terça-feira, fevereiro 19, 2008

7ª Caminhada Rota do Caminho de Ferro, em Negrelos, São Pedro do Sul, dia 24 de Fevereiro, organizada pela ACRN - Negrelos

7ª Caminhada Rota do Caminho de Ferro

24 de Fevereiro

Negrelos - São Pedro do Sul


Local de encontro - Rotunda Nª Sª do Livramento
Hora: 10h00
Distância - 15 km
Dificuldade: Fácil
Organização: Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN)


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Inscrições:

Sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN)
TM 967930118
negrelosonline@gmail.com

Participação gratuita

Haverá também um almoço convívio na sede da ACRN, o qual necessita de uma prévia inscrição através do número 967930118.


Fonte: blogue Negrelos Online

Percursos pedestres dos arquipélagos dos Açores e Madeira serão integrados nos grandes circuitos transnacionais europeus

Dois novos projectos da próxima fase do “TOURMAC”, o profícuo programa de Turismo de Pedestrianismo, abrangendo os arquipélagos da Madeira, Açores e Canárias, e apoiado pela União Europeia (ao abrigo do INTERREG IIIB)
  • Percursos pedestres dos arquipélagos dos Açores e Madeira serão integrados nos grandes circuitos transnacionais europeus. No caso da Madeira (os Açores englobarão outros circuitos), serão integrados nos circuitos que terão início nos países do Báltico (Estónia, Lituânia e Letónia) e da Escandinávia (Noruega, Suécia e Dinamarca) e fim em Lisboa. Os circuitos terão depois continuidade na Madeira. Esta rede de circuitos obrigará a Região madeirense a reestruturar o seu mapa de percursos pedestres, já que os mesmos obrigarão à existência de circuitos com, pelo menos, dois dias. Optar-se-á, neste caso, pela interligação de percursos já existentes.
  • Será editada uma revista, em espanhol e português, com 36 a 44 páginas, promovida por Canárias, mas comparticipada pela Madeira e pelos Açores, com textos e imagens alusivos aos percursos pedestres nos três arquipélagos, com o propósito da sua divulgação e promoção. Depois, esta mesma revista, que também será vendida separadamente, será integrada, como suplemento, nas maiores revistas europeias — e mesmo nalgumas dos mercados americano e asiático — que se dedicam à promoção do turismo de natureza.

Estes novos projectos foram divulgados na última reunião geral do TOURMAC que decorreu em meados de Janeiro de 2008, nas Canárias, e onde estiveram presentes representantes madeirenses, açorianos e canarianos.


Texto elaborado com base em informações obtidas no website do TOURMAC

Revista Caminar com artigos sobre a Via Algarviana nas suas edições de Janeiro e Fevereiro.



A revista Caminar - Viajes, senderismo y Naturaleza, editada pela Prames, publicou um extenso artigo, profusamente ilustrado, sobre a Via Algarviana, cuja primeira parte foi publicada no nº 45 (Janeiro de 2008) e a segunda parte no nº 46 (Fevereiro de 2008).

"Carta de Desporto de Natureza", do Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC), regulamenta a realização de actividades de pedestrianismo no PNSC


O Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC) já possui, desde o dia 18 de Janeiro (com publicação em Diário da República), a sua "Carta de Desporto de Natureza" que, entre múltiplos aspectos, regulamenta as actividades praticadas pelos operadores e cidadãos em geral, neste Parque, nomeadamente as relativas ao Pedestrianismo e Montanhismo. A Carta contém as regras e orientações relativas a cada modalidade desportiva, incluindo os locais e as épocas do ano em que se podem efectuar e o máximo da capacidade de carga.
A carta e o seu regulamento vigoram por 5 anos, mas podem ser revistos antes do final do prazo. Ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), que superintende e administra as áreas protegidas portuguesas cabe estabelecer as normas de conduta de cada actividade e licenciar os pedidos dos vários operadores.

O Programa Nacional de Turismo da Natureza pretende instituir uma Carta de Desporto da Natureza em todas as áreas protegidas de Portugal. O objectivo é estabelecer que actividades podem ser praticadas nas zonas naturais «de forma não nociva para a sua conservação».




Portaria n.º 53/2008 de 18 de Janeiro (D.R 1ª Série, nº 13, de 18 de Janeiro de 2008)

[...]

