Calendário de Caminhadas 2011 - Câmara Municipal de Cuba
27 de Abril
Caminhada Outeiro de S. António”
22 de Maio
10ª Caminhada Vila de Cuba
27 de Junho
Caminhada Albergaria dos Fusos a Vila Alva
25 de Setembro
Caminhadaà Srª D'aires
Inscrições:
Câmara Municipal de Cuba
Rua Serpa Pinto 84
7940-172 Cuba
Tlf.: 284 419 900
Fax: 284 415 137
Email: geral@cm-cuba.pt
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terça-feira, março 01, 2011
Câmara Municipal de Cuba - Calendário de Caminhadas 2011
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sábado, janeiro 01, 2011
Caminheiros de Grândola - Calendário de Caminhadas 2011
Calendário de Caminhadas 2011 – Caminheiros de Grândola
Concentração pelas 8.30 horas junto à Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início para as 9.00 horas.
Concentração pelas 7.00 horas junto à Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com partida às 07h15.
Concentração pelas 8.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) sendo o início ás 9.00 horas na sede da Junta de Freguesia de Grândola.
O percurso será linear de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
O percurso será linear de dificuldade fácil com uma extensão de +/- 4 km, a inscrição será gratuita.
29 de Maio
Caminhada em honra da Nossa Srª da Penha
16 de Julho
Passeio Pedestre nocturno "Lua Cheira"
Concentração pelas 20.00 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 20.30 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 10 km
Concentração pelas 6.45 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início previsto para as 9.00 horas na Ponta do Carvoeiro junto ao Cabo Sardão, sendo um passeio linear e terminado na Zambujeira do Mar – Odemira.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km.
O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
27 de Fevereiro
Passeio Pedestre “Um saltinho à Serra”Concentração pelas 8.30 horas junto à Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início para as 9.00 horas.
20 de Março
Passeio Pedestre “Vamos até Sintra”Concentração pelas 7.00 horas junto à Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com partida às 07h15.
17 de Abril
2.º Passeio Pedestre "Vila Morena"Concentração pelas 8.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) sendo o início ás 9.00 horas na sede da Junta de Freguesia de Grândola.
O percurso será linear de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
25 de Abril
2º Passeio Pedestre "Vila Morena"O percurso será linear de dificuldade fácil com uma extensão de +/- 4 km, a inscrição será gratuita.
1 de Maio
Caminhada 1º de Maio - Piquenique com Caminhada (Vale Poço)
Distância: +/- 4 Km.
Concentração na Sede do Grupo de Pedestrianismo Caminheiros de Grândola pelas 8.30 horas.
Concentração na Sede do Grupo de Pedestrianismo Caminheiros de Grândola pelas 8.30 horas.
29 de Maio
Caminhada em honra da Nossa Srª da Penha
16 de Julho
Passeio Pedestre nocturno "Lua Cheira"
Concentração pelas 20.00 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 20.30 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 10 km
31 de Julho
Passeio Pedestre “ A Ver o Mar…”Concentração pelas 6.45 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início previsto para as 9.00 horas na Ponta do Carvoeiro junto ao Cabo Sardão, sendo um passeio linear e terminado na Zambujeira do Mar – Odemira.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km.
25 de Setembro
Passeio Pedestres “Montes Perdidos”.
O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.15 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.15 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
23 de Outubro
“Passeio Pedestre Encontro de Caminheiros”. O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
20 de Novembro
Passeio Pedestre “À Procura de Cogumelos”.
O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
O Passeio Pedestre terá a concentração pelas 08.30 horas na Sede do Grupo Caminheiros (Junto aos Bombeiros Voluntários) com início às 9.00 horas.
O percurso será de dificuldade média com uma extensão de +/- 12 km
Contactos:
Caminheiros de Grândola
Apartado 108
7571 - 909 Grândola
e-mail: serra.trilhos@gmail.com
http://caminheirosdegrandola.blogspot.com/
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quinta-feira, abril 08, 2010
Caminheiros de Grândola - Calendário de Caminhadas 2010
21 de Fevereiro
Passeio surpresa
Concentração: Sede dos Caminheiros de Grândola - 08h30
Distância: 12 km
Grau de Dificuldade: média
Duração: 4 horas
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21 de Março
Boas-vindas à Primavera
Concentração: Sede dos Caminheiros de Grândola - 08h30
Distância: 10 km
Grau de Dificuldade: baixa
Duração: 3h30

18 de Abril
Vila Morena

1 de Maio
1º De Maio No Campo
30 de Maio
Srª Da Penha

10 a 13 de Junho
Lá Vamos Nós …
24 de Julho
Á Luz Da Lua

26 de Setembro
Caminhada do 3º Aniversário

24 de Outubro
Encontro Regional de Caminheiros
24 de Outubro
Passeio Pedestre na Serra de Grândola
3 de Novembro
Cogumelos na Serra
Contactos:
Caminheiros de Grândola
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7571 - 909 Grândola
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Calendário de Caminhadas 2008
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sábado, abril 03, 2010
Câmara Municipal de Cuba - Calendário de Caminhadas 2010
Calendário de Caminhadas 2010 - Câmara Municipal de Cuba
18 de Abril
Caminhada À Ermida de N.ª Senhora da Represa

