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domingo, dezembro 20, 2009

Ecopista do Rio Minho (Valença - Monção) granjeia prémio nos "European Greenways Award" 2009


O prémio "European Greenways Award" 2009 promovido pela European Greenway Association (E.G.W.A.) e pela região da Valónia na Bélgica, com o apoio da Fundación Biodiversidad e da Direcção-Geral das Empresas e Turismo - União Europeia, foi anunciado, em 9 de Outubro, no Centre Culturel "TRIANGEL" em St Vith, na Bélgica.

À edição de 2009 concorreram 21 vias verdes de 10 países. Na categoria "Sustainable Development and Tourism" a Ecopista do Rio Minho (Valença -Monção) recebeu o 4º prémio (sendo a única de Portugal a obter um prémio neste concurso, até ao momento). O 1º prémio nesta categoria foi atribuído à "Via Verde de la Sierra" da Deputação de Cádiz, na Andaluzia, Espanha. Na categoria "Mobilidade" o 1º prémio foi atribuído à "Comber Greenway", na Irlanda do Norte, Reino Unido.

Este prémio foi criado em 2003 e o concurso realiza-se a cada dois anos.


A Ecopista “Rio Minho”, de Valença a Monção, uma -via verde- “colada” ao rio, faz o aproveitamento da antiga linha do caminho-de-ferro, numa extensão de 9 Km no concelho de Valença. A Ecopista está destinada a passeios pedonais, de bicicleta, patins em linha, skate e tem reforçado a oferta turística da região com um novo produto de natureza que mostra alguns dos aspectos mais cativantes do Vale do Minho.

O percurso da ecopista proporciona passeios por vinhedos, campos de cultivo, contactos com o rio Minho, ribeiros e vistas sobre a Praça-Forte de Valença, a Catedral de Tui e a Torre de Lapela. Alguns miradouros proporcionam vistas privilegiadas para o rio Minho e as veigas. As pesqueiras, as praias fluviais e ínsuas, inseridas na Rede Natura 2000 e um vasto património edificado permitem pequenas escapadas complementares à ecopista. O Centro de Interpretação da Ecopista, na antiga Casa da Vigia, mostra a fauna, a flora e as memórias da antiga linha do caminho de ferro.


Consultar lista dos premiados no "European Greenways Award" 2009


quarta-feira, maio 06, 2009

Inaugurada Ecopista do Montado, em Montemor-o-Novo, com extensão de 13 quilómetros. Liga Montemor-o-Novo a Torre da Gadanha,

Foi inaugurada domingo, dia 8 de Março, em Montemor-o-Novo, a Ecopista do Montado. A iniciativa, teve lugar no Lg. Machado dos Santos (Lag. da Estação), seguindo-se um passeio de BTT e caminhada pela Ecopista. Depois do passeio houve um lanche (pic nic) no Jardim da Estação.

O antigo ramal ferroviário de Montemor-o-Novo-Torre da Gadanha, foi inaugurado em 2 de Setembro de 1909 e foi desactivado em 1988. Em 2009, este percurso, num trilho de cerca 13 Km, bem definido e quase sem desníveis, irá ganhar nova vida através da Ecopista do Montado.

Este troço tem uma das extremidades na Cidade de Montemor-o-Novo, passa pela povoação e respectivo apeadeiro do Paião, terminando na estação da Torre da Gadanha. A partir do Paião, liga, através de Percursos de BTT sinalizados no terreno, com a Rede Local de Turismo de Natureza implementada.



A Ecopista do Montado é uma infra-estrutura desportiva, recreativa e de lazer que possibilita a prática de actividades ao ar livre, reconhecidas como elementos fundamentais da educação, cultura e vida social, destinando-se à prática de caminhadas, passeios cicloturísticos/BTT, passeios a cavalo no piso de terra batida, passeios em patins e similares.


Esta Ecopista surge através do Projecto NATURALE, com o propósito de alcançar quatro objectivos:
  • Promover o património natural e cultural existentes, com particular destaque para o património ferroviário, cuja existência potenciou este projecto;
  • Criar uma estrutura educativa e informativa, que associe o lazer à descoberta do território nas suas diversas vertentes, património, práticas tradicionais, fauna e flora;
  • Favorecer a prática do desporto, na sua vertente mais informal, como forma reconhecida de favorecer o bem-estar e a saúde pública;
  • Criar uma estrutura que favoreça o recreio informal em meio rural, promovendo formas de lazer saudáveis e amigas do ambiente.
O Projecto Naturale despontou no âmbito do reforço das Redes Locais de Turismo de Natureza, e com o objectivo de complementar a oferta disponível para os utilizadores das Ecopistas, requalificando-se o troço ferroviário desactivado “Montemor-o-Novo – Torre da Guadanha”, dotando-o de condições de conforto e segurança, bem como de informação para os utilizadores das Ecopistas.

