sábado, janeiro 01, 2011
Grupo de Montanhismo de Vila Real - Calendário de Caminhadas e afins 2011
Calendário de Caminhadas e afins 2011 - Grupo de Montanhismo de Vila Real:
20 e 30 de Janeiro
Travessia Invernal
Serra da Estrela
6 de Fevereiro
Marcha de Inverno
Serra do Larouco
12 a 14 de Fevereiro
Travessia Invernal
Sanabria
27 de Fevereiro
Marcha das Amendoeiras
Serra do Marão
27 de Março
Marcha da Primavera
Serra da Freita
25 de Abril
Marcha da Liberdade
Ribeira de Pena
29 de Abril a 1 de Maio
Travessia de Gredos
7 e 8 de Maio
Marcha de Aniversário do GMVR
Vila Real
21 e 21 de Maio
Travessia Nacional de Montanha
Serra do Alvão
26 de Junho
Marcha das Festas da Cidade - vila Real
16 e 17 de Julho
Marcha de Verão
Serra do Barroso
27 e 28 de Agosto
Marcha de Montanha e Mar
Viana do Castelo
14 de Setembro
Marcha Infantil
Serra do Alvão
25 de Setembro
Marcha das Vindimas
Santa Marta de Penaguião
9 e 9 de Outubro
Marcha de Outono
Serra de Montemuro
16 de Outubro
Serra da Padrela
30 de Outubro
Serra de Bornes
13 de Novembro
Marcha de Magusto
Serra do Marão
27 de Novembro
Serra da Cabreira
3 e 4 de Dezembro
Travessia Invernal Gerês- Peneda
26 de Dezembro
Marcha de Fim de Ano
Serra do Caramulo
Contactos:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm. 936 626 048 ; 914 864 912 ; 934 015 622
E-mail: info@grupomontanhismovr.com
http://www.grupomontanhismovr.com
Calendário de Caminhadas e afins 2007 / 2008 / 2009 / 2010
domingo, abril 04, 2010
Grupo de Montanhismo de Vila Real - Calendário de Caminhadas e afins 2010
Calendário de Caminhadas e afins 2010 - Grupo de Montanhismo de Vila Real:
30 e 31 de Janeiro
Travessia Invernal
Sanabria
7 de Fevereiro
Marcha de Inverno
Serra do Leiranco
13 a 15 de Fevereiro
Travessia Invernal
Serra da Estrela
28 de Fevereiro
Marcha das Amendoeiras
Calçada de Alpajares
28 de Março
Marcha da Primavera
Serra de S. Macário
25 de Abril
Marcha da Liberdade
Vila Pouca de Aguiar
30 de Abril a 2 de Maio
Travessia de Gredos
8 e 9 de Maio
Marcha de Aniversário do GMVR
Vila Real
22 e 23 de Maio
Travessia Nacional de Montanha
Travassos
27 de Junho
Marcha das Festas da Cidade - vila Real
10 e 11 de Julho
Marcha de Verão
Montesinho
21 e 22 de Agosto
Marcha de Montanha e Mar
Caminha
15 de Setembro
Marcha Infantil
Serra do Marão
26 de Setembro
Marcha das Vindimas
Corgo Vinhateiro
9 e 10 de Outubro
Marcha de Outono
Serra da Arada
17 de Outubro
Ascensão ao Monte Faro
Vila For
31 de Outubro
Marcha do Rio Sabor
Nordeste Transmontano
14 de Novembro
Marcha de Magusto
Arnal - Alvão
28 de Novembro
Marcha de Montanha e Gastronómica
4 e 5 de Dezembro
Travessia Invernal Marão -Alvão
26 de Dezembro
Marcha de Fim de Ano
Falperrra
Contactos:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm. 936 626 048 ; 914 864 912 ; 934 015 622
E-mail: info@grupomontanhismovr.com
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Calendário de Caminhadas e afins 2007 / 2008 / 2009
quinta-feira, dezembro 25, 2008
Grupo de Montanhismo de Vila Real - Calendário de Caminhadas e afins 2009
Calendário de Caminhadas e afins 2009 - Grupo de Montanhismo de Vila Real:
22 de Março
Marcha da Primavera - Sabrosa
25 de Abril
Marcha da Liberdade – Tinhela
3 de Maio
Marcha Aniversário - Vila Real
30 de Maio
Marcha Infantil - S. Bento
13 de Junho
100ª Marcha da Juventude – Marcha de St. António
10 a 14 de Junho
Picos de Europa
4 de Julho
Marcha Nocturna - Serra do Alvão
25 de Julho a 2 de Agosto
Pirenéus
19 e 20 de Setembro
Cordadas - Passos
27 de Setembro
Marcha das Vindimas
25 de Outubro
Marcha de Outono - Resende
15 de Novembro
