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terça-feira, setembro 18, 2007

Lançamento do livro "Pedestrianismo e Percursos Pedestres" e abertura de exposição sobre Percursos Pedestre, em Ribeira Grande, Açores

"A associação "Amigos dos Açores" no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, realizou no dia 15 de Setembro uma cerimónia no Teatro da Ribeira Grande, concelho da Ribeira Grande, de lançamento do livro "Pedestrianismo e Percursos Pedestres", da autoria de Teófilo Braga, presidente desta associação.

Este livro constitui um manual sobre o pedestrianismo nos Açores, desde a sua história, à sua ligação com a actividade desportiva, turística e cultural, bem como sobre os percursos pedestres, abrangendo os impactes negativos decorrentes da sua implantação e uso, a sua escolha, classificação e marcação. Esta obra de 79 páginas reúne ainda a legislação relativa aos percursos pedestres e pedestrianismo, turismo de natureza e áreas protegidas e classificadas.

Paralelamente procedeu-se à abertura de uma exposição sobre Percursos Pedestres no mesmo espaço, e que estará patente até ao dia 22 de Setembro, entre as 09h30 e as 20h00.

Na cerimónia da abertura da exposição e do lançamento do livro estiveram presentes a vereadora da Câmara Municipal da Ribeira Grande, Sílvia Pontes, o presidente da Associação Amigos dos Açores, Teófilo Braga e da Ecoteca, Luís Noronha, para além de muitos participantes no passeio pedestre no trilho "Lombadas – Lagoa do Fogo", que ocorreu a seguir.

Neste percurso pedestre algumas dezenas de pessoas foram à descoberta das belezas naturais entre as Lombadas – Lagoa do Fogo, da Ribeira Grande. O percurso tem uma extensão de oito quilómetros e duração de quatro horas, iniciando-se na Estrada das Lombadas, no entroncamento com a estrada do Monte Escuro e terminando no Miradouro da Lagoa do Fogo."

Fonte: Câmara Municipal da Ribeira Grande

quinta-feira, setembro 13, 2007

Percurso pedestre Lombadas-Lagoa do Fogo, dia 15 de Setembro, na Ribeira Grande, Açores. Exposição e apresentação de livro sobre Pedestrianismo.


"Os Amigos dos Açores promovem no próximo dia 15 de Setembro o habitual percurso pedestre mensal para sócios, percorrendo o trilho entre as Lombadas, a Lagoa do Fogo e o Miradouro Norte da Lagoa.

Antes do percurso, pelas 9h30m será aberta no Teatro Ribeiragrandense a Exposição sobre Percursos Pedestres e será apresentado o livro "Pedestrianismo e Percursos Pedestres", editado pelos Amigos dos Açores.

Os participantes no percurso deverão inscrever-se antecipadamente até quinta-feira, por telefone ou por correio electrónico para reserva dos lugares no transporte até ao início do percurso e para o regresso do miradouro até à Ribeira Grande.

Este trilho será em breve aberto ao público em geral, logo que esteja sinalizado. Foi aceite como trilho pedestre, proposto pelos Amigos dos Açores e candidatado pela Câmara Municipal da Ribeira Grande. O seu grau de dificuldade é médio/difícil (nível 2/3, numa escala de 1 a 3) e tem uma extensão de cerca de 8 km.

Este percurso é dos mais importantes da Ilha e da Região, devido ao interesse ambiental, por se encontrar todo incluído na Reserva Natural da Lagoa do Fogo, incluída na Rede Natura 2000 e Sítio de Interesse Comunitário. Daí a importância de se seguirem normas de conduta rigorosas, como se preconiza no livro e na exposição que vai estar patente na Ribeira Grande.

Esta zona é uma das reservas da floresta da laurissilva e o seu conhecimento tem uma grande importância didáctica, porque contribui para despertar para uma nova compreensão das questões ambientais e sua valorização.

As inscrições para este evento estão abertas:
CDIJ Escolh@ Cert@ - Tel. 296473015
Ecoteca da Ribeira Grande - Tel. 296498004


Fonte: Azores Digital - 13/09/007

segunda-feira, maio 07, 2007

Exposição Olhares Montanheiros - Fotografias e Histórias de Montanha, de João Gil e Nuno Verdasca, Arquivo Municipal de Manteigas, até 12 de Maio

Exposição Olhares Montanheiros

Fotografias e Histórias de Montanha
Autores: João Gil e Nuno Verdasca

Data: 16 de Abril a 12 de Maio de 2007
Local: Arquivo Municipal de Manteigas
Horário : Das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30

Dia 12 de Maio realiza-se uma pequena festa (16h30) e é seguida de um debate "O outro olhar sobre as montanhas" e decorrerá no Auditório do Centro Cívico de Manteigas


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“Considerando que as montanhas são cada vez mais menos respeitadas, com os sucessivos incêndios de verão, a massificação do turismo e a exploração indiscriminada dos recursos ambientais existentes, entre outros, os autores consideram que devem fazer algo mais para defender e preservar os seus ecossistemas, tão frágeis ecologicamente. A obra "Olhares Montanheiros" (OM) nasceu da amizade existente entre os autores e do gosto comum que nutrem pela Montanha e pela Fotografia. Justifica-se por uma relação espiritual e dos sentidos para com a Montanha.

Embora o acrónimo OM tenha surgido por acaso, a palavra de tanta importância espiritual no Budismo e Hinduísmo, também nas raízes do Iôga, faz aqui algum sentido. O significado do título é misto: tratam-se de "olhares" como resultados da sua visão fotográfica; são "olhares" em altitudes mais altas do que as do seu dia-a dia; "olhares" que se pretendem "menos óbvios" e, por isso, "acima" do quotidiano fotográfico e citadino; são também olhares "de" montanheiros.

Os autores chegaram à conclusão que não queriam fazer unicamente uma exposição de fotografias. Queriam sim realizar uma obra que, sendo simples e através das suas fotografias, conseguisse dar conta das suas sensações de quando estão na montanha. Uma obra que se poderá concretizar na forma de uma exposição que, cá em baixo, no meio destas casas, leve o observador em mente e coração lá acima, entre vales e cumes, à neve e ao sol, às árvores e aos rios, ao frio do ar e ao quente de um abrigo nocturno.

Verifica-se que infelizmente as montanhas são cada vez mais "maltratadas" e menos respeitadas. São os sucessivos incêndios de verão, a massificação do turismo, a exploração indiscriminada dos recursos ambientais existentes, entre outros. Os autores consideram que, gostando das montanhas, devem fazer algo mais para defender e preservar os seus ecossistemas, tão frágeis ecologicamente. Pensam que uma boa maneira de o fazer é respeitosamente mostrá-las através dos Olhares que têm sobre elas, através da Fotografia.

Ao mesmo tempo, pretendem dar conta da forma simples com que encaram a montanha, convivendo com ela, e não competindo com ela. Pode estar-se nas montanhas sem grandes aparatos, empresas, dependências, custos ou até riscos à vida. Os autores preferem ir às montanhas, vê-las, cheirá-las, tocá-las, ouvi-las, saboreá-las, sentir-se pequenos dentro delas. Mas até lá, aqui vos deixam "Olhares Montanheiros", com curtos textos que descrevem alguns dos seus sentimentos e experiências daqueles momentos."

Fonte do texto e cartaz: Nuno Verdasca e João Gil