30 de Maio
9ª Caminhada Vila de Cuba

27 de Junho
Caminhada Albergaria a Vila Alva

Inscrições:
Câmara Municipal de Cuba
Rua Serpa Pinto 84
7940-172 Cuba
Tlf.: 284 419 900
Fax: 284 415 137
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quinta-feira, setembro 10, 2009
CP associa-se mais uma vez à promoção de Passeios Pedestres
A CP criou novos programas de turismo ferroviário no Alentejo, aproveitando a oferta regular de comboios de longo curso a partir de Lisboa e das condições singulares da região para passeios e prática de desportos ao ar livre.
Esta novo programa foi concebido para Alcácer do Sal, Grândola, Évora e Vila Nova da Baronia e contemplam viagens de ida e volta em comboios Intercidades.
Neste programa a nível de passeios pedestres temos:- “À descoberta de Alcácer do Sal”: passeio pedestre orientado por monitores – Rota do Senhor dos Mártires (12 km);
- “À Descoberta de Vila Nova da Baronia”: passeio pedestre – Rota de Santa Águeda ( 7 km).
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A CP já desenvolve desde há uns anos atrás, em parceria com a "Liga para a Protecção da Natureza" (LPN) os percursos “Comboio e Natureza” que têm como objectivos:
- incentivar a descoberta das áreas naturais de Portugal como espaços privilegiados para o turismo de natureza, utilizando o comboio como meio de transporte;
- sensibilizar o público para os impactos da prática do turismo, fomentando a adopção de comportamentos ambientalmente sustentáveis, nomeadamente através do uso dos percursos pedestres como meios de descoberta das áreas naturais
- "Entre o Mar e a Terra: de comboio a caminho do Sado" (5 percursos pedestres existentes na Reserva Natural do Estuário do Sado)
- "O Parque Natural do Douro Internacional" (3 percursos pedestres no PNDI)
- "Da Linha do Sul às planícies de Castro Verde" (2 percursos pedestres na ZPE de Castro Verde)
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sábado, abril 04, 2009
Câmara Municipal de Beja - Calendário de Caminhadas 2009
Calendário de Caminhadas 2009 - Câmara Municipal de Beja
Programa: "Viver com Mais Saúde"
25 de Abril
Caminhar pela Liberdade
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 09h00. Início: 09h30
Extensão: 8 km / 12 Km
17 de Maio
Caminhada "Jogos Nacionais de Chelt"
Parceria: CHELT
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Início: 09h00
14 de Junho
Caminhada do Ambiente
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Início: 09h00
23 de Julho
Caminhada Nocturna
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 20h30. Inicio: 21h00
6 de Agosto
Caminhada de Verão
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 19h30. Inicio: 20h00
Extensão: 10 km
13 de Setembro
Caminhada da Saúde
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Inicio: 09h00
Extensão: 7 ou 10 km

Contactos:
Câmara Municipal de Beja
Actividades e Formação
Sector do Desporto
Tlf. 284 311 900
Fax: 284 325 295
sectordesporto@cm-beja.pt
Programa: "Viver com Mais Saúde"
25 de Abril
Caminhar pela Liberdade
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 09h00. Início: 09h30
Extensão: 8 km / 12 Km
17 de Maio
Caminhada "Jogos Nacionais de Chelt"
Parceria: CHELT
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Início: 09h00
14 de Junho
Caminhada do Ambiente
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Início: 09h00
23 de Julho
Caminhada Nocturna
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 20h30. Inicio: 21h00
6 de Agosto
Caminhada de Verão
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 19h30. Inicio: 20h00
Extensão: 10 km
13 de Setembro
Caminhada da Saúde
Ponto de encontro: Parque da Cidade - 08h30. Inicio: 09h00
Extensão: 7 ou 10 km
A esta caminhada estará associada uma Avaliação da Condição Física Individual a cargo de técnicos da Unidade de Saúde Pública - ULSBA.

Contactos:
Câmara Municipal de Beja
Actividades e Formação
Sector do Desporto
Tlf. 284 311 900
Fax: 284 325 295
sectordesporto@cm-beja.pt
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quinta-feira, dezembro 25, 2008
Caminheiros de Grândola - Calendário de Caminhadas 2009
Calendário de Caminhadas 2009 – Caminheiros de Grândola
9 de Fevereiro
Caminhada na Serra de Grândola
Concentração: Praça das Palmeiras - 8h30. Partida 09h00

18 de Abril
1º Passeio Pedestre Freguesia de Grândola.
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 8h30. Partida 09h00
1 de Maio
“Passeio Pedestre do dia de Maio”
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 8h30. Partida 09h00
31 de Maio
Caminhada em Honra de Nossa Senhora da Penha
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 8h30. Partida 09h00
21 de Junho
Passeio Pedestre no Parque Florestal de Monsanto
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 8h00. Partida 08h30
4 de Julho
Passeio Pedestre ao Luar
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 20h00. Partida 20h30

25 de Outubro
Passeio Pedestre por Terras do Alentejo
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 20h00. Partida 20h30

8 de Novembro
Passeio Pedestre "Cogumelos Selvagens"
Concentração: sede do Grupo de Caminheiros de Grândola - 08h30. Partida 09h00
Extensão: 12 km
Grau de dificuldade: média