Desta forma, pretendeu-se reforçar a Rede Local de Turismo de Natureza e, simultaneamente, contribuir para a implementação da Rede Transfronteiriça prevista no Projecto NATURALE, bem como para a expansão da Rede Verde Europeia. No primeiro caso, o objectivo é atingido reforçando a ligação entre Percursos Pedestres e BTT existentes, e proporcionando novas ligações, designadamente, ao nível de infra-estruturas de alojamento.



O investimento total foi cerca de 541.948,78 mil euros. num contrato de concessão entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a REFER.

Fonte do texto e fotos: Câmara Municipal de Montemor-o-Novo

sexta-feira, abril 11, 2008

Câmara Municipal de Évora ilumina Ecopista, que conta com projecto de ampliação, para 40 kms adicionais


"A Câmara Municipal de Évora iniciou recentemente a intervenção que visa a iluminação de toda a área urbana da Ecopista, na extensão de quatro quilómetros, entre os bairros Chafariz d’El rei e Bacelo. Assim, toda esta área onde se desenvolve a Ecopista, e cujo pavimento é um tapete betuminoso, disporá de iluminação pública que irá permitir aos utentes a circulação em condições seguras, durante a noite.

A iluminação da Ecopista não se encontrava prevista, porquanto este tipo de projectos visa o reaproveitamento de infra-estruturas ferroviárias numa lógica muito informal, de contacto com a natureza. Contudo, devido à extraordinária utilização que a Ecopista teve desde a sua inauguração, a autarquia decidiu implementar a iluminação, aumentando os níveis de conforto para os utilizadores.

Com mais esta melhoria, os frequentadores da Ecopista poderão, doravante, desfrutar desta infra-estrutura noutros moldes, designadamente à noite. O primeiro troço da Ecopista, que ligou Évora à Graça do Divor foi inaugurada em 25 de Abril de 2005 tendo um ano mais tarde sido inaugurado o troço até à Sempre Noiva e a ligação ao concelho de Arraiolos.


Ampliação da Ecopista
Entretanto, e face ao enorme sucesso que constituiu a Ecopista do Ramal Évora - Mora, foi já celebrado o contrato entre a Câmara de Évora e a REFER para a construção da Ecopista do Ramal de Reguengos que no futuro ligará Évora a Reguengos de Monsaraz e será interligado com a actual Ecopista
. Segundo o projecto, a segunda ecopista de Évora terá cerca de 40 quilómetros, sendo 25 no concelho de Évora e os restantes nos concelhos de Redondo e Reguengos de Monsaraz.


Fonte: Câmara Municipal de Évora

sexta-feira, abril 04, 2008

Ecopista da Linha do Tâmega já tem projecto de execução aprovado no concelho de Amarante. Troço com 13,8 km de extensão, sendo parte com iluminação

A Câmara Municipal de Amarante aprovou o projecto de execução da ecopista a construir no canal da Linha do Tâmega, entre a estação de Amarante e o apeadeiro da Chapa.

Este projecto prevê a requalificação do antigo canal ferroviário e encontra-se dividido em quatro partes, contemplando a primeira a requalificação do canal e as três restantes a dos espaços exteriores das estações de Amarante e os apeadeiros de Gatão e Chapa. Com uma extensão de 13,757 metros, a ecopista terá uma largura constante de 3,50 metros, o que vai tornar praticável um maior número de actividades”.

Nas intercepções entre o percurso da ecopista e os percursos viários, está prevista uma guarda metálica movível no sentido de criar uma barreira que poderá ser transposta por veículos condicionados e autorizados pelo Município. Para os atravessamentos pedonais projecta-se a existência de pilaretes metálicos para evitar circulação indevida de veículos. Estes atravessamentos serão sinalizados no pavimento para chamada de atenção e abrandamento das bicicletas. No que se refere à vegetação, o projecto de execução da ecopista da Linha do Tâmega prevê a manutenção dos exemplares existentes.