Marcha de Magusto - Arnal
5 e 6 de Dezembro
Travessia Invernal - Gerês
27 de Dezembro
Marcha de Fim de Ano
Contactos:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm. 936 626 048 ; 914 864 912 ; 934 015 622
E-mail: info@grupomontanhismovr.com
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Calendário de Caminhadas e afins 2008
Calendário de Caminhadas e afins 2007
sábado, abril 12, 2008
Marcha da Liberdade, dia 25 de Abril, na Serra da Padrela, organizado pelo Grupo de Montanhismo de Vila Real
25 de Abril
Serra da Padrela
Organização: Grupo de Montanhismo de Vila Real (GMVR)
Apoio: Câmara Municipal de Vila Real
Extensão: 15km
Percurso linear
Grau de dificuldade: média (inclui dois desníveis ascendentes acentuados e dois descendentes pouco acentuados).
Não convém esquecer o esforço, por vezes intenso, que uma ou outra subida mais acentuada vai exigir. Para terminar, seria imperdoável não falar do Povo, que nas aldeias, em tempos não muito distantes, foi quem mais ordenou e decidiu, à sua maneira, festejar e perpetuar uma das datas mais bonitas da nossa história. Venham ver, se possível, mais que cinco e tragam outros amigos também.
Programa:
08h00 - Concentração e Embarque - Praceta N. S.ª da Conceição
09h00 - Início da marcha em Valouras;
16h30 - Chegada a E.M. 1089 ( Loivos)
Inscrições e informações:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm 919001363 ; 936626048
info@grupomontanhismovr.com
Fonte do texto e imagem: Grupo de Montanhismo de Vila Real
sexta-feira, abril 11, 2008
Caminhada 25 de Abril, em Vila Nova - Vila Real, promovida pela Associação Cultural Desportiva e Social de Vila Nova
Vila Nova - Vila Real
Ogranização: Associação Cultural Desportiva e Social de Vila Nova
Partida: junto ao café Vila Nova - Vila Nova (Vila Real) -8h30
Inscrições:
Associação Cultural Desportiva e Social de Vila Nova
Tlm.964525430
ou café Vila Nova (Vila Real)
Fonte do texto e imagem: Associação Cultural Desportiva e Social de Vila Nova
terça-feira, março 11, 2008
Passeio Pedestre “Árvores Notáveis de Vila Real e da UTAD”, em 15 de Março, organizado pelo Departamento Florestal da UTAD
15 de Março
Vila Real
Local de concentração: Quinta dos Prados - Vila Real (14h30)
Organização: Departamento Florestal da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Vila Real)
Actividade no âmbito da Semana Florestal da UTAD 2008
Inscrições e informações:
SFN_UTAD@portugalmail.pt
UTAD - Departamento Florestal
Quinta dos Prados - Edifício das Ciências Florestais
5001-801 Vila Real
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Passeio pedestre e de comboio "Por Linhas Travessas", nas linhas do Douro e Tua, dia 24 de Fevereiro, organizado pelo NEPA e a Quercus - Vila Real
1º Passeio “Por Linhas Travessas”
24 de Fevereiro
Linhas do Douro e Tua
Organização: NEPA - Núcleo de Estudo e Protecção do Ambiente da UTAD, em parceria com a Quercus - Núcleo de Vila Real,
No primeiro ciclo de percursos – designado “Por Linhas Travessas”-, serão percorridas as linhas do Tua, do Corgo e do Tâmega. O primeiro passeio vai realizar-se no dia 24 de Fevereiro, domingo, nas linhas do Douro e Tua. O percurso inicia-se de comboio em Peso de Régua ás 11h 15m (Interregional n.º 865), subindo a linha do Douro até Foz Tua. Aqui será feito transbordo para a linha do Tua (11h 58m), recentemente reaberta, até ao apeadeiro de Abreiro, seguido de um passeio a pé, a partir de cerca das 13h15, com cerca de duas horas de duração, ao longo do vale do Tua. Todo o percurso será acompanhado por especialistas em fauna, flora e paisagem.