Contactos:
Caminheiros de Grândola
Apartado 108
7571 - 909 Grândola
e-mail: serra.trilhos@gmail.com
http://caminheirosdegrandola.blogspot.com/
Apartado 108
7571 - 909 Grândola
e-mail: serra.trilhos@gmail.com
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Calendário de Caminhadas 2008
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sexta-feira, abril 04, 2008
Passeio pedestre "De Viana do Alentejo ao Monte do Sobral", dia 12 de Abril, em Viana do Alentejo, organizado pelos Caminheiros d'Além-Tejo
Passeio Pedestre "De Viana do Alentejo ao Monte do Sobral"
12 de Abril
Viana do Alentejo
Partida às: 8h 30min em autocarro da Univ. de Évora – 50 lugares
Percurso Linear
Grau de dificuldade: média
Organização: Caminheiros d'Além-Tejo - Rui Salgado e Carlos Godinho
Programa/Roteiro :
9h00: Visita guiada à Vila de Viana do Alentejo
Inscrições e informações:
caminheiros.dalentejo@gmail.com
Tlm 967 324 948
Custos de transporte (autocarro): 5 €
Petisco à volta de 10€
Fonte: Caminheiros d'Além-Tejo
12 de Abril
Viana do Alentejo
Partida às: 8h 30min em autocarro da Univ. de Évora – 50 lugares
Estrada da Circunvalação (na paragem de camionetas nas traseiras da Escola Gabriel Pereira - sítio do costume).
Extensão: 15 KmPercurso Linear
Grau de dificuldade: média
Organização: Caminheiros d'Além-Tejo - Rui Salgado e Carlos Godinho
Apoios: Câmara Municipal de Viana do Alentejo e Companhia Agrícola da Quinta do Duque
Programa/Roteiro :
9h00: Visita guiada à Vila de Viana do Alentejo
10h00: Partindo da Vila, a caminhada inicia-se com a subida ao Alto de S. Vicente, (de onde se avista o Alentejo, quase todo) seguindo pelas pedreiras, Monte das Pedras, Quinta do Duque, onde teremos direito a uma visita guiada), ponte sobre o rio Xarrama (pausa para merenda), Monte da Silveira, Monte do Seixinho e termina no Monte do Sobral, o local onde aconteceu, a 9 de Setembro de 1973, a primeira reunião plenária do Movimento das Forças Armadas 8com presença de 136 capitães).
16 – 17 h: Lanche / churrasco de confraternização, em honra do 25 de Abril, da liberdade e do gosto de caminhar entre amigos. Haverá animação musical a condizer.
Inscrições e informações:
caminheiros.dalentejo@gmail.com
Tlm 967 324 948
Custos de transporte (autocarro): 5 €
Petisco à volta de 10€
Fonte: Caminheiros d'Além-Tejo
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quinta-feira, abril 03, 2008
Caminheiros de Grândola - Calendário de Caminhadas 2008
Calendário de Caminhadas 2008 – Caminheiros de Grândola
13 de Abril
Passeio a Reguengos
20 de Abril
Passeio Pedestre e de BTT na Serra de Grândola
1 de Maio
Passeio Pedestre
18 de Maio
Passeio Pedestre na Aldeia Mineira do Lousal
30 e 31 de Maio e 1 de Junho
Passeio Pedestre em Amarante
21 de Junho
Passeio Pedestre Nocturno na Serra de Grândola
14 de Setembro
Passeio Pedestre em Cadoços (organização do Centro de Dia)
25 de Setembro
Comemoração do 1.º Aniversário dos Caminheiros de Grândola
28 de Setembro
Travessia Ponte Vasco da Gama
26 de Outubro
Passeio Pedestre na Serra de Grândola
9 de Novembro
Passeio Pedestre – Rota dos Cogumelos
Todas as quartas-feiras Passeio Pedestre Urbano, com início às 20h00
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sábado, agosto 18, 2007
Alentejano realiza diariamente caminhadas de 50 kms a pé sob o sol escaldante da planície
"Chapéu redondinho, franzino, cheio de genica e uma vontade indómita de viver, o senhor Manuel Mestre, 68 anos, ou o Manel da Serra - como é conhecido por novos e velhos -, desafia diariamente os rigores do clima alentejano e percorre, indiferente aos quase 40 graus que se fazem sentir nesta altura do ano, a estrada entre Serpa (onde reside, num lar) e Beja, onde vai visitar os amigos. Calcorrear 50 quilómetros diários (25 em cada viagem) é também a «melhor maneira de se manter em forma», diz.
A rotina deste 'atleta' veterano descreve-se facilmente toma o pequeno-almoço no lar onde habita, sai porta fora, enfiado no colete reflector laranja, com a pregadeira a servir de fecho, bilhete de identidade sempre a jeito, e faz-se à estrada sem pedir ajudas. «Não preciso de boleia, bebidas também não. Quero caminhar e viver. Chega-me», afirma. Assim se apresenta este homem simples nascido na terra de Catarina Eufémia (Baleizão), mas que se diz «de todo o Mundo».
Toda a vida foi pastor; por isso, não teme o frio do Inverno nem o calor tórrido desta época. «Vou a Baleizão ou à Serra ver os meus amigos. Ando todos os dias mais de 20 quilómetros a pé para cada lado", diz, sorrindo. Tirando o pequeno chapéu, Manel da Serra, mostra uma cicatriz. "Um gajo bêbado a conduzir não me viu e abriu-me a cabeça», conta, recordando a única vez que foi colhido na estrada. Diz-se habituado ao sol, mostra os braços queimados das "estorreiras" e solta alegre «Pomadas, bronzeadores? Não uso nada dessas coisas. É a pele natural», diz, revelando, orgulhoso, que nunca teve uma insolação ou doença cutânea.
