão: 6 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Igreja - Gavieira (Arcos de Valdevez)
Âmbito: Ecológico - Cultural
Duração: Cerca de 3h30m
Nível de dificuldade: fácil/moderado.
Roteiro: O percurso realiza-se nas faldas da Serra da Peneda, no concelho de Arcos de Valdevez, na freguesia serrana da Gavieira. O percurso tem início e fim a cerca de 700 metros do cruzamento para o lugar da Igreja da Gavieira, mesmo junto à estrada que une Rouças a S. Bento do Cando, onde se abre à nossa esquerda um velho caminho de lajes sinalizado por uma placa que indica o início do percurso. Pondo pés ao caminho, vamos calcorreando as largas lajes marcadas pelos rodados dos carros de bois; trata-se pois de um carreteiro, o qual nos conduzirá, por entre o belo carvalhal, à Branda de Busgalinhas. À medida que vamos subindo deparamo-nos com exemplares de gado bovino das raças autóctones Barrosã e Cachena, que durante o dia apascentam para ao final da tarde, regressarem às suas cortes. Pouco antes de chegarmos à Branda, podemos observar os campos cultivados com centeio, rodeados por muros de pedra solta e no meio do caos granítico, surge por entre a penedia, a Branda de Bosgalinhas. Trata-se de um povoado que se encontra apenas ocupado durante o Verão para apoio à actividade pastoril. Depois de visitada a Branda, a qual pertence à população do lugar da Igreja da Gavieira, seguimos por um estradão em terra batida em direcção à Branda de S. Bento do Cando, também propriedade das populações da Gavieira. Trata-se de um povoado bastante conhecido pelas romarias de adoração à imagem de S. Bento. Desde aqui descemos em direcção ao Rio Grande por um trilho de pastores. Nesta descida devemos ter o máximo cuidado, prestando atenção à marcações, pois o caminho não se encontra bem definido. Depois de passarmos uma rústica construção que serve para arrecadar as alfaias agrícolas e o gado, atravessamos um ribeiro por um trilho que se abre na densa vegetação, sendo a única passagem possível para seguirmos caminho em direcção à Gavieira. Continuamos caminho, seguindo o rio à nossa esquerda que vai moldando a paisagem e criando belas cascatas e poças convidativas para nos refrescarmos. Pouco depois desembocamos numa estrada alcatroada que nos levará a visitar ao típico lugar da Igreja, para depois subirmos por um caminho coberto de cimento que nos conduzirá ao lugar onde teve início o percurso.



  • Trilho das Brandas

Extensão: 8 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Rouças - Gavieira (Arcos de Valdevez)
Nível de dificuldade: moderado
Âmbito: Paisagístico - Cultural
Duração: cerca de 5h
Roteiro: O trilho realiza-se em plena Serra da Peneda e leva-nos a conhecer o modo de vida das populações pastoris de montanha. Partindo do lugar de Rouças, da freguesia de Gavieira, tomamos um caminho lajeado que ascende pelo lugar da aldeia. Seguindo as marcações de cor amarela e vermelha, vamos deixando para trás a povoação e vamos penetrando na montanha, subindo passo a passo, gradualmente e vencendo os desníveis. Por este carreteiro passavam os carros de bois de raça barrosã que ligavam o lugar de Rouças à Branda de Gorbelas. Após alcançarmos o estradão de terra batida, viramos à esquerda, continuando a subir, para alcançarmos a isolada Branda de Gorbelas, rodeada por campos de centeio fechados por belos muros de pedra solta. Desde aqui seguimos por um caminho de lajes que se abre entre a penedia, vencendo os fortes declives e que nos conduzirá ao Poulo da Seida. Trata-se de uma velha e abandonada branda de gado, esquecida no tempo e na memória, a qual permitia uma pernoita mais segura aos pastores e aos rebanhos, de modo a protegê-los do frio da noite e da ameaça do lobo. Daqui seguimos em direcção ao Fojo do Lobo, localizado entre o Alto da Pedrada (o ponto mais alto da Serra da Peneda - 1416 metros) e Lamas do Vez (local onde nasce o rio Vez). O fojo consiste numa arcaica construção que tinha por objectivo dar caça ao lobo, encurralando-o. Depois de apreciarmos esta obra da arquitectura pastoril, iniciamos a descida, acompanhando as marcações que nos fazem regressar ao local de chegada que coincide com o da partida.


  • Trilho "Caminhos do Pão, Caminhos da Fé"
(aceder ao folheto informativo)

Extensão:
- Percurso Longo: 5,4 Km
- Percurso Curto: 4,9 Km
Local de partida/chegada: Cunhas - Soajo (Arcos de Valdevez)
Nível de dificuldade: fácil
Âmbito: Paisagístico - Etnográfico
Duração:
- Percurso Longo: Cerca de 3h00m
- Percurso Curto: Cerca de 2h00m


Pelas calçadas que lhe propomos percorrer passaram, ao longo dos séculos, vários ritmos de vida e de festividades religiosas, resultantes do sincretismo entre as divindades e a luta pela sobrevivência (pão).
O ciclo do pão acompanha, de geração em geração, o ciclo da vida.
Mas, a importância do pão, nesta comunidade, reflecte-se nas calçadas, na paisagem e numa diversidade de ecossistemas que se complementam, nomeadamente a cultura do milho e a criação de gado.
Testemunho disso é a extensa levada que iremos procurar, sem chegar à sua origem (Teixo), e que noutros tempos regava os imensos campos de milho de Soajo. São os moinhos que, como cogumelos, se atravessam na levada para aproveitar a força imensa da água e transformarem o grão em farinha.
As calçadas que vamos percorrer são caminhos da fé que, desde sempre, lavam os romeiros ao Senhor da Paz, à Senhora da Peneda, ao S. Bento do Cando e, até, a Santiago de Compostela. Era, também, por estas calçadas (calçada do Portinho, calçada de Pena Curveira, calçada de Lages, calçada dos Estrevelhadoiros) que as manadas de gado bovino se deslocavam, em Maio, época da transumância ascendente, para Cova, Chã da cabeça, Pedrada e, mais tarde, 10 de Junho, para os montes da Peneda, de onde regressavam a 8 de Setembro, depois da Romaria da Senhora da Peneda.
Enfim, por estes caminhos, centenários, passaram romeiros com fé infinita e promessas para cumprir; passaram namorados, feitos romeiros, com juras de amor eterno; passaram milhares de carros de tojo, para as camas dos animais e, em Abril e Maio, adubo orgânico para os campos que iriam receber as sementes que mais tarde, em Setembro, enchiam os caniços (espigueiros) de espigas de milho, que mais tarde subiriam esta calçada para, nos moinhos, os grãos serem transformados em farinha.


  • Trilho do Ramil
(aceder ao folheto informativo)

Distância: 4 Km
Local de partida/chegada: Cunhas (Arcos de Valdevez)
Nível de dificuldade: fácil
Âmbito: Paisagístico
Duração: Cerca de 2h00m
Cota máxima: 473 metros (Alto da Barreira)

O “Trilho de Ramil” é um percurso pedestre denominado de Pequena Rota (PR), cuja marcação e sinalização cumprem as directrizes internacionais. Este percurso localiza-se na encosta nascente da Serra de Soajo, no extremo Este do Concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional, percorrendo parte significativa do lugar de Cunhas, na freguesia de Soajo. Partindo do parque de estacionamento junto ao cemitério do lugar de Cunhas, seguimos pela estrada alcatroada em direcção ao núcleo rural, para passados cerca de 200 metros, virarmos à esquerda por um caminho empedrado. Este caminho ascendente leva-nos, pouco a pouco, a entrarmos nas áreas de floresta e pastagens de montanha que envolvem e servem o pequeno lugar. Á medida que vamos tomando altitude, podemos observar a imensidão da paisagem que nos rodeia, o vale encaixado do rio Laboreiro, a ampla Barragem de Soajo-Lindoso que retém as águas do rio Lima – esse rio que os romanos apelidaram de “Lethes” – rio do esquecimento. Depois de atingirmos o ponto mais elevado deste curto passei, cerca de 500 metros de altitude, iniciamos a descida, a qual nos levará até à velha casa de guarda florestal, aí existente, hoje voltada ao abandono.
Aqui, poderemos fazer uma pequena pausa para observar neste belíssimo espaço, vestígios arquitectónicos da ancestral actividade agro-silvo-pastoril – abrigos de gado de falsa cúpula – que existem abundantemente em todo o território de montanha do concelho de Arcos de Valdevez.
Retomando o percurso, continuamos a descer por um caminho paralelo ao ribeiro da Laceira para pouco depois entrarmos numa mancha de floresta, onde abunda o pinheiro-bravo (Pinus pinaster) e o carvalho-roble (Quercus robur), constituindo uma mancha mista.
Passado algum tempo, viramos à direita por um caminho descendente que nos levará à Branda de Ramil. As Brandas de cultivo, como é o caso desta pequena e bucólica Branda, situam-se em cotas menores, em solos mais férteis e abundantes em água, que permitem o desenvolvimento de culturas agrícolas para alimentação humana e do gado.
Vale a pena espreitar atentamente o tipo de construção das edificações, da pequena rede de caminhos e dos próprios muros, testemunhos da forma equilibrada e harmoniosa de como a montanha foi sendo ocupada. Após esta paragem para visitarmos a Branda, continuamos o percurso e desembocamos num caminho florestal, para pouco depois virarmos à esquerda e seguirmos um caminho que nos levará, em escassos minutos, ao lugar onde teve início este trilho por Terras de Soajo.


  • Trilho do Mezio - Ribeira de Vilela
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 9,5 km
Tipo de Percurso: Circular.
Local de partida/chegada: O percurso tem início e fim na Portela do Mezio.
Âmbito: Ecológico - Cultural
Duração: Cerca de 6h
Nível de dificuldade: moderado/difícil.
Roteiro: O Trilho do Mezio - Ribeira de Vilela localiza-se nas faldas da Serra do Soajo para levar-nos a visitar duas típicas aldeias de montanha do Vale do Lima – Vilela de Lajes e Boimo – ambas pertencentes à freguesia de Cabana Maior, do concelho de Arcos de Valdevez.
O ponto de partida deste percurso é o lugar de Portela do Mezio, a cerca de 13 km da sede do concelho. Para além de ser uma das portas de entrada do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), este lugar é digno de visita devido ao Núcleo Megalítico aí existente. Esta área arqueológica, para além de englobar cerca de uma dezena de monumentos funerários pré--históricos - as “Antas do Soajo” - construídos há cerca de 5 000 anos, detém um conjunto significativo de gravuras rupestres, composto por cerca de 100 rochas gravadas. Depois de visitado este idílico espaço, iniciamos o percurso, seguindo a estrada alcatroada que se abre entre o bosque misto de vidoeiros, pinheiros bravos, pinheiros-silvestres e “cedros” de Oregão. Um pouco antes de chegarmos à bifurcação que nos levaria ao parque de campismo de Travanca, viramos à esquerda para seguirmos um caminho florestal, delimitado por marcos graníticos, que se abre num planalto coberto de vegetação rasteira, constituída por urzes e tojos. Ao alcançarmos uma pequena elevação que sobressai no planalto, contornamo-la para iniciarmos a descida por um carreteiro que nos conduzirá ao rústico lugar de Vilela de Lajes. Daqui viramos à direita e continuamos a descer, passando pela agora desactivada escola primária, para seguirmos para montante da Ribeira de Vilela por um denso bosque de carvalhos.
Após atravessarmos a ribeira, iniciamos uma pequena subida em direcção a Bostelinhos, também pertencente à extensa freguesia de Cabana Maior. Quando alcançarmos os primeiros cortelhos do lugar, continuamos caminho no sentido descendente por entre o s socalcos, para atravessarmos novamente a Ribeira de Vilela e, daqui, chegar ao lugar de Vilela de Lajes. Deste rústico e bucólico lugar, a partir do núcleo de espigueiros, seguimos por um caminho que, por entre muros de pedra solta, nos conduzirá até ao pequeno lugar de Boimo.
Abandonando o lugar, seguimos o caminho empedrado junto a uma pequena capela que desemboca na estrada alcatroada, a qual cruzamos para seguirmos um caminho que, por entre um carvalhal, nos conduzirá ao lugar de Portela do Mezio, onde teve início este belo percurso de montanha.


  • Trilho da Peneda
(aceder ao folheto informativo)

(descrição mais pormenorizada)

Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: O percurso tem lugar entre dois povoados serranos: o aldeamento da Peneda e a branda da Bouça dos Homens.
Nível de dificuldade: moderado.
Roteiro: O percurso realiza-se em plena serra da Peneda, entre dois povoados serranos: o aldeamento da Peneda e a branda da Bouça dos Homens. Ao longo da fase inicial do trilho iremos percorrer um carreteiro muito antigo. Após, aproximadamente, 3km e atingida a cota dos 1100m de altitude, inicia-se a descida, avistando-se ao longe a Branda da Bouça dos Homens. Pouco depois, tomamos um antigo caminho de romeiros devotos da Sr.ª da Peneda. De seguida, uma nova ascensão até as faldas da Penameda, a 1215 m de altitude, e logo voltamos a descer até um pequeno lago, conhecido por “Pântano”, situado na “Chã do Monte”. Cruzando o lago, seguimos um regato. À medida que vamos descendo, podemos observar lá no fundo a igreja e o aldeamento da Peneda, assim como também, ao nosso lado esquerdo, a “Fraga da Meadinha”


  • Trilho das Brandas do Sistelo
(aceder ao folheto informativo)

Ponto de Partida e chegada: Largo do Visconde do Rio Vez - Sistelo
Distância Percorrida: 6,9 Km
Duração do Percurso: 5h
Grau de Dificuldade: Moderado
Cota Máxima Atingida: 797 metros (Branda do Rio Covo)
Âmbito do Percurso: Paisagístico-Cultural
Roteiro: Este percurso localiza-se nas faldas da Serra da Peneda, mais precisamente na aldeia de montanha de Sistelo, a cerca de 22 km a Norte da sede do concelho de Arcos de Valdevez.
Partindo do parque de estacionamento do Largo do Visconde do Rio Vez, no centro da aldeia de Sistelo, cruzamos a EN 202-2 e iniciamos o percurso que nos levará a visitar o rústico casario e os típicos espigueiros que vão surgindo e decorando a aldeia. O caminho empedrado leva-nos a sair da aldeia para, junto a um reservatório de água, tomarmos um carreteiro que nos conduzirá, numa serpenteante subida, até à Chã da Armada, um pequeno plateau onde podemos constatar a beleza da paisagem que nos rodeia. Nesta deslumbrante vista panorâmica - moldada, durante séculos, pela gentes da montanha, destaca-se o lugar de Padrão, o qual parece encontrar-se como que suspenso na íngreme encosta da montanha. Deste planalto de montanha, seguimos em direcção a Este, por um caminho pouco nítido, que mais se assemelha a um trilho de pastores e que, pouco a pouco, dará lugar a um carreteiro. Este magnífico carreteiro, que nos leva a percorrer a linha de cumeeira sobre uma das vertentes do Rio do Outeiro, vai desembocar na branda de gado de Rio Covo, a qual pertence a Sistelo.
As brandas são formas de ocupação humana dos espaços de montanha, constituindo um apoio importante às populações pastoris da Serra da Peneda, cuja utilização é sobretudo na época estival. Abandonando a branda, seguimos caminho por entre um belo bosque misto de coníferas e folhosas que dará lugar a um planalto constituído por matos rasteiros. Trata-se de uma zona de pastagem que circunda os campos adjacentes à branda do Alhal - uma branda de
cultivo e de gado, pertencente ao lugar de Padrão. Daqui, seguimos por um carreteiro, cujas lajes testemunham a sua antiguidade e intensa utilização, que, serpenteando para vencer os fortes desníveis, nos permitirá a descer até ao lugar de Padrão. Este pitoresco lugar ainda mantém a traça tradicional das aldeias da montanha do Minho, encontrando-se rodeado porsocalcos onde se cultiva o milho e se produz feno e pasto para o gado bovino de raça cachena e barrosã.
Ao sair de Padrão tomamos o caminho lajeado que nos levará a cruzar os campos e lameiros
e que, mais abaixo, desembocará na EN 202-2 Atravessamos esta estrada nacional para seguirmos o caminho descendente, paralelo ao rio Vez, que nos conduzirá ao local onde teve início este passeio a pé pelo Trilho das Brandas de Sistelo.


  • Trilho Interpretativo do Mezio
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 2 km
Tipo de Percurso: Linear
Local de partida/chegada: Centro de Interpretação do Mezio
Local de chegada:Soajo
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 1 hora
Roteiro: O percurso parte do Centro de Interpretação do Mezio, e próximo deste local encontram-se duas mamoas. Depois de se atravessar um extenso prado, (curral) encontra-se a Branda de Mosqueiros e pouco depois, num ponto mais elevado, um Miradouro. O percurso regressa ao Mezio
Destaques: arqueologia (megalitismo), a paisagem florestal e a arquitectura rural.


  • Trilho do Ramiscal
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Extensão: 7,2 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Cabreiro (Vilela Seca)
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 3 hora
Âmbito: paisagístico
Roteiro: O trilho desenvolve-se na freguesia de Cabreiros, banhada pelos rios Ramiscal e Cabreiro. De Vilela Seca, avançamos por uma calçada até ao lugar de Lordelo e à Branda do Rodrigo. Destaque para as belas paisagens das Serras da Peneda e Soajo, do Vale do Ramiscal e Arroio, e os lugares de Vilar e Avelar. É nesta zona que habita a única águia-real do Gerês.




  • Trilho do Penedo Grande
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 12,6 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: igreja paroquial de Miranda (conhecida por Mosteiro de Miranda)
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 4,5 horas
Iniciamos o percurso descendo pela estrada municipal até alcançarmos o lugar da Devesinha. Trata-se de um pequeno aglomerado com um conjunto de edificações características da arquitectura rural de montanha. Daqui seguimos para outro pequeno aglomerado, o lugar de Manjoeiras. Depois de uma visita atenta deixamos para trás os povoados para, a pouco e pouco, nos embrenharmos numa floresta mista, cujo repovoamento teve origem a partir dos viveiros de “Grandachão”. Seguimos pelo caminho em terra e passamos por um marco geodésico - do “Penedo Grande”(que dá o nome a este trilho). O caminho desemboca na estrada. Escassos metros depois, viramos à direita e seguimos por um carreteiro, até ao lugar do Fojo, onde começamos a avistar as primeiras casas da aldeia de Grijó. Seguimos pela estrada para, posteriormente, virarmos à direita por um caminho de terra que atravessa um bosque. Seguindo sempre pelo caminho alcançamos o lugar de Almoinha. Daqui atravessamos os campos de cultivo, sempre junto ao muro, até sairmos na estrada municipal para, a escassos metros, chegarmos ao local onde teve início este percurso pedestre




  • Trilho do Glaciar e do Alto Vez
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 6 km
Localização: freguesia do Sistelo
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Porto Cova
Âmbito: Paisagístico – Geológico
Duração: Cerca de 3h30m
Nível de dificuldade: fácil/moderado.
Percurso: Localiza-se na vertente norte da Serra da Peneda, no extremo noroeste do concelho de montanha de Arcos de Valdevez. Associado a uma forte componente paisagística, este trilho possibilita uma observação sobre o diverso património geológico que ocorre neste território, com especial destaque para o Vale Glaciar da Serra da Peneda. Também permite uma passagem por um vasto complexo agro-silvo-pastoril constituído por núcleos habitacionais, brandas, socalcos, calçadas, regadio, entre outros elementos, o que enriquece patrimonialmente estas comunidades de montanha.



  • Trilho do Vale do Urzal – Ciclo do Pão
(aceder ao folheto informativo)

Extensão: 6,4 km
Localização: freguesia do Rio Frio
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Grijó
Âmbito: Paisagístico – Etnográfico (Ciclo do Pão)
Duração: Cerca de 3 horas
Nível de dificuldade: fácil
Cota máxima atingida: 690 metros (Grijó)
Localizado no extremo oeste do concelho de Arcos de Valdevez, percorre por uma extensa malha de campos agrícolas de montanha, onde se pratica uma agricultura tradicional de subsistência, destacando-se, pela sua importância, o cultivo de variedades regionais de milho branco ou amarelo, com os quais se produz a famosa Broa de Milho Tradicional de Arcos de Valdevez. Além de proporcionar uma jornada completa do ciclo do pão desde a sementeira à cozedura, o pedestrianista pode admirar o esplendor do carvalhal, principalmente no Vale do Urzal.



  • Trilho da Lombadinha
Extensão: 7,1 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: aldeia da Lombadinha (Gondariz)
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 3 hora
Roteiro: O caminho passa por uma denso e imponente carvalhal e estradas de transporte que ligavam a aldeia de Lombadinha a outras vilas de Arcos de Valdevez. Ao longo do trilho podemos observar um moinho de água, silos, pontes rudimentares, lagos e caminhos marcado por rodas de carros de bois ao longo dos séculos.


  • Trilho da Mistura das Águas
Extensão: 8 km
Tipo de Percurso: Linear
Local de partida/chegada: Gavieira (Tibo)
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 3,5 horas
Âmbito: paisagístico-natural.
Roteiro: Tibo - Rio da Peneda - Rio da Veiga - Mistura das Águas (Veiga/Peneda e Peneda/Laboreiro) - Fraga das Pastorinhas - Encostas Alcantiladas



  • Trilho Entre Fojos
Extensão: 10 km
Tipo de Percurso: Linear
Local de partida: Soajo (Travanca)
Local de chegada: Gavieira (Seida)
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 4 horas



  • Trilho do Paço de Giela
Extensão: 2,5 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Giela
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 1 hora



  • Travessia das Serras da Peneda e Soajo
Extensão: 77 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Mezio (Soajo)
Nível de dificuldade: difícil
Duração: 3 dias
Âmbito: Etnográfico - Paisagístico - Natural
Cota máxima atingida: 1240 metros (Chã da Pela)

Etapa 1: Porta do PNPG (Mezio)-Bostelinhos-Fojo da Cabrita-Avelar-Lordelo-Sistelo
Etapa 2: Sistelo-Padrão-Porta Cova-Branda do Furado-Branda de Real-Branda de S. Bento do Cando-Pantano-Santuário da Srª. da Peneda
Etapa 3: Santuário da Srª. da Peneda-Baleiral-Tibo-Mistura das Águas-Várzea-Paradela-Soajo-Vilar de Soente-Porta do PNPG (Mezio)