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domingo, fevereiro 17, 2008

Marcha de montanha com maior participação, em Portugal, em perspectiva. Realização dia 2 de Março, na Serra da Estrela.

Marcha de montanha na Serra da Estrela, dia 2 de Março, espera cerca de 1500 participantes.

No dia 2 de Março, realiza-se uma marcha de montanha (não competitiva) entre Manteigas e as Penhas Douradas, na Serra da Estrela. Segundo os organizadores, são esperados cerca de 1.500 participantes
Com início às 9h00, em frente aos Paços do Concelho de Manteigas, esta marcha, de 7 km de extensão, decorre no âmbito da clássica prova de corrida de montanha “12 Kms Manteigas - Penhas Douradas”, que se realiza em paralelo, no mesmo dia, mas noutro percurso.


A organização destas provas é da "Terras de Aventura", com apoio, entre outros, da Câmara Municipal de Manteigas e da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (FPME)


Fonte: Terras de Aventura

segunda-feira, maio 07, 2007

Exposição Olhares Montanheiros - Fotografias e Histórias de Montanha, de João Gil e Nuno Verdasca, Arquivo Municipal de Manteigas, até 12 de Maio

Exposição Olhares Montanheiros

Fotografias e Histórias de Montanha
Autores: João Gil e Nuno Verdasca

Data: 16 de Abril a 12 de Maio de 2007
Local: Arquivo Municipal de Manteigas
Horário : Das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30

Dia 12 de Maio realiza-se uma pequena festa (16h30) e é seguida de um debate "O outro olhar sobre as montanhas" e decorrerá no Auditório do Centro Cívico de Manteigas


Clicar para ampliar

“Considerando que as montanhas são cada vez mais menos respeitadas, com os sucessivos incêndios de verão, a massificação do turismo e a exploração indiscriminada dos recursos ambientais existentes, entre outros, os autores consideram que devem fazer algo mais para defender e preservar os seus ecossistemas, tão frágeis ecologicamente. A obra "Olhares Montanheiros" (OM) nasceu da amizade existente entre os autores e do gosto comum que nutrem pela Montanha e pela Fotografia. Justifica-se por uma relação espiritual e dos sentidos para com a Montanha.

Embora o acrónimo OM tenha surgido por acaso, a palavra de tanta importância espiritual no Budismo e Hinduísmo, também nas raízes do Iôga, faz aqui algum sentido. O significado do título é misto: tratam-se de "olhares" como resultados da sua visão fotográfica; são "olhares" em altitudes mais altas do que as do seu dia-a dia; "olhares" que se pretendem "menos óbvios" e, por isso, "acima" do quotidiano fotográfico e citadino; são também olhares "de" montanheiros.

Os autores chegaram à conclusão que não queriam fazer unicamente uma exposição de fotografias. Queriam sim realizar uma obra que, sendo simples e através das suas fotografias, conseguisse dar conta das suas sensações de quando estão na montanha. Uma obra que se poderá concretizar na forma de uma exposição que, cá em baixo, no meio destas casas, leve o observador em mente e coração lá acima, entre vales e cumes, à neve e ao sol, às árvores e aos rios, ao frio do ar e ao quente de um abrigo nocturno.

Verifica-se que infelizmente as montanhas são cada vez mais "maltratadas" e menos respeitadas. São os sucessivos incêndios de verão, a massificação do turismo, a exploração indiscriminada dos recursos ambientais existentes, entre outros. Os autores consideram que, gostando das montanhas, devem fazer algo mais para defender e preservar os seus ecossistemas, tão frágeis ecologicamente. Pensam que uma boa maneira de o fazer é respeitosamente mostrá-las através dos Olhares que têm sobre elas, através da Fotografia.

Ao mesmo tempo, pretendem dar conta da forma simples com que encaram a montanha, convivendo com ela, e não competindo com ela. Pode estar-se nas montanhas sem grandes aparatos, empresas, dependências, custos ou até riscos à vida. Os autores preferem ir às montanhas, vê-las, cheirá-las, tocá-las, ouvi-las, saboreá-las, sentir-se pequenos dentro delas. Mas até lá, aqui vos deixam "Olhares Montanheiros", com curtos textos que descrevem alguns dos seus sentimentos e experiências daqueles momentos."

Fonte do texto e cartaz: Nuno Verdasca e João Gil

quarta-feira, março 01, 2006

Serra da Estrela (Parque Natural) - Percursos Pedestres






Covilhã

  • Rota dos Vales Glaciários
    • Vale Glaciário do Zêzere
    • Vale Glaciário de Alforfa
    • Vale Glaciário do Covão Grande
    • Vale Glaciário do Covão do Urso



Associação Beira Serra (Covilhã):
Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Opção 1 - Cantar Galo. Opção 2 - Parque de Campismo do Pião
Extensão : 9,5 km
Duração : 3h30
Dificuldade : baixa
Percurso de carácter ambiental, cultural e desportivo.
Acesso: Cantar Galo - Estrada Covilhã - Vila do Carvalho


Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Opção 1 - Vila do Carvalho/Verdelhos. Opção 2 - Verdelhos/Vila do Carvalho
Extensão : cerca de 25 km
Duração : 5H00
Dificuldade : média
Percurso Pedestre de Pequena Rota sinalizado. Percurso de carácter ambiental, cultural e desportivo.
Acesso: Covilhã - Vila do Carvalho







Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) - Seia

  • Guarda - Torre - Vide
  • Vila Soeiro - Gouveia - Loriga
  • Videmonte - Verdelhos - Loriga
  • Porta do Folgosinho - Manteigas - Cume
  • Senhora do Espigueiro - Sabugueiro - Penhas Douradas
  • Lagoa Comprida - Charcos
  • Covilhã - Penhas da Saúde - Torre
  • Quinta do Fragusto - Cruz das Jogadas
  • Poço do Inferno - Manteigas - Neve




Gouveia
Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Folgosinho
Extensão : cerca de 11,2 km
Duração : 3h30
Dificuldade : média, acessível a todos


Percurso Pedestre de Pequena Rota sinalizado, promovido pela Câmara Municipal de Gouveia
Acesso: Folgosinho

  • P. R. 2 Rota dos Caminhos da Fé
  • P. R. 3 Rota dos Penedos Mouros




Celorico da Beira
  • Trilho das Ladeiras
Ponto de Partida / Ponto de Chegada: Linhares da Beira
Extensão : cerca de 4 km
Duração : cerca de 1h30
Dificuldade : fácil

Percurso Pedestre de Pequena Rota sinalizado, promovido pela Câmara Municipal de Celorico da Beira
Acesso: Linhares da Beira