Para ir de Serpa à sua terra (Baleizão) gasta duas horas de caminha e pelo caminho «cumprimento todos os condutores. Toda a gente me conhece», revela satisfeito, quando mais um condutor apita ao passar por ele. Perto da Quinta dos Bonecos, a seis quilómetros de Beja, a Taberna do Cascalheira é o local onde pára e bebe um copo. «Não é homem de pedir nada a ninguém. É um paz-de-alma», diz a D. Bia, proprietária do estabelecimento e que toda a vida o conheceu. E, à despedida, Manel da Serra ainda pergunta espevitado ao jornalista »Compadre, não me arranja emprego numa quinta, para passar o tempo a cavar ?»...
Fenómeno de habituação
Instado a explicar este "fenómeno" de resistência às altas temperaturas, José Robalo, subdirector nacional de Saúde, observa que «não há imunidade» aos perigos do calor por parte do sexagenário. «No Alentejo há é a habituação ao calor», explica o responsável, recordando as casas tradicionais, com paredes grossas e caiadas de branco e janelas pequenas como forma de os habitantes se protegerem dos rigores climatéricos. José Robalo justifica a inviolabilidade da pele de Manuel Mestre «A pela cria uma carapaça. Há uma camada de células mortas, que formam uma espessura maior de pele», adianta, salvaguardando, porém, que «nem toda a gente goza desta situação", pelo que, justifica, "é necessário manter os cuidados recomendados para este tipo de clima»."
Teixeira Correia
Fonte: Jornal de Notícias - 18-8-007
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terça-feira, julho 24, 2007
Percursos “Comboio e Natureza” promovidos pela CP, em parceria com a LPN, pretendem fomentar a práctica do pedestrianismo em Portugal.
Os percursos “Comboio e Natureza” promovidos pela CP (Comboios de Portugal) têm como objectivos: incentivar a descoberta das áreas naturais de Portugal como espaços privilegiados para o turismo de natureza, utilizando o comboio como meio de transporte; sensibilizar o público para os impactos da prática do turismo, fomentando a adopção de comportamentos ambientalmente sustentáveis, nomeadamente através do uso da bicicleta e dos percursos pedestres como meios de descoberta das áreas naturais.
Este projecto resulta de um protocolo existente entre a CP e a LPN.
Foram concebidos três percursos:
- Da linha do Douro ao Parque Natural do Douro Internacional
- Entre o Mar e a Terra: de comboio a caminho do Sado
- Da Linha do Sul às Planícies de Castro Verde
O percurso "Da Linha do Douro ao Parque Natural do Douro Internacional” consiste na ligação em rede da Linha do Douro a três percursos pedestres no Parque Natural do Douro Internacional (PNDI), através de um circuito para bicicleta. No mapa apresenta-se um conjunto de informações, trajectos e pontos de interesse. O percurso não pretende ser rígido, podendo ser realizado em várias etapas e alternativas numa lógica de “intra-rail”. É um convite para uma viagem, certamente inesquecível, pela região de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Folheto ( face exterior - face interior )O percurso “Entre o Mar e a Terra: de comboio a caminho do Sado” consiste na ligação em rede entre estações de caminhos-de-ferro (Setúbal e Alcácer do Sal) e cinco percursos pedestres existentes na Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES), através de dois circuitos alternativos para bicicleta.
Folheto ( face exterior - face interior )
O percurso "Da Linha do Sul às Planícies de Castro Verde" decorre no Baixo Alentejo, região cerealífera por excelência. Permite observar um mosaico espacial e temporal de campos de cereal, pousios, restolhos e campos lavrados (alqueives).
Folheto ( face exterior - face interior )Folheto ( face exterior - face interior )
O percurso "Da Linha do Sul às Planícies de Castro Verde" decorre no Baixo Alentejo, região cerealífera por excelência. Permite observar um mosaico espacial e temporal de campos de cereal, pousios, restolhos e campos lavrados (alqueives).
Fonte: CP (Comboios de Portugal)
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segunda-feira, junho 25, 2007
Alentejo poderá ter 500 kms de ecopistas até final de 2013
"O Alentejo poderá vir a ter, até final de 2013, uma rede de ecopistas com um total de cerca de 500 quilómetros, resultante do aproveitamento de ramais férreos, estradas desactivadas e percursos rurais de ligação, foi hoje revelado.
O cenário foi traçado à agência Lusa por Francisco Sabino, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), à margem de um workshop que decorreu hoje em Évora.
O encontro, subordinado ao tema "Plano de Ecopistas na Região do Alentejo - Mobilidade, Turismo e Desenvolvimento Sustentáveis e Valorização do Território", foi organizado pela CCDRA e pela Rede Ferroviária Nacional (REFER). Promover e divulgar o Plano Nacional de Ecopistas (PNE) da REFER, com destaque para o Alentejo, e promover e divulgar o património edificado nas linhas ferroviárias desactivadas foram os principais objectivos da iniciativa.
Francisco Sabino, orador no workshop, deu conta do Esquema Director de Corredores Verdes que a CCDRA quer implementar, durante o actual período de fundos comunitários (2007/2013), para criar uma rede de ecopistas, em via-férrea, antigas estradas e outros percursos de ligação. «Se os projectos forem aprovados e depois de concluídos, no final de 2013, poderemos ter na região cerca de 500 quilómetros em ecopistas», frisou à Lusa, à margem da sua intervenção.