Capitulo II
Actividades de desporto de natureza

Secção I
Pedestrianismo e montanhismo


Artigo 7.º
Noção
.
[...]


Artigo 8.º
Percursos pedestres
1 — Na área do PNSC são assinalados 15 percursos de pequena rota — PR — e um percurso de grande rota — GR —, de acordo com a carta — carta de modalidades I, cujas características são as definidas na lista I do presente Regulamento.
2 — Os percursos assinalados são marcados no terreno com marcas de orientação ou de direcção ou com painéis interpretativos.
3 — A sinalização dos percursos é efectuada com as marcas correspondentes às normas internacionais de sinalização de percursos pedestres, podendo ainda ser implantados painéis e tabuletas informativos ou interpretativos das características e dos valores naturais e patrimoniais
dos percursos.
4 — A sinalização, marcação no terreno e publicitação ou divulgação pública de percursos destinados à prática de pedestrianismo, passeios pedonais ou de montanhismo, não incluídos na carta e na lista I do presente Regulamento, carecem de autorização do ICNB, I. P., quando se localizem fora dos perímetros urbanos.
5 — É proibida a prática de pedestrianismo e montanhismo fora das estradas, caminhos e trilhos existentes, bem como nos locais interditos assinalados na carta — carta de condicionantes.


Artigo 9.º
Licenciamento das actividades de pedestrianismo e montanhismo
1 — O pedido de licenciamento referido no artigo 9.º do Decreto Regulamentar n.º 18/99, de 27 de Agosto, deve ainda ser instruído com os seguintes elementos:
a) Designação dos percursos sinalizados a realizar ou traçado à escala de 1:25 000 dos percursos não sinalizados e respectiva memória descritiva em formato digital;
b) Número máximo de pessoas envolvidas.
2 — Em percursos pedestres interpretativos, o número máximo de participantes por cada guia é de 15.


Artigo 10.º
Recomendações específicas
Aos praticantes de pedestrianismo e montanhismo são emitidas as seguintes recomendações, incumbindo, também, a sua divulgação às respectivas entidades promotoras:
a) Confirmar a extensão do percurso pedestre a efectuar e verificar as condições climatéricas;
b) Estar sempre atento à sinalização existente.

[...]


segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Projecto do Percurso Pedestre PR2 TVD "Rota do Atlântico", em Torres Vedras.


Trabalho de elaboração do projecto com vista à implementação do Percurso Pedestre PR2 TVD "Rota do Atlântico", em Torres Vedras.


Um trabalho bastante abrangente e de relevante concepção, realizado pela Associação de Marchas e Passeios do Concelho de Torres Vedras (AMPCTV), sob coordenação técnica de Ana Paula Carvalho, para a entidade promotora da implementação deste Percurso Pedestre, a Câmara Municipal de Torres Vedras.

Clicar na imagem para aceder ao Trabalho (pdf - 6 MB)

"Ferreirinha" inspira rede de caminhos durienses, sobretudo efectuados a cavalo, de bicicleta, e percursos pedestres


"A Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes (AETUR) tem em marcha um projecto que visa o desenvolvimento de uma rede de caminhos e rotas no Vale do Douro, maioritariamente não motorizados, que têm como base de inspiração a vida e a personalidade de D. Antónia Adelaide Ferreira, a "Ferreirinha", e que ao mesmo tempo aposta na certificação dos agentes, territórios, produtos e até ofertas de animação ligados ao turismo na região.

Várias possibilidades estão em aberto, mas destacam-se para já dois percursos-base, que darão origem a vários mais pequenos. O percurso regional ou percurso duriense, que vai de Vilar Formoso ao Porto, passando por várias aldeias históricas, património classificado, como as gravuras do Côa, e as antigas quintas propriedade da Ferreirinha. E o percurso internacional ou do exílio - um caminho que nos levará de Lamego a Vigo, com saída pelo Barroso (Peneda-Gerês), o esquecido «couto misto raiano», por onde a empresária fugiu com a filha, para Vigo onde embarquou para Londres.