O piso será em betuminoso colorido em tons terra, secundado por lancis em madeira tratada, segundo a informação da autarquia, que justifica a opção por este tipo de piso por razões de «conforto, polivalência e baixo atrito». A ecopista será dotada de mobiliário urbano e sinaléctica e as antigas estações de caminho de ferro serão igualmente requalificadas para apoio aos utilizadores. A estrutura será iluminada no troço mais urbano - cerca de seis quilómetros entre Amarante e Gatão - permitindo a sua utilização nocturna.


O custo estimado para a construção da ecopista da Linha do Tâmega é de, aproximadamente, dois milhões de euros, devendo o projecto vir a integrar uma candidatura no âmbito da Mobilidade Territorial.


Fonte: Diário Digital -01-04-2008

sábado, agosto 04, 2007

Rede de Percursos Ambientais do concelho de Évora já está regulamentada em Diário da República


"A utilização dos diversos percursos ambientais existentes no concelho de Évora já está regulamentada, após a publicação em Diário da República, 2.ª série, n.º 133, do Regulamento de Utilização da Rede de Percursos Ambientais, o qual, nos termos do art. 10.º, entra em vigor no próximo dia 28 de Julho.

Assim, a partir desta data a Câmara Municipal de Évora irá orientar a gestão da Rede de Percursos Ambientais, composta pela Ecopista, percursos do Alto de S. Bento, percurso do Aqueduto, percursos do Monfurado, e outros que entretanto possam integrar esta rede, procurando zelar pela manutenção destes espaços em condições de poderem ser utilizados livremente por todos os cidadãos.

O presente regulamento estabelece um conjunto de regras de utilização que vão no sentido de responder a algumas preocupações manifestadas pelos utilizadores regulares. Fica assim definido por lei que os percursos ambientais sem trânsito motorizado (Ecopista, Aqueduto e Alto de S. Bento) se destinam à circulação a pé, de bicicleta e de cadeira de rodas, sendo expressamente proibido o parqueamento e a circulação de cavaleiros, veículos de tracção animal e quaisquer máquinas ou veículos motorizados. Todos os peões e ciclistas devem circular sempre pela direita, salvo se existir sinalização específica noutro sentido. Estão previstas contra-ordenações puníveis com coimas de €50 a €1000 para incumprimentos.

Os percursos do Monfurado (e outros que serão brevemente divulgados) utilizam caminhos públicos e municipais, onde naturalmente podem também circular veículos motorizados e cavaleiros. Nestes caminhos todos os utilizadores devem respeitar e cumprir as regras e procedimentos básicos de segurança

Contudo, em todos os percursos ambientais é proibido a presença de canídeos sem trela ou açaimo, transitar sem meios de segurança próprios, nomeadamente capacete, no caso dos ciclistas, fazer fogo, lançar resíduos para as vias, danificar os caminhos, construir vedações ou praticar outros actos que prejudiquem a circulação, entre outros aspectos.

Os percursos ambientais de Évora constituem um conjunto de itinerários traçados sobre infra-estruturas existentes e que se destinam ao lazer e a actividades desportivas ao ar livre."

Fonte: Câmara Municipal de Évora -30-7-007

quarta-feira, julho 25, 2007

Ecopista do Sabor, em Moncorvo, com ampla utilização. Ampliação da ecopista até ao Pocinho em perspectiva.

"Numa altura em que em Trás-os-Montes e Alto Douro algumas autarquias se mostram interessadas na transformação de troços de linhas férreas abandonadas em eco vias, a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo não dá por mal empregue o investimento de 500 mil euros já feito na criação da ecopista do Sabor - a primeira no distrito de Bragança.

A funcionar pelo segundo ano consecutivo, esta estrutura, que segue o trilho da antiga linha-férrea do Sabor, entre a vila de Moncorvo e a aldeia do Carvalhal, é já utilizada por milhares de pessoas. "A maior parte são do concelho, mas já vem muita gente de fora", salienta o autarca, Aires Ferreira. Embora não tenha números oficiais relativos aos utilizadores, não dúvida da mais-valia turística que a ecopista representa para o Município.

Com uma extensão de oito quilómetros, a pista em terra batida contorna o sopé da imponente Serra do Reboredo, que guarda as costas à vila transmontana. O percurso inicia-se junto à sua antiga estação, e, a pé ou em bicicleta, vence-se a suave subida que nos leva ao Larinho. Pelo meio há pequenas zonas de repouso com bebedouros.