Actualmente, no Alentejo, esse tipo de percursos não motorizados, onde se pode andar a pé, de bicicleta, em patins ou a cavalo, já está implementado em Évora, em cerca de 70 quilómetros. Neste município, encontram-se em utilização uma ecopista no antigo ramal ferroviário para Mora, que está feita até ao limite do concelho de Arraiolos, e percursos ambientais na Serra do Monfurado e entre as freguesias dos Canaviais e Bacelo. «No caso do ramal de Mora, a ideia é esticar a ecopista até esse concelho e, neste momento, estão trabalhos em curso», afiançou o técnico da CCDRA.
Montemor-o-Novo também quer instalar uma ecopista no ramal de ligação à Torre da Gadanha e, até 2013, acrescentou, a proposta passa por realizar aproveitamentos do género nos ramais de Estremoz e de Évora para Reguengos de Monsaraz.
«Espero que as autarquias tomem em mão esta tarefa que me parece extremamente gratificante e com interesse para a região», sublinhou, destacando que o turismo rural, de natureza ou activo pode ser fomentado na região, possuidora de um rico património natural e cultural. A par das vias-férreas desactivadas, Francisco Sabino revelou ainda que a antiga Estrada Nacional 18 (EN18), paralela ao IP-2, entre Évora a Beja, também poderá ser aproveitada como ecovia, permitindo ligar S. Manços (Évora) até Castro Verde (distrito de Beja). «O que teria também a vantagem óbvia de funcionar como espinha dorsal para o Alqueva», salientou, alertando as autarquias para apresentarem as candidaturas numa lógica «inter e supra-municipal», para mais facilmente serem aprovadas para apoios comunitários.
Por seu turno, Luís Silvestre, da REFER, lembrou que a rede nacional de ecopistas em vias-férreas desactivadas integra a Rede Verde Europeia para o Mediterrâneo Ocidental, em criação, para ligar o Sul de Portugal ao Sul de Itália. No caso português, dos 710 quilómetros de canais ferroviários desactivados elegíveis para o PNE, 58 quilómetros, em cinco zonas diferentes, são já utilizados como ecopistas e a REFER tem protocolos com municípios para o aproveitamento de um total de 449 quilómetros."
Actualmente, no Alentejo, esse tipo de percursos não motorizados, onde se pode andar a pé, de bicicleta, em patins ou a cavalo, já está implementado em Évora, em cerca de 70 quilómetros. Neste município, encontram-se em utilização uma ecopista no antigo ramal ferroviário para Mora, que está feita até ao limite do concelho de Arraiolos, e percursos ambientais na Serra do Monfurado e entre as freguesias dos Canaviais e Bacelo. «No caso do ramal de Mora, a ideia é esticar a ecopista até esse concelho e, neste momento, estão trabalhos em curso», afiançou o técnico da CCDRA.
Montemor-o-Novo também quer instalar uma ecopista no ramal de ligação à Torre da Gadanha e, até 2013, acrescentou, a proposta passa por realizar aproveitamentos do género nos ramais de Estremoz e de Évora para Reguengos de Monsaraz.
«Espero que as autarquias tomem em mão esta tarefa que me parece extremamente gratificante e com interesse para a região», sublinhou, destacando que o turismo rural, de natureza ou activo pode ser fomentado na região, possuidora de um rico património natural e cultural. A par das vias-férreas desactivadas, Francisco Sabino revelou ainda que a antiga Estrada Nacional 18 (EN18), paralela ao IP-2, entre Évora a Beja, também poderá ser aproveitada como ecovia, permitindo ligar S. Manços (Évora) até Castro Verde (distrito de Beja). «O que teria também a vantagem óbvia de funcionar como espinha dorsal para o Alqueva», salientou, alertando as autarquias para apresentarem as candidaturas numa lógica «inter e supra-municipal», para mais facilmente serem aprovadas para apoios comunitários.
Por seu turno, Luís Silvestre, da REFER, lembrou que a rede nacional de ecopistas em vias-férreas desactivadas integra a Rede Verde Europeia para o Mediterrâneo Ocidental, em criação, para ligar o Sul de Portugal ao Sul de Itália. No caso português, dos 710 quilómetros de canais ferroviários desactivados elegíveis para o PNE, 58 quilómetros, em cinco zonas diferentes, são já utilizados como ecopistas e a REFER tem protocolos com municípios para o aproveitamento de um total de 449 quilómetros."
sábado, março 17, 2007
Passeio Pedestre "Subida a Marvão", em Portagem, Marvão, dia 25 de Março
Passeio Pedestre "Subida a Marvão"
Dia 25 de Março
Organização:Pés Vagarosos - Associação de Desporto e Lazer do Norte Alentejano
Clicar para ampliar
Fonte: Pés Vagarosos - Associação de Desporto e Lazer do Norte Alentejano
Dia 25 de Março
Organização:Pés Vagarosos - Associação de Desporto e Lazer do Norte Alentejano
Clicar para ampliarPrograma:
09h15 - Início do passeio na Portagem (largo em frente à igreja)
11h00 - Visita guiada a Marvão
12h00 - Descida
13h30 - Lanche/convívio na pastelaria Não-me-esqueças (Portagem)
Nota: o lanche/convívio é opcional e tem o custo de 5€/pessoa
09h15 - Início do passeio na Portagem (largo em frente à igreja)
11h00 - Visita guiada a Marvão
12h00 - Descida
13h30 - Lanche/convívio na pastelaria Não-me-esqueças (Portagem)
Nota: o lanche/convívio é opcional e tem o custo de 5€/pessoa
Fonte: Pés Vagarosos - Associação de Desporto e Lazer do Norte Alentejano
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quinta-feira, março 02, 2006
Nisa - Percursos Pedestres