Segundo Alberto Tapada, vice-presidente da AETUR, «a partir deste conceito associado aos percursos aposta-se num conjunto de outros pilares, que passam pela formação, certificação, qualidade e sustentabilidade da região duriense. O projecto está a ser alvo de uma candidatura a fundos comunitários, e implica um investimento global de 2,2 milhões de euros». Aquele responsável explica que «a aposta passará sobretudo por percursos a cavalo, de bicicleta e pedestres»

O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a TÜV - uma multinacional alemã na área da certificação, a ERU - uma empresa belga que dirigiu a certificação do Centro Histórico de Bruxelas, a CIGA - uma jovem empresa de certificação ambiental, com sede em Vila Real. Note-se que «a certificação do pólo turístico Douro é a primeira certificação no que toca a pólos turísticos de regiões interiores em toda a Europa», refere, ainda Alberto Tapada."


Fonte do texto: Jornal de Notícias - 18-2-008

IIIª CÃOminhada, no Trilho da Floresta, em Ovar, dia 16 de Março, organizada pelo grupo Andar

IIIª CÃOminhada - Trilho da Floresta

16 de Março de 2008

Mata de Ovar

Organização: grupo Andar

Ponto de Encontro: 14h30, Inicio do Trilho da Floresta, junto ao Clube de Caça e Pesca de Ovar, na Avenida D. Manuel I, em Ovar. (coordenadas N 40º 52’ 28.72’’ W 8º 38’ 29.65’’ )


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A III CÃOminhada é a uam nova caminhada para cães e seus donos bem como amigos dos animais, promovida pelo grupo Andar, de Cucujões, Oliveira de Azeméis. A III CÃOminhada decorrerá no “Trilho da Floresta”, em Ovar. Este é um percurso pedestre de pequena rota que tem o seu início junto à Casa do Guarda Florestal (Clube de Caça e Pesca de Ovar) seguindo para o interior do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar. Com uma distância de 6,5 km e duração aproximada de 2h30, este percurso permite-lhe desfrutar de uma paisagem típica de uma mata atlântica, preenchida por verdes tapetes de musgos e líquenes aglomerados no chão e nos troncos rugosos das árvores. Em contraste pode encontrar o amarelo das mimosas e das giestas ou os rosas e lilases das urzes e, na continuidade do percurso, são notórias as múltiplas espécies de cogumelos, que surgem após as primeiras chuvas, cuja apanha integra a nossa tradição e cultura. Por entre o verde da natureza, o Trilho da Floresta, para além de proporcionar um agradável e salutar passeio, é também um convite ao pedestrianismo e à já enraizada prática desportiva no concelho de Ovar.


Distância: +/- 6,5Km
Grau de Dificuldade: Baixa
Tipo: Circular



Programa:
14h30 – concentração junto ao Clube de caça e pesca de Ovar (frente ao dolce vita)
14h45 – Início da Cãominhada
16h45 – Lanche (cada um trás o seu) e convívio.

A CÃOminhada inclui: Guias experientes do Grupo ANDAR + Acompanhamento da Cruz Vermelha Portuguesa.



Inscrições (gratuitas e obrigatórias):
Grupo Andar
geral@andar.cc
Tlm 913229942

A inscrição deve conter:
- Dados do/s Cão/es (nome, género M ou F, Raça e idade)
- Dados do/s Dono/s e/ou Acompanhante/s (nome e contactos)

Nota: Podem inscrever-se pessoas que não levam nenhum cão mas que só vão participar pelo prazer de caminhar. Não é permitido levar cadelas com o cio ou cães com historial de violência face a outros animais e/ou pessoas.


Lista de equipamento para o cão:
  • Antes de mais, o cão tem de estar desparasitado, vacinado (levar boletim de vacinas) e ter identificação.
  • Trela e coleira/peitoral
  • Água e um recipiente para beber
  • Sacos higiénicos
  • Sugestão: há mochilas próprias para cães, nas quais eles podem levar o seu próprio equipamento
  • Comida


Fonte do texto e imagem: grupo Andar

"Passeio de Inverno" , dia 24 de Fevereiro, em Aljustrel, organizado pela Câmara Municipal de Aljustrel,

No próximo dia 24 de Fevereiro, a Câmara Municipal de Aljustrel, através dos serviços de desporto, organiza o "Passeio de Inverno" a sua primeira caminhada do ano.