Inscrições e informações:
nepa@utad.pt
Tlf 934 302 187 , 969 008 193.
Fonte do texto e imagem: Movimento Cívico pela Linha do Tua
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Grupo de Montanhismo de Vila Real - Calendário de Caminhadas e afins 2008
20 de Janeiro
97ª Marcha da Juventude/ Inverno - Região de Barroso
2 a 5 de Fevereiro
Nevestrela – XXV edição - Serra da Estrela
24 de Fevereiro
Marcha das Amendoeiras – Sabor Douro
8 de Março
Participação na inauguração de percursos - Santa Marta de Penaguião.
28 a 30 de Março
Encontro Ibérico de Montanhismo – Gardunha
30 de Março
99ª Marcha da Juventude - Marcha da Primavera
12 e 13 de Abril
Travessia - Cristas do Douro III Etapa (Arnozelo – S.João da Pesqueira – Ervedosa do Douro)
25 de Abril
Marcha da Liberdade – Serra da Padrela
4 de Maio
Marcha Aniversário – Alvão (refazer a 1ª marcha oficial do Clube)
24 de Maio
Marcha veteranos/FPME - Batalha
13 de Junho
100ª Marcha da Juventude – Marcha de St. António
28 de Junho
VIII ª Marcha Nocturna - Falperra
24 de Agosto
101ª Marcha da Juventude – Verão
29 de Setembro
Marcha das Vindimas
Contactos:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm. 936 626 048 ; 914 864 912 ; 934 015 622
E-mail: info@grupomontanhismovr.com
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Calendário de Caminhadas e afins 2007
sexta-feira, agosto 31, 2007
1ª Caminhada da Freguesia de Folhadela, concelho de Vila Real, dia 16 de Setembro
1ª Caminhada da Freguesia de Folhadela, concelho de Vila Real
16 de Setembro de 2007 (Domingo)
Programa:
8,30 h - Abertura do secretariado (Junto ao Café Batista em Folhadela)
9,00 h - Início da caminhada seguindo o percurso:
Folhadela em direcção a Vila Nova de Baixo, Vila Nova de Cima
Bustelo
10,30 h – Entrega de Lanches na Povoação de Sabroso
Sabroso, em direcção Quinta da Pala por caminhos florestais e vinhas
13,00 h – Almoço Convívio (Restaurante Melo – Vila Nova de Cima)

Informações Gerais e Inscrições:
A inscrição é de 10 € por pessoa (inclui almoço e lanche, e oferta de t-shirt alusiva)
Data Limite Inscrição dia 11 de Setembro (inscrições limitadas a 120 participantes)
Carlos Santos – 914039951 – E-mail – carlosasantos@hotmail.com
Carlos Teixeira – 917883103
Filipe Gonçalves – 967159962 – E-mail – jfgoncalves@gmail.com
gcrfolhadela@gmail.com
Realização coorganizada por:
Grupo Cultural e Recreativo de Folhadela
Associação Desportiva e Cultural de Sabroso
Grupo de Caminheiros Além Rio
Fonte do texto e imagem: blogue Folhadela
quarta-feira, junho 27, 2007
Percurso Pedestre "Na Senda de Camilo" dia 30 de Junho, em Vilarinho da Samardã (Vila Real), pela "Sociedade Portuguesa de Incentivo ao Desporto"

Fonte a imagem: Sociedade Portuguesa de Incentivo ao Desporto (SPID)
quinta-feira, junho 21, 2007
Câmara Municipal de Vila Real apresentou hoje cinco percursos pedestres no concelho.
"A Câmara Municipal de Vila Real apresentou hoje cinco percursos pedestres, que levam à descoberta do concelho num total de 32 quilómetros, divulgando o património arquitectónico e sensibilizando a população para a preservação do meio ambiente.
Com passagem pelo Santuário de Panóias, o Fojo do Lobo, as Minas de Vila Cova, igrejas, espigueiros, cortes de gado ou casas tradicionais em granito, os percursos pretendem, segundo o vice-presidente da autarquia, Domingos Madeira Pinto, «valorizar» o património de Vila Real.