Extensão: 12,6 km
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio em Amieira do Tejo uma das doze vilas da Ordem de Malta.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: "Saia pela estrada alcatroada, no largo da Junta de Freguesia, e encontre um caminho entre muros, azinheiras e oliveiras. Após uma ligeira subida, surgem as estevas, as giestas, os sobreiros e alguns vinhedos. Siga em frente ou amplie o trajecto até Vila Flor, onde uma quelha o leva até às ruínas da igreja. Num atalho, desfrutará de uma panorâmica sobre Albarrol e a ribeira do Figueiró. O percurso avança em direcção ao Tejo, com uma visão privilegiada sobre Gardete e a barragem do Fratel, a anteceder a descida acentuada até à margem, onde começam os três quilómetros do muro de sirga até à Barca da Amieira. Siga paralelamente ao rio, de onde se contempla o voo rasante de aves como a garça-real. Para trás fi cam um pontão com arco em xisto, a foz do rio Ocreza e os abundantes murtinheiros e medronheiros. Chega então ao cais, com barcos de pesca e o apeadeiro defronte. Passe pelo parque de merendas com vista para o Tejo, e siga por outro caminho. Suba até à estrada alcatroada, onde espreitam o castelo de Amieira e a ribeira da Maia."
Extensão: 4,25 km
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio junto à antiga escola primária de Chão da Velha Chão da Velha.
Nível de dificuldade: fácil.
Roteiro: "O percurso inicia-se junto à antiga escola primária de Chão da Velha, onde se pode observar as envelhecidas casas da aldeia, com as características chaminés alentejanas. Outrora, a agricultura e o pastoreio de vacas e cabras eram as principais fontes de subsistência desta povoação, hoje praticamente desertifi cada. No entanto, algumas hortas e vinhas em redor provam que ainda há quem não tenha abandonado defi nitivamente aqueles campos.Percorrendo as matas, povoadas de eucaliptos, desça por um trilho de pé posto, serpenteando um caminho estreito ao longo da encosta, perdido nas barreiras do Tejo, que o conduzirá até à argem sul do rio. Chegado ao local, onde existe um pequeno cais e um parque de merendas, obtém-se uma boa perspectiva daquela bacia hidrográfi ca.Aproveite para observar algumas aves como a águia-pesqueira, a garça-real ou o corvo-marinho. Inicie então a subida, num percurso em terra batida, passando por entre vários eucaliptais, junto à barroca. Atravesse uma vereda até chegar ao ponto mais elevado do trilho, numa eira, acompanhando uma parede de xisto com remate deitado. Antes de chegar ao Chão da Velha, passe junto a uma fonte e a algumas construções em xisto. "
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio na central hidroeléctrica da Velada.
Nível de dificuldade: fácil.
Roteiro: Os primeiros metros são calcorreados na companhia da ribeira de Nisa, até passar junto a uma azenha. Mais à frente, atravesse o pontão da represa e percorra o caminho em terra batida que acompanha a margem direita da ribeira até à foz, onde esta se cruza com o Tejo. À medida que o trilho serpenteia o terreno onde abundam as estevas, podem observar-se as oliveiras em socalco, outrora importante fonte de rendimento. O ponto mais difícil do trajecto, com os eucaliptos a adensarem-se, faz-se na subida até ao alto da colina, onde encontrará um miradouro privilegiado sobre a ribeira de Nisa e o Tejo. Em frente, a linha da Beira Baixa demarca a paisagem, num ponto privilegiado de observação de aves, como a águia-pesqueira ou a garça-real. Após alguns metros, surge uma descida por entre eucaliptais e estevais, que culmina no pontão que liga as duas margens da ribeira de Nisa, águas que convidam a uma pausa para pescar ou merendar.Termine o percurso junto à central hidroeléctrica da Velada, saciando a sede numa fonte com excelente água fresca.
Extensão: 9,8 km
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio no Arneiro, num caminho de terra batida, seguindo em direcção à serra de S. Miguel.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Com as Portas de Ródão no horizonte, o olival é substituído gradualmente por azinheiras, terrenos inundados de cascalho e muros de quartzito. Ao entrar na serrania, de vegetação densa, serpenteie os socalcos que escondem velhas oliveiras. No topo, já entre pinheiros bravos, faça uma pausa e visite o buraco da Faiopa. Avançando na direcção do castelo de Ródão, contemple o voo silencioso de aves protegidas como o abutre e varra a paisagem com o olhar, focando ao longe o Tejo, a foz da ribeira do Vale, o Conhal e Vila Velha de Ródão. Desça pela rocha, junto à encosta, recheada de zimbros e medronheiros, contorne um eucalipto centenário e avance em direcção ao Conhal, aproveitando para subir a um dos gigantescos montes de seixos que o compõem. Depois de passar pelas pequenas hortas, com os seus poços, picotas, muros de xisto e casas de telha mourisca, pare na fonte do ribeiro do Vale. De regresso ao Arneiro, visite os fornos comunitários onde se cozia o pão, e detenha-se nos poiais das casas, únicas pelos rodapés, chaminés e minúsculos postigos por onde espreita a luz.
Local de partida/chegada: O percurso inicia-se na aldeia de Pé da Serra, com as suas casas caiadas, de rodapés amarelos e azuis, ou com o tradicional reboco encrespado.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Passe junto à igreja de S. Simão e ao primeiro fontanário, e avance pela calçada de cascalho até um caminho ladeado por muros baixos e sinuosos, passando por pequenas hortas, olivais e furdas, onde ainda se cria o porco-preto.Depois de atravessar o Monte Cimeiro, despovoado e em ruínas, siga por um trilho íngreme que conduz ao penouco da serra de S.Miguel. Com Pé da Serra no horizonte, atravesse uma eira de xisto e cascalho e suba por entre sobreiros, pinheiros bravos e eucaliptos até ao ponto mais elevado do concelho, onde o espera uma panorâmica integral sobre a região. A descida faz-se serpenteando sobreiros e cascalheiras, vestígios dos muros que outrora sustentavam oliveiras, e palmilhando solos argilosos. Siga então pelo asfalto em direcção a Vinagra, onde o esperam a água das fontes e as casas de pedra com as suas chaminés alentejanas, superando largamente a altura das habitações. Avance de novo entre muros, que separam hortas ou olivais, até mais uma vez surgirem os sobreiros. No regresso a Pé da Serra, dê uma espreitadela às tulhas do antigo lagar de azeite.