Se as previsões confirmarem o que tem acontecido ao longo dos últimos anos, cerca de meio milhar de caminheiros irão participar nesta actividade que os levará a percorrer caminhos e montes.

Esta caminhada de 11 quilómetros irá reunir jovens e idosos, pais e filhos, netos e avós de todo o concelho mas também, e como já é habitual, muitos outros amantes da marcha vindos de vários pontos do Baixo Alentejo.

Integrado no Programa Mexa-se em Aljustrel, esta caminhada, como todas as outras que a autarquia tem vindo a organizar regularmente, visa proporcionar momentos de convívio entre a população mas principalmente chamar a atenção para os benefícios que uma boa prática desportiva pode trazer à saúde de cada pessoa.


Inscrições/Informações:
Câmara Municipal de Aljustrel
Avenida 1º de Maio
7600-010 Aljustrel
Telf: 284 600 070
Fax: 284 602 055

aljustrel@mun-aljustrel.pt
info@mun-aljustrel.pt
cma.gap@mail.telepac.pt



Junta de Freguesia de Aljustrel
Avenida 1º Maio
Ed. Paços do Concelho
7600-010 Aljustrel
Tel. 284 602 404



Fonte do texto e imagem: Câmara Municipal de Aljustrel

domingo, fevereiro 17, 2008

Nova edição dos “Dias Tranquilos” em Montemor-o-Novo, Passeios pedestres entre Fevereiro a Junho de 2008, promovidos pela Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, com o apoio do programa LIFE Natureza, propõe mais uma edição de Dias Tranquilos, que se estendem de Fevereiro a Junho de 2008. Conciliar os passeios e os ensinamentos da natureza com os legados do Homem no concelho são as propostas desta nova edição de passeios Dias Tranquilos. Não deixe para depois e aponte desde já estas manhãs de Sábado na sua agenda:



9 de Fevereiro de 2008
Nos trilhos da água
Líquido precioso, a água é o tema central deste passeio. Ao longo de trilhos de água, partimos à descoberta de fontes, pontes, moinhos, e de toda a geologia e paisagem que envolve o percurso.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30)


23 de Fevereiro
Rota do Manuelino
O estilo Manuelino tem em Montemor grande expressão. Desde a arquitectura civil e militar, passando pela de tipo religioso e popular ate ás casas–torre e paços, são inúmeros os exemplos espalhados pela cidade, o que demonstra a importância da Vila no início da Idade Moderna.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30)
Orientação do Professor Manuel Branco.


15 de Março de 2008
À descoberta das lontras
Vamos através de vestígios de pegadas e de dejectos, perceber como vivem estas graciosas criaturas. Com um pouco de sorte talvez consigamos observar alguns exemplares ao pôr-do-sol.
Local de encontro e partida: Núcleo dos Baldios (14h00)
Colaboração da Associação Carnívora – Núcleo de estudos de Carnívoros e seus ecossistemas, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa


29 de Março de 2008
Plantas aromáticas no campo e na horta
Propomos novamente um passeio pelos campos para identificar algumas plantas aromáticas e descobrir quais os benefícios ou malefícios que elas apresentam para a nossa saúde.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30)
Orientação de Juvenália Cantanhede e de Custódio Pereira




12 de Abril de 2008
Observar as aves
Aves, pássaros, passarinhos, enfim cada um chama o que mais lhe agrada. Em comum as aves partilham apenas a espécie e as asas, porque os seus hábitos e fisionomia são muito diferenciados. Munidos de binóculos, vamos ver e ouvir falar dos vários espécimes e aprender a distingui-los uns dos outros.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30)
Orientação de Carlos Godinho.


26 de Abril de 2008
Caminhar pelo Megalitismo
Os monumentos megalíticos inspiram histórias e lendas e continuam, para muitos, a ser um mistério. Vamos decifrar mais um pouco dos seus segredos.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30). Passeio com duração de um dia.
Orientação do Profº Manuel Calado, do Centro de Arqueologia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
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17 de Maio
Á descoberta das borboletas
As borboletas são criaturas fantásticas, com cores e movimentos que nos fascinam. A sua fragilidade impõe que as apanhemos com cuidado para as observar e que depois as entreguemos de novo ao campo.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (9h30)
Orientação de Otília Miralto e Amália Oliveira, da Universidade de Évora.


24 de Maio de 2008
Passeio nocturno “O campo e os sons da noite”
Neste passeio nocturno a proposta passa por estar com os ouvidos apurados e distinguir os diferentes sons das aves que vivem “socialmente” à noite. Com técnicas que os biólogos utilizam nos seus estudos, vamos também realizar “chamamentos” e ver que animais nos respondem.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (19h00)
Com orientação de Rui Lourenço.


7 de Junho de 2008
Passeio nocturno “Morcegos e seus hábitos”
Com hábitos noctívagos muito próprios, os morcegos criaram à sua volta mitos e tradições negativas. Neste passeio nocturno vamos observar e saber mais sobre estas criaturas.
Local de encontro e partida: Posto de Turismo de Montemor-o-Novo (19h00)




Inscrições e Informações:
Posto de Turismo de Montemor-o-Novo
Largo Calouste Gulbenkian
7050-192 Montemor-o-Novo

Tlf. 266 898 103
Fax 266 877 096
e-mail: turismo_dcdj@cm-montemornovo.pt

http://www.cm-montemornovo.pt


Inscrições devem ser efectuadas até à quarta-feira anterior a cada passeio, mediante o pagamento de 5 euros por pessoa (a partir dos 12 anos). O número de participantes em cada passeio é limitado.


“Dias Tranquilos” edição de Setembro de 2007 a Janeiro de 2008




“Rota do Entrudo”, em Lazarim, Lamego, dia 5 de Fevereiro, organizado pelo Ténis Clube de Lamego

Realizou-se na terça-feira de Carnaval, dia 5 de Fevereiro, a “Rota do Entrudo”, organizada pelo Ténis Clube de Lamego com o apoio da Câmara Municipal de Lamego e dos ginásios House of Fitness e Womanfit, depois de ter sido adiada devido à chuva que se previa para Domingo, dia 3 de Fevereiro, data agendada para o efeito.


Partindo da pitoresca aldeia de Mazes, mais de três dezenas de caminheiros rumaram em direcção aos moinhos de água daquela localidade, guiados pelo Prof. Luís Patrão e acompanhados por uma chuvinha “molha tolos” que em nada desanimou os obstinados pedestrianistas.
As cascatas de água cristalina foram apreciadas por todos; os moinhos apresentavam-se bem conservados, mas descaracterizados por inestéticos telhados de zinco. Na opinião do grupo, os moinhos mereciam mais atenção, nomeadamente na preservação das estruturas originais, como é o caso dos telhados e das portas. Após as inevitáveis fotos, continuámos a marcha e logo deparámos com uma levada de água e um comprido passadiço com uma protecção em ferro e chão em placas de granito polido, inaugurado no passado Verão pela Junta de Freguesia de Lazarim.



Continuámos a subir e ao longe avistámos Várzea da Serra.
O tempo dava sinais de melhoria e num local mais abrigado de ventos, o grupo aproveitou para uma breve paragem para reconfortar os estômagos. Iniciámos de seguida uma grande descida que nos levaria à vila de Lazarim, onde se festejava o Entrudo com os seus típicos caretos em madeira de amieiro. Já na companhia do Sol, encaminhámo-nos para Mazes por uma íngreme subida, acompanhando uma linha de água que dificultava a progressão do grupo.


Por volta das 14:00 horas estava terminada a caminhada, os pedestrianistas satisfeitos, já pensavam no próximo passeio “Rota das Aldeias Perdidas” agendado pela secção de pedestrianismo do Ténis Clube de Lamego para o dia 2 de Março."



Fontes:
Texto - Notícias do Douro -15-2-008
Fotos: Ténis Clube de Lamego

Marcha de montanha com maior participação, em Portugal, em perspectiva. Realização dia 2 de Março, na Serra da Estrela.

Marcha de montanha na Serra da Estrela, dia 2 de Março, espera cerca de 1500 participantes.

No dia 2 de Março, realiza-se uma marcha de montanha (não competitiva) entre Manteigas e as Penhas Douradas, na Serra da Estrela. Segundo os organizadores, são esperados cerca de 1.500 participantes
Com início às 9h00, em frente aos Paços do Concelho de Manteigas, esta marcha, de 7 km de extensão, decorre no âmbito da clássica prova de corrida de montanha “12 Kms Manteigas - Penhas Douradas”, que se realiza em paralelo, no mesmo dia, mas noutro percurso.