A antiga estação do Larinho foi transformada numa atraente cafetaria, que oferece ao utilizador da pista um espaço de repouso, quiçá para repor energias e beber ou comer alguma coisa. Ao lado, a câmara construiu sanitários públicos. É só mais uma tirada antes de chegar ao fim, no Carvalhal. Os mais afoitos sempre podem fazer meia-volta-volver e regressar a Moncorvo pela mesma via, agora a descer.

Com o aumento da consciência dos benefícios do exercício físico e o maior número de participantes em caminhadas, a autarquia de Moncorvo deseja alargar a extensão da ecopista numa primeira fase até a freguesia de Carviçais, onde se realiza anualmente o festival de música, e num segundo momento estendê-la até ao Pocinho, junto ao rio Douro. As obras deverão ser candidatadas ao novo quadro de fundos comunitários. Mesmo assim, Aires Ferreira considera que o ideal seria ter uma via verde ao longo de toda a antiga linha do Sabor, com fim em Miranda do Douro."

Eduardo Pinto

Fonte: Jornal de Notícias -25-07-007





breve aparte: esta notícia fez-me lembrar uma ida ao Festival de Carviçais em Agosto de 2001. Levamos as bicicletas no carro e uma tarde resolvemos ir de bicla do festival até Moncorvo. Já no regresso, numa descida, velocidade a mais e a minha bicla sai da estrada, bate numa rocha e parte uns 5 ou 6 raios da roda da frente. Tive de suar bem as estopinhas para chegar de novo a Carviçais com a dita roda feita num (dez)oito (faltou haver carro de apoio!) e com um calor brutal. Mas ainda cheguei a horas de ver os Young Gods!

quarta-feira, julho 11, 2007

Sever do Vouga quer criar com municípios de Albergaria-a-Velha, Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul rede intermunicipal de ecopistas

"A Câmara de Sever do Vouga está apostada em envolver os municípios vizinhos de Albergaria-a-Velha, Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul na construção de uma rede intermunicipal de ecopistas, a criar a partir do prolongamento da ecopista que está a construir, com o apoio da REFER, num troço da antiga linha de caminho de ferro do Vale do Vouga.

As obras no primeiro troço, entre o lugar da Foz e Pessegueiro do Vouga, numa extensão de cerca de seis quilómetros, estão bastante adiantadas, faltando, apenas, colocar o asfalto e a sinalização específica. Apesar disso, o presidente da Câmara, Manuel Soares não arrisca uma data para a conclusão das obras. Prefere, antes, destacar que, apesar de inacabada, a pista já está a ser um pólo de atracção. Sobretudo aos fins-de-semana. «Dizem-me que até vêm excursões de fora», sublinha o autarca. A autarquia vai pagar 250 euros/ano por quilómetro à Refer.

No plano concelhio, o autarca tem a intenção de levar a pista de bicicletas e peões até aos limites do concelho - «vamos pedir à REFER a elaboração do projecto para o segundo troço, de Paradela do Vouga para lá»- e transformar a antiga estação de Paradela num ponto de apoio a este tipo de turismo.

Manuel Soares está a idealizar uma área de repouso, com um bar-esplanada, uma loja de artesanato e outros produtos locais, e um posto de informação/divulgação dos produtos turísticos nos quais o concelho de Sever do Vouga é rico. O autarca pretende oficializar, muito em breve, a aquisição, já acordada com a REFER, da antiga estação.


Albergaria-a-Velha concorda.

Para além das fronteiras do concelho, Manuel Soares acha que «o ideal era conseguirmos construir uma pista ciclável, aproveitando a antiga linha de caminho de ferro, ao longo das margens do rio Vouga, que fosse da Foz do Rio Mau (Albergaria-a-Velha) até às termas de S. Pedro do Sul ou o mais próximo possível», num percurso que rondaria os 40 quilómetros.

«Já sabemos que a Câmara de Albergaria está interessada. Agora vamos ter de falar com os autarcas de Oliveira de Frades, Vouzela e S. Pedro do Sul», refere Manuel Soares.


Mais duas pistas
A Câmara incluiu no plano de acção da Grande Área Metropolitana de Aveiro, para beneficiar de comparticipação comunitária, a candidatura de outra ciclovia, ao longo do rio Vouga, entre Ermida e Pessegueiro. E vai incluir mais outra pista para bicicletas e peões no projecto de requalificação das antigas minas do Braçal para o turismo, aproveitando o leito da antiga linha de vagonetas.


José Carlos Maximino

Fonte: Jornal de Notícias - 11-7-007


sexta-feira, junho 22, 2007

Ecopista de Valença-Monção vai ser ampliada para a Galiza e também no concelho de Valença

Maioria dos utilizadores da ecopista de Valença-Monção são galegos.

"?i los propios gobiernos locales de Valença y Monçao, quehace tres años pusieron en funcionamiento la ecopista que les unió físicamente, podían prever la aceptación que iba a tener esta nueva infraestructura. Fue un proyecto pionero en el país luso que gozó del mejor respaldo de la ciudadanía. Miles de personas disfrutan de esta «vía verde» cada semana y los gallegos, que suman más del cincuenta por ciento de sus usuarios, la frecuentan especialmente los fines de semana.

Conscientes del revulsivo social, económico y patrimonial de la iniciativa, los dos municipios lusos ponen ahora en marcha una nueva fase del proyecto. Monçao licitará este mes la ampliación del paseo hasta el puente internacional que une la localidad con Salvaterra do Miño. «Os espanhóis são os principais utilizadores da ecopista e este será mais um motivo para que visitem a nossa região», argumentó el alcalde de Monção, José Emilio Pedreira Moreira, impulsor de la iniciativa.

El proyecto prevé la construcción de otros cuatro kilómetros de paseo, completando así un recorrido total de 17. El presupuesto de esta fase, que deberá estar lista para entrar en funcionamiento antes de fon de año es de 350.000 euros que, unidos a la inversión realizada hasta ahora, ha supuesto un desenbolso toral de 1,1 millones de euros.

La "vía verde", que discurre por la ribera del Miño une las dos localidades lusas desde hace tres años y fue diseñada sobre la antigua vía del tren. El proyecto posibilitó la habilitación de un vial de seis metros de ancho para el paseo peatonal y ciclista y, a la vez, la puesta en valor de un emblemático espacio de alto valor paisajístico y de los apeaderos que habían quedado fuera de servicio.

Los usuarios disfrutan además de zonas de descanso y privilegiados miradores sobre el Miño. La ecopista dispone, por otra parte, de un centro de interpretación localizado en Valença, en la zona de Ponta Seca. Este servicio ofrece información detallada del itinerario así como de los principales puntos de interés para el visitante. El mismo espacio permite también profundizar en la historia del ferrocarril en Portugal. Un medio de comunicación que jugó un papel determinante en el desarrollo del país y en el que se escribieron significativos capítulos de las décadas del siglo pasado que escribieron juntas las dos riberas fronterizas del Miño, marcadas por el contrabando y la emigración clandestina.

La línea que unía Valença y Monçao fue testigo de excepción de muchas de esas despedidas y encuentros, desde que entró en funcionamiento en 1875, hasta que perdió su actividad, 114 años después.

Valença también ampliará la ecopista hasta el paseo fluvial de Nosa Senhora da Cabeza, donde se ubica un gran parque, con instalaciones náuticas para la práctica deportiva, restaurante y varios miradores muy frecuentados."

Mónica Torres

Fonte: La Voz de Galicia -22-6-007

O facto de a maioria dos utilizadores da ecopista de Valença-Monção serem galegos não e´caso único pois os percurso pedestres do concelho de Paredes de Coura também são mais percorridos por galegos que portugueses.

domingo, maio 27, 2007

mais de 100 kms de Percursos Ambientais no concelho de Évora.

Os Percursos Ambientais de Évora constituem uma rede de vários itinerários que se estendem da cidade de Évora até ao limite do concelho. Implantados sobre ferrovias desactivadas, antigos caminhos públicos ou ao longo do aqueduto, destinam-se a ser percorridos a pé ou com meios de transporte não poluentes. Através desta rede de percursos dá-se a conhecer a riqueza monumental, natural e cultural das paisagens em redor de Évora.
São mais de 100 kms para caminhar ou pedalar em Évora!


Percursos Ambientais do concelho de Évora:

Mapa de Distribuição dos Percursos Ambientais


Fonte do texto e imagens:
Câmara Municipal de Évora