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se na aldeia de Salavessa, onde sobressaem as casas brancas de rodapés coloridos, ou com o tradicional rebouco encrespado e grandes chaminés.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Percorra as ruas estreitas da povoação, admirando as janelas e as portas tradicionais, e faça uma visita à ermida dedicada a São Jacinto. Saindo pelas traseiras de Salavessa, onde foram construídas as primeiras habitações, a paisagem muda radicalmente, surgindo os palheiros de xisto, os currais e as furdas. Siga entre muros, por caminhos de terra e pedra, em desníveis acentuados, acompanhado por uma paisagem de sobro, descendo em direcção ao Tejo. Encontre a margem do rio num pontão à borda de água e siga por um antigo caminho que termina na Fisga do Tejo, uma fenda artifi cial que depois de atravessada o leva até um açude e às entranhas da Serra de São Miguel. Sempre na companhia da ribeira de Fivelo, descubra o segundo açude e, mais à frente, um muro apiário dissimulado na vegetação. Serpenteie as colinas e contemple os açudes e as noras, em conjunto com os canais de rega, outrora utilizados no aproveitamento das águas para a irrigação das hortas. Continue a subida, passando junto aos socalcos das oliveiras, até regressar a Salavessa."
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se Montalvão, povoação cujas casas brancas se destacam no alto de um monte isolado na paisagem.
Nível de dificuldade: fácil/médio.
Roteiro: Depois de uma visita ao castelo, à igreja matriz e à zona histórica, siga pela estrada alcatroada que o conduz até às encostas do rio Sever, passando junto ao cemitério da aldeia e às ruínas da capela de Santa Margarida. Atravesse a eira do Ferreira, percorrendo trilhos vincados entre eucaliptos e alguns pinheiros, outrora palmilhados por camponeses e contrabandistas. Mais abaixo, descubra as margens do rio, escondidas por entre o denso arvoredo, numa zona de declives acentuados onde abundam as fontes e as nascentes. Assim que tocar a borda do curso de água, ideal para a prática da pesca desportiva, encontra a azenha do Nogueira, hoje submersa pelo caudal. Com Espanha na outra margem, siga por um trilho de terra que acompanha o rio, em direcção a norte, até à azenha do Artur, igualmente imersa pelas águas, num local privilegiado para merendar, onde o esperam as fontes férreas e um pequeno abrigo em xisto. Abandonando a margem, inicie uma subida acentuada, eucaliptal adentro. Mais acima, a paisagem de sobro acompanha-o no regresso a Montalvão, através de caminhos de terra batida, por entre muros e ruínas em xisto.
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio na central hidroeléctrica da Velada.
Nível de dificuldade: fácil.
Roteiro: Os primeiros metros são calcorreados na companhia da ribeira de Nisa, até passar junto a uma azenha. Mais à frente, atravesse o pontão da represa e percorra o caminho em terra batida que acompanha a margem direita da ribeira até à foz, onde esta se cruza com o Tejo. À medida que o trilho serpenteia o terreno onde abundam as estevas, podem observar-se as oliveiras em socalco, outrora importante fonte de rendimento. O ponto mais difícil do trajecto, com os eucaliptos a adensarem-se, faz-se na subida até ao alto da colina, onde encontrará um miradouro privilegiado sobre a ribeira de Nisa e o Tejo. Em frente, a linha da Beira Baixa demarca a paisagem, num ponto privilegiado de observação de aves, como a águia-pesqueira ou a garça-real. Após alguns metros, surge uma descida por entre eucaliptais e estevais, que culmina no pontão que liga as duas margens da ribeira de Nisa, águas que convidam a uma pausa para pescar ou merendar.Termine o percurso junto à central hidroeléctrica da Velada, saciando a sede numa fonte com excelente água fresca.
Extensão: 9,8 km
Local de partida/chegada: A caminhada tem o seu inicio no Arneiro, num caminho de terra batida, seguindo em direcção à serra de S. Miguel.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Com as Portas de Ródão no horizonte, o olival é substituído gradualmente por azinheiras, terrenos inundados de cascalho e muros de quartzito. Ao entrar na serrania, de vegetação densa, serpenteie os socalcos que escondem velhas oliveiras. No topo, já entre pinheiros bravos, faça uma pausa e visite o buraco da Faiopa. Avançando na direcção do castelo de Ródão, contemple o voo silencioso de aves protegidas como o abutre e varra a paisagem com o olhar, focando ao longe o Tejo, a foz da ribeira do Vale, o Conhal e Vila Velha de Ródão. Desça pela rocha, junto à encosta, recheada de zimbros e medronheiros, contorne um eucalipto centenário e avance em direcção ao Conhal, aproveitando para subir a um dos gigantescos montes de seixos que o compõem. Depois de passar pelas pequenas hortas, com os seus poços, picotas, muros de xisto e casas de telha mourisca, pare na fonte do ribeiro do Vale. De regresso ao Arneiro, visite os fornos comunitários onde se cozia o pão, e detenha-se nos poiais das casas, únicas pelos rodapés, chaminés e minúsculos postigos por onde espreita a luz.
Extensão: 9,2 km
Local de partida/chegada: O percurso inicia-se na aldeia de Pé da Serra, com as suas casas caiadas, de rodapés amarelos e azuis, ou com o tradicional reboco encrespado.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Passe junto à igreja de S. Simão e ao primeiro fontanário, e avance pela calçada de cascalho até um caminho ladeado por muros baixos e sinuosos, passando por pequenas hortas, olivais e furdas, onde ainda se cria o porco-preto.Depois de atravessar o Monte Cimeiro, despovoado e em ruínas, siga por um trilho íngreme que conduz ao penouco da serra de S.Miguel. Com Pé da Serra no horizonte, atravesse uma eira de xisto e cascalho e suba por entre sobreiros, pinheiros bravos e eucaliptos até ao ponto mais elevado do concelho, onde o espera uma panorâmica integral sobre a região. A descida faz-se serpenteando sobreiros e cascalheiras, vestígios dos muros que outrora sustentavam oliveiras, e palmilhando solos argilosos. Siga então pelo asfalto em direcção a Vinagra, onde o esperam a água das fontes e as casas de pedra com as suas chaminés alentejanas, superando largamente a altura das habitações. Avance de novo entre muros, que separam hortas ou olivais, até mais uma vez surgirem os sobreiros. No regresso a Pé da Serra, dê uma espreitadela às tulhas do antigo lagar de azeite.