A organização destas provas é da "Terras de Aventura", com apoio, entre outros, da Câmara Municipal de Manteigas e da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada (FPME)


Fonte: Terras de Aventura

Inauguração do PR2 Cabreia e Minas do Braçal, em Sever do Vouga, dia 26 de Janeiro

A Câmara Municipal de Sever do Vouga inaugurou no dia 26 de Janeiro o primeiro de cinco percursos pedestres que está a implantar no concelho. Tratou-se do PR2 Cabreia e Minas do Braçal, de Sever Vouga, localizado na freguesia de Silva Escura.
Participaram cerca de duas centenas de pessoas, nesta actividade promoção do Turismo de Natureza no concelho.



Relato (e imagem) seguinte de Vítor Dias (http://darasola.blogs.sapo.pt ), publicado no jornal "Notícias de Aveiro" :

"O percurso tem inicio na zona de lazer do parque da Cabreia e divide-se em três percursos de distâncias diferentes: o PR2.1 é o mais pequeno; o PR2.2 tem um pouco mais de 6 quilómetros e o PR2.3 é o maior, com 10 quilómetros.

O percurso segue o Rio Mau. Uma curiosidade, a montante o mesmo rio chama-se Rio Bom. Passa inicialmente numa zona de campos. Segue-se até chegar a uma bifurcação onde encontramos uma estrada em asfalto que vamos utilizar até encontrar uma ponte para atravessar novamente o Rio Mau. Mais adiante encontramos as primeiras ruínas da exploração mineira do chumbo argentífero, que correspondem às minas da Malhada.

Continuando mais um pouco encontramos uma clareira com mais vestígios das mesmas minas. Segundo dizem, estas possuíam um poço mestre com cerca de 400 metros de profundidade. Mais adiante, surge uma bifurcação dos percursos. Esta zona junto ao rio é particularmente agradável pela abundante vegetação que aí se encontra com bosques densos de austrálias e carvalhos.

Antigas minas
Acabámos então por chegar à zona das Minas do Braçal, onde se encontram vestígios, ainda em bom estado, que, pela sua dimensão, revelam a importância que esta exploração representou outrora para a região. O percurso passa pelo meio do complexo. Dentro de uma das casas ainda encontramos recibos da Portucel datados de 1977. Nota-se que existiu aqui um jardim bem cuidado, com muitas camélias e carreiros delimitados por buxo.


Mais adiante, o Rio Mau, que se encontra canalizado ao longo de quase todo o complexo, surge numa queda de água muito bonita. No mesmo local, encontramos vestígios daquilo que parece ter sido uma nora. Mais um edifício das minas, junto do qual existe um abatimento do terreno que deixou à vista o túnel por onde passa o rio. Recomendamos muito cuidado nessa zona, em especial com crianças, pois, apesar de estar assinalado com fitas, estas não protegem do perigo.

A partir daqui, seguindo recomendações da organização, deveríamos regressar por outro caminho, mas ainda fizemos um pequeno desvio para ir ver os vestígios da fundição. São poucas as paredes que se encontram em bom estado, no entanto, a chaminé ergue-se ainda majestosamente por entre a vegetação.

Regressámos à zona do complexo principal onde se observam novos edifícios. A partir daqui o caminho segue por uma zona de eucaliptal sem grande interesse, a não ser a vista sobre o vale do Rio Mau. O percurso não tinha tido até aqui grandes declives, mas nesta zona a inclinação acentua-se um pouco mais. Passamos junto de algumas povoações, seguindo sempre as indicações das placas. Neste local da foto, juntam-se o PR 2.2 e o PR 2.3.

Mais adiante, voltamos a encontrar o rio, um pouco a montante da cascata da Cabreia. Uma queda de água majestosa com cerca de 25 metros de serviu de cenário, há uns anos atrás, para a novela da RTP “A senhora das águas”. Esta cascata é sem dúvida uma das principais referências de Sever do Vouga.

Acabei por percorrer uma distância de cerca de 10 km, que correspondeu a uma mistura do PR2.2 e um pouco do 2.3."