O autarca referiu que o projecto «visa dotar o concelho de um conjunto de infra-estruturas públicas de apoio ao turismo na natureza, proporcionando aos turistas, visitantes e população local o usufruto equilibrado do seu património ambiental e paisagístico». «O objectivo é levar os turistas e a população da cidade de Vila Real aos meios rurais do concelho», acrescentou. Madeira Pinto referiu que as juntas de freguesia por onde passam os percursos vão disponibilizar os roteiros e mapas.
Os percursos definidos neste projecto, que contou com um investimento de 25 mil euros financiados em 60% pelo programa Leader, têm uma extensão variável entre os três e os 12 quilómetros.
Foram colocadas ao longo dos percursos 50 placas de sinalização.
O "Circuito das Três Aldeias" engloba a passagem pelas aldeias de Vila Meã, Linhares e Águas Santas, marcadamente rurais e com uma arquitectura tradicional, onde podem ser observados os espigueiros, as eiras, cortes de gado e algumas espécies da fauna como a águia-de-asa-redonda ou o lagarto d´água.
Com passagem pelo santuário pré-histórico de Panóias, o "Circuito de Constantim" leva ainda os visitantes às igrejas matrizes de Constantim e de Assento, atravessando uma mancha de pinhal que acolhe várias espécies de aves de rapina.
O "Circuito do Carvalhal" é marcado pela vegetação «exuberante» onde podem ser observados carvalhos e castanheiros, amieiros e onde vivem espécies como o gato-bravo, o javali, a coruja-do-mato e uma imensidão de borboletas.
As instalações abandonadas das minas de Vila Cova, as cristas de quartzito, casas tradicionais em granito ou a sepultura antropomórfica são alguns dos pontos que podem ser observados no "Circuito do Mineiro".
Por fim, em Samardã, onde a paisagem é caracteristicamente de montanha e dominam os matos de altitude, pode ser visitado o Fojo do Lobo num circuito dedicado essencialmente à fauna local.
segunda-feira, junho 18, 2007
"Roteiros e Percursos Eco-turísticos do Concelho de Vila Real”, será apresentada dia 20 de Junho, na Câmara Municipal de Vila Real
"Este Projecto visa dotar o Concelho de Vila Real de um conjunto de infra-estrutura públicas de apoio ao turismo na natureza, proporcionando aos turistas, visitantes e população local o usufruto equilibrado do seu património ambiental e paisagístico. Nesse sentido, visa igualmente constituir um incentivo ao desenvolvimento sustentado das comunidades locais."
Trata-se de uma rede que engloba cinco percursos de Pequena Rota, que percorrem diversas freguesias do concelho dando a conhecer o património natural, ambiental e histórico-cultural do mesmo.
Percurso 1 – Circuito das Três Aldeias
Rota: Linhares – Águas Santas - Vila Meã – Linhares
Extensão: 6 kms
Duração: 2h30
Dificuldade: Baixa
Âmbito: Etnográfico
Percurso 2 – Circuito de Constantim
Rota: Constantim – Assento – Santuário de Panóias - Constantim
Extensão: 3 kms
Duração: 1h30
Dificuldade: Baixa
Âmbito: Histórico - Cultural
Percurso 3 – Circuito do Carvalhal
Rota: S. Miguel de Pena – Vilarinho – Capela de N. Srª de Fátima – Gontães – Vilarinho - S. Miguel de Pena
Extensão: 5 kms
Duração: 2h
Dificuldade: Baixa
Âmbito: Ecológico (flora)
Percurso 4 – Circuito do Mineiro
Rota: Vila Cova – Mascoselo – Vila Cova
Extensão: 12 kms
Duração: 4h
Dificuldade: Média
Âmbito: Geológico
Percurso 5 – Circuito do Lobo
Rota: Samardã – Fojo do Lobo - Samardã
Extensão: 6 kms
Duração: 2h
Dificuldade: Baixa
Âmbito: Ecológico (flora)
quarta-feira, junho 13, 2007
XIV Encontro Nacional dos Caminheiros de Vila Real juntou mais de 200 caminheiros, em 10 de Junho
Estiveram presentes caminheiros do Fundão (Casa do Benfica e da Gardunha), Coimbra, Vila Pouca, Régua, Valpaços, Borbela, Folhadela e Andrães. Pouco passava das 09 horas da manhã, quando os mais de duzentos caminheiros presentes se puseram a caminho, para percorrerem um circuito relativamente reduzido que percorreu terras de Folhadela, Constantim, Arroios e regresso à cidade.
O passeio decorreu calmamente, em ambiente de sã camaradagem e convívio, proporcionado por paisagens interessantes sobre a cidade e as serras do Marão e Alvão, além das colinas e caminhos verdes do vale de Torneiros e Arroios.
Entretanto, no próximo dia 17, domingo, realiza-se uma caminhada em prol da Associação Via Nova. Esta caminhada pretende ser um momento para angariação de fundos, com vista à construção das instalações da Via Nova. A saída será da Câmara, pelas 08.30h. O percurso é fácil e curto, pelo que qualquer pessoa, com um mínimo de treino, o pode efectuar. A Via Nova é uma associação que se dedica a receber e educar crianças oriundas de famílias desestruturadas."
Fonte: Notícias de Vila Real -12-6-007
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Grupo de Montanhismo de Vila Real - Calendário de Actividades 2007 no âmbito do Pedestrianismo
Dia 14 89ª Marcha da Juventude/ Inverno Terras do Demo
Fevereiro
Dia 25 Caminhos de Jacinto - Baião
Março
Dia 18 93ª Marcha da Juventude - Primavera
Dia 23 Conhecer a Montanha - Marcha Infantil
Abril
Dia 6,7 Travessia - Cristas do Douro I Etapa GR14- Douro
Dia 22 Travessia - Cristas do Douro II Etapa GR14- Douro
Dia 25-Abril Festa da Liberdade - Marcha e Escalada
Maio
Dia 6 Marcha Aniversário Passos
Junho
Dia 30 VII ª Marcha Nocturna Alvão
Setembro
Dia 30 Marcha das Vindimas
Outubro
Dia 5 e 6 Travessia - Cristas do Douro IIIª Etapa GR14 DOURO
Novembro
Dia 10 e 11 Encontro Nacional de Montanhismo de Outono Marão - Campeã
Contactos:
Grupo de Montanhismo de Vila Real
Apartado 169
5000 Vila Real
Tlm. 936 626 048 ; 914 864 912 ; 934 015 622
E-mail: info@grupomontanhismovr.com
http://www.grupomontanhismovr.com/
quarta-feira, março 01, 2006
Parque Natural do Alvão- Percursos Pedestres

- Percurso Pedestre Agarez/Arnal/Agarez
Extensão : 6,5 km
Duração : 3 horas (aproximadamente)
Dificuldade : Alto
Apoios: Parque de merendas, antes do desvio para Galegos da Serra, na proximidade da queda de água do moinho de Galegos. Café e telefone (Agarez e Galegos da Serra). Com marcação prévia, possibilidade de estadia no Centro de Acolhimento do PNAlvão em Arnal.
Pontos de interesse: Paisagem de grandes contrastes entre verdes campos e declives rochosos ; Arquitectura tradicional de Galegos da Serra e Arnal ; Caos granítico de Arnal ; Amplas vistas sobre a cidade de Vila Real e regiões circundantes ; Altitudes compreendidas entre 700m e 1 000m).
Percurso pedestre circular, com caminhos de pé posto, carreteiros e troços de estrada alcatroada.
Acesso: A partir da IP4 - Saída Vila Real / Hospital, seguir direcção Hospital / Lordelo / Agarez.
- Percurso Pedestre Barragens/Barreiro/Lamas d'Olo
Extensão : 13,5 Km
Duração : 4h30
Dificuldade : Médio
Apoios: Parque de merendas e estacionamento de viaturas (prox. Barragem Cimeira). Cafés/mercearia e telefone (Barreiro, Varzigueto, Lamas de Olo). Possibilidade de serviço de refeições nestas aldeias, bem como em Ermelo e Anta (aconselhamos marcação prévia).
Pontos de interesse: Barragens do Alvão, áreas de matos, aldeias rurais (Barreiro e Lamas de Olo), campos de cultivo, lameiros, carvalhais e pinhais.
O Barreiro (situado entre as cotas de 950 metros e 975 metros) tem cerca de 52 habitantes (recenseamento de 2001). Lamas de Olo (situada entre as cotas de 1000 metros e 1050 metros) tem cerca de 154 habitantes (recenseamento de 2001).
Percurso circular em caminhos de pé posto, carreteiros e troços de estrada alcatroada.
- Galegos da Serra - Arnal
- P.P. Mondim de Basto
Parque Natural do Litoral Norte - Percursos Pedestres

Ponto de Partida: Clube Náutico de Fão
Distância Percorrida: 5,7 Km
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Âmbito do Percurso: Paisagístico-Ambiental
Tipo de Percurso: circular
À medida que nos deslocamos para norte, surge um tipo de vegetação ligeiramente diferente, com destaque para o tremoceiro bravo (Lupinus angustifolius) e para os cistos (Cistus salvifolius). Um pouco mais à frente, observa-se o aparecimento de pinheiro manso (Pinus pinea) e de pinheiro bravo (Pinus pinaster) e também podemos constatar a existência de canais de água, já um pouco afastados do braço principal do rio.
Mais à frente, aos 760 m, junto a um antigo poço de água, viramos à direita em direcção a nascente de forma a observar canais de águas mais quentes e pouco profundas, muito utilizados por algumas espécies piscícolas para aí desovarem. Este local é excelente para a observação de aves, pois é também procurado por algumas aves migradoras que aqui encontram refúgio e alimento.
Abandonando o local, em direcção a poente, passamos novamente pelo poço, seguindo até à zona de pinhal. Ao entroncarmos num antigo caminho com calçada à portuguesa, vira-se à direita, para norte. Continuando pelo caminho em calçada, por entre o pinhal e várias vivendas, depois de ultrapassarmos a Estalagem Parque do Rio, viramos à direita em direcção à rua da Casa Mirusca, junto à casa cor de salmão que ali se encontra. Ao chegar ao leito do rio encontramos mais um excelente local para a observação de aves, para além de uma óptima vista da cidade de Esposende na margem direita do rio. Voltando para trás, ao chegar novamente ao caminho em calçada, viremos à direita, prosseguindo pelo mesmo. Depois de passarmos o Clube Náutico de Ofir, continuamos por um trilho em areia que nos levará a um passadiço. Tomando o mesmo, chegaremos a uma plataforma que nos permite uma óptima vista sobre a foz do Cávado e da restinga de Ofir. Esta é uma barreira natural que separa o mar do rio e que protege a cidade de Esposende do avanço das águas do mar.
Abandonando o local pelo mesmo passadiço e depois de passar novamente o Clube Náutico de Ofir, encontraremos um entroncamento em que deveremos tomar o caminho da direita, seguindo sempre para sul, em direcção às Torres de Ofir. Ao chegarmos junto destas podemos aproveitar para visitar a famosa praia de Ofir e ao mesmo tempo observar as marcas do processo de erosão a que esta costa tem vindo a ser sujeita. Ao regressar, depois de passarmos o parque de estacionamento e o Hotel Ofir, viremos à direita pela estrada municipal 501. Seguindo esta estrada, em paralelo, que nos permite observar parte do Pinhal de Ofir, iremos ter à Capela e Facho da Bonança.
Depois desta visita, prosseguimos pela mesma estrada, para sul, até encontrarmos à nossa direita o passadiço do Fagil. Seguindo o mesmo, podemos observar as formações dunares e a vegetação que ajuda a fixar as areias que constituem as mesmas. Ao chegar à praia, devemos virar à esquerda. Percorridos cerca de 690 metros, encontraremos uma ligeira subida onde os pescadores costumam deixar os seus barcos, a qual devemos seguir. Seguindo sempre para sul, depois de passar por várias habitações, tomamos o passadiço à nossa direita, que nos levará de novo até à praia.
Uma vez nas areias da praia, deslocamo-nos para sul, em direcção aos Moinhos de Vento da Apúlia. As barracas que podemos observar em plena duna, à nossa esquerda, serviram em épocas passadas de arrecadação de utensílios para a apanha do sargaço e pilado. Ao chegarmos aos moinhos, sobe-se o passadiço que se encontra entre o primeiro e o segundo moinho, um excelente local para se observar novamente o cordão dunar e a própria praia de Apúlia. Após percorrer o passadiço, encontramos novamente a estrada municipal 501, que devemos atravessar, seguindo depois por um caminho de terra batida à nossa esquerda. Iremos encontrar um entroncamento em que devemos virar à direita e logo de seguida à esquerda, até encontrarmos uma estrada em paralelo que devemos tomar para nascente. Percorridos cerca de 750 m, poderemos observar, à nossa esquerda, uma masseira ainda utilizada para a cultura de produtos hortícolas. Estes campos em forma de gamela são escavados de forma a se localizarem mais perto do lençol freático. As terras que são removidas para o efeito são colocadas na extremidade da área de cultivo de forma a servirem de barreira à acção do vento, produzindo igualmente efeito de estufa, microclima ideal para o crescimento de produtos hortícolas.
Continuando, iremos encontrar um trilho à nossa direita que nos levará até à Lagoa da Apúlia. Segundo a Directiva Habitats (Decreto-Lei n.º 140/99 de 24 de Abril com a redacção dada pelo Decreto-Lei n 49/05 de 24 de Fevereiro) esta lagoa costeira é considerada um Habitat Prioritário para a Conservação da Natureza, sendo denominado por Laguna Costeira. Estas lagunas caracterizam-se por serem zonas húmidas que apresentam uma grande variedade de salinidade e volume de água, podendo estar completa ou parcialmente separadas ao mar por bancos de areia. O isolamento a que estão sujeitas provoca, aquando da época das chuvas, uma diminuição da salinidade.
Nesta existe uma floresta ripícola de Amieiro (Alnus glutinosa) que é inundada periodicamente.
Regressando à estrada, continuamos a seguir para nascente até tomarmos um caminho em terra batida à esquerda. Prosseguindo para norte, iremos encontrar um cruzamento em que viramos à esquerda, para poente, até aparecer outro cruzamento em que viramos novamente à direita, para norte. Esta é de facto uma zona bastante calma e aprazível em que podemos observar uma mescla de manchas de pinhal com campos de cultivo. No final deste caminho, à nossa esquerda, encontraremos uma estrada em paralelo, a qual devemos seguir em direcção a norte. Ao fim de percorrermos cerca de 530m, poderemos visitar, à nossa esquerda, a Necrópole Medieval das Barreiras. Depois desta visita, ao encontrarmos um cruzamento, devemos seguir sempre em frente até aparecer um entroncamento, onde viramos à direita em direcção ao Centro Cultural de Fão, finalizando este percurso ali perto, no Clube Náutico de Fão.
Ponto de Partida: parque de estacionamento da praia de Guilheta.
Distância Percorrida: 9,5 Km
Duração do Percurso: 3 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Âmbito do Percurso: ambiental, cultural, desportivo e paisagístico.
Tipo de Percurso: circular
Tendo como ponto de partida o parque de estacionamento, devemos seguir para norte até ao Caminho dos Cactos, que se encontra em frente às moradias de veraneio. Percorrendo este trilho, ao longo da margem esquerda do Rio Neiva, ao fim de cerca de 100 metros deslumbramo-nos com a paisagem estuarina deste rio, local onde muitas aves migradoras encontram refúgio. Destaque para a presença da garça-real (Ardea cinerea), pato-real (Anas platyrhyncus), gaivota (Larus cachinans) e guarda-rios (Alcedo athis). Continuando em direcção a norte, atingimos a foz deste curso de água, denotando-se uma grande variedade de vegetação dunar, com especial incidência para a eruca marítima, cordeirinhos da praia e lírios das areias.
Voltando atrás pelo mesmo percurso, depois de passar pelo parque de estacionamento, devemos virar à direita através de um caminho em paralelo, que nos levará até um trilho em terra batida que devemos tomar. Seguindo, iremos encontrar um trilho que desce, à nossa esquerda, por onde devemos seguir, em direcção a sul. Encontramo-nos numa zona de transição entre o sistema dunar e a área agrícola.
Continuando, iremos encontrar um pequeno entroncamento, no qual tomaremos o caminho da esquerda, para nascente, sendo que aqui já nos encontramos numa zona de campos de cultivo. Ao encontrarmos um caminho à nossa direita, devemos seguir pelo mesmo. Depois de percorrer cerca de 450m, e após passar pelo Parque de Campismo de Belinho, iremos encontrar a E.M. 1002. Aqui vira-se à direita, percorrendo cerca de 200m até chegarmos junto a um passadiço, que nos levará até à praia. Aqui pode-se observar o amontoado de seixos que se alojou entre as dunas e o mar, formando uma crista que serve de barreira de protecção ao próprio sistema dunar. Voltando pelo mesmo passadiço, podemos aqui observar os corredores eólicos formados em plena duna e o coberto vegetal que fixa as areias que constituem estas elevações. Pode-se também apreciar a transição do ecossistema dunar para um outro de pinhal, zona onde é ainda muito reduzida a pressão turística.
No final do passadiço, devemos seguir para a direita. Seguindo então para sul, percorridos cerca de 400 m, segue-se através de um caminho à nossa direita. Seguimos, agora, junto à base, do lado nascente, das formações dunares, entre estas e campos de cultivo. Percorridos cerca de 850 m, vira-se à esquerda, para a zona agrícola. Seguindo sempre em direcção a nascente, percorrido cerca de 1100 m, e depois de passar as instalações da cooperativa agrícola, encontramos uma bifurcação, junto a um pequeno riacho, em que seguimos pela esquerda. Poucos metros à frente, cerca de 200, devemos virar à direita, percorrendo depois cerca de 250 m até virarmos outra vez, desta feita, à esquerda. Seguindo, agora para norte, podemos observar a presença de pinheiro-bravo (Pinus pinaster) e pinheiro-manso (Pinus pinea) em algumas manchas que surgem entre os campos de cultivo. Depois de passar por um entroncamento em que se segue em frente, aparece uma bifurcação, onde tomamos o caminho da direita.
Seguindo para norte, alcançamos o cruzamento com a E.M. 1002, local onde seguimos em frente. O caminho que tomamos segue para norte entre planície agrícola até que, percorridos cerca de 900 metros, deparamo-nos com um entroncamento em que deveremos seguir para a direita através da Rua da Ribeira. Poucos metros à frente surge um novo entroncamento, junto à estação de Tratamento de Águas Residuais de Guilheta. Viremos à direita através da E.M. 546, percorrendo cerca de 200 metros, altura em que se deixa esta artéria, virando à esquerda através de um caminho em terra batida que passa junto a uma cabine de alta tensão e que nos leva até à Capela de Santa Tecla. Apesar de não se saber ao certo a data da sua fundação, pode-se afirmar que a Capela de Santa Tecla é uma das ermidas mais antigas do concelho de Esposende, pois já vinha referida nas inquirições de 1220. Esta capela de arquitectura simples, despojada de grandes ornamentos, possui um generoso adro, onde podemos observar alguns belos plátanos, sendo um excelente local em dia de romaria, que se realiza anualmente no 1º domingo de Setembro.
O açude que podemos observar, que atravessa o rio Neiva, serviria para represar as águas, que por sua vez, seriam a força motriz que accionaria as duas azenhas que existiam nas margens. O engenho de Santa Tecla, na margem esquerda, era de uma só roda e movia duas serras. O edifício em granito que hoje se observa encontra-se adaptado a habitação.
Seguindo por um caminho ao longo da margem esquerda do Rio Neiva, deslocamo-nos em direcção a poente. Depois atravessar uma pequena linha de água, através de uma pontelha de madeira, deixamos este caminho e vira-se à esquerda junto a um poste de alta tensão. Novamente junto à ETAR de Guilheta, viremos à direita, através da E.M. 546 em direcção à foz do Neiva, atingindo o final do percurso.
Motivos de Interesse: O estuário do Rio Neiva e as espécies de fauna e flora que aí residem; a área de cultivo de produtos agrícolas; o sistema dunar; a Capela de Santa Tecla e os engenhos de moagem e serração que se encontram junto do curso do Neiva.
- Trilho da Apúlia a Ofir
Distância Percorrida: 5 Km
Duração do Percurso: 1h30
Grau de Dificuldade: fácil
Âmbito do Percurso: ambiental e paisagístico.
Tipo de Percurso: linear
Roteiro: O percurso desenrola-se ao longo da orla marítima, na direcção Sul-Norte, percorrendo parte do território das freguesias deApúlia e Fão, no concelho de Esposende