Extensão: 10,6 km
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se na aldeia de Salavessa, onde sobressaem as casas brancas de rodapés coloridos, ou com o tradicional rebouco encrespado e grandes chaminés.
Nível de dificuldade: médio.
Roteiro: Percorra as ruas estreitas da povoação, admirando as janelas e as portas tradicionais, e faça uma visita à ermida dedicada a São Jacinto. Saindo pelas traseiras de Salavessa, onde foram construídas as primeiras habitações, a paisagem muda radicalmente, surgindo os palheiros de xisto, os currais e as furdas. Siga entre muros, por caminhos de terra e pedra, em desníveis acentuados, acompanhado por uma paisagem de sobro, descendo em direcção ao Tejo. Encontre a margem do rio num pontão à borda de água e siga por um antigo caminho que termina na Fisga do Tejo, uma fenda artifi cial que depois de atravessada o leva até um açude e às entranhas da Serra de São Miguel. Sempre na companhia da ribeira de Fivelo, descubra o segundo açude e, mais à frente, um muro apiário dissimulado na vegetação. Serpenteie as colinas e contemple os açudes e as noras, em conjunto com os canais de rega, outrora utilizados no aproveitamento das águas para a irrigação das hortas. Continue a subida, passando junto aos socalcos das oliveiras, até regressar a Salavessa."
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se Montalvão, povoação cujas casas brancas se destacam no alto de um monte isolado na paisagem.
Nível de dificuldade: fácil/médio.
Roteiro: Depois de uma visita ao castelo, à igreja matriz e à zona histórica, siga pela estrada alcatroada que o conduz até às encostas do rio Sever, passando junto ao cemitério da aldeia e às ruínas da capela de Santa Margarida. Atravesse a eira do Ferreira, percorrendo trilhos vincados entre eucaliptos e alguns pinheiros, outrora palmilhados por camponeses e contrabandistas. Mais abaixo, descubra as margens do rio, escondidas por entre o denso arvoredo, numa zona de declives acentuados onde abundam as fontes e as nascentes. Assim que tocar a borda do curso de água, ideal para a prática da pesca desportiva, encontra a azenha do Nogueira, hoje submersa pelo caudal. Com Espanha na outra margem, siga por um trilho de terra que acompanha o rio, em direcção a norte, até à azenha do Artur, igualmente imersa pelas águas, num local privilegiado para merendar, onde o esperam as fontes férreas e um pequeno abrigo em xisto. Abandonando a margem, inicie uma subida acentuada, eucaliptal adentro. Mais acima, a paisagem de sobro acompanha-o no regresso a Montalvão, através de caminhos de terra batida, por entre muros e ruínas em xisto.
Extensão: 14 km
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se Montalvão, povoação rural situada no alto de um monte,de onde se avistam as paisagens alentejana, beirã e espanhola.
Nível de dificuldade: fácil/médio.
Roteiro: Visite a zona histórica, o castelo e a igreja matriz, e avance pela estrada que o leva até às íngremes encostas do rio Sever. Atravessando trilhos outrora percorridos por camponeses e contrabandistas, passe pelo chafariz de Palos e pela Tapada da Queijeira, apreciando no Alto da Pobreza a vista sobre a foz da ribeira de São João. Chega então à azenha do Moinho Branco, zona de declives acentuados, esculpida pelos cursos de água, ideal para a prática da pesca desportiva.Acompanhando a margem do Sever, com Espanha sempre do outro lado, numa área de vegetação densa onde abundam as fontes e as nascentes, pode desfrutar de algumas construções tradicionais e abrigos em xisto, hoje utilizados pelos pescadores. Mais abaixo, o caminho abandona o rio, alcançando o pontão da Ribeira do Lapão, construído em xisto sobre um leito de pedra polida. Ali bem perto, rodeado de oliveiras dependuradas em sulcos, situa-se o retiro do pescador. No regresso a Montalvão, a subida é feita por trilhos de pé posto, passando-se pela Eira do Ferreira.
Fonte da informação deste post: Câmara Municipal de Nisa
Local de partida/chegada: A caminhada inicia-se Montalvão, povoação rural situada no alto de um monte,de onde se avistam as paisagens alentejana, beirã e espanhola.
Nível de dificuldade: fácil/médio.
Roteiro: Visite a zona histórica, o castelo e a igreja matriz, e avance pela estrada que o leva até às íngremes encostas do rio Sever. Atravessando trilhos outrora percorridos por camponeses e contrabandistas, passe pelo chafariz de Palos e pela Tapada da Queijeira, apreciando no Alto da Pobreza a vista sobre a foz da ribeira de São João. Chega então à azenha do Moinho Branco, zona de declives acentuados, esculpida pelos cursos de água, ideal para a prática da pesca desportiva.Acompanhando a margem do Sever, com Espanha sempre do outro lado, numa área de vegetação densa onde abundam as fontes e as nascentes, pode desfrutar de algumas construções tradicionais e abrigos em xisto, hoje utilizados pelos pescadores. Mais abaixo, o caminho abandona o rio, alcançando o pontão da Ribeira do Lapão, construído em xisto sobre um leito de pedra polida. Ali bem perto, rodeado de oliveiras dependuradas em sulcos, situa-se o retiro do pescador. No regresso a Montalvão, a subida é feita por trilhos de pé posto, passando-se pela Eira do Ferreira.
Fonte da informação deste post: Câmara Municipal de Nisa
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quarta-feira, março 01, 2006
Odemira - Percursos Pedestres
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Percursos Pedestres
Alvito - Percursos Pedestres
O Percurso dá a conhecer uma das mais belas regiões da planície Alentejana.
Vila Nova da Baronia, freguesia do Concelho de Alvito, apresenta passeios e história dignos de registo.
A Praça da República, com o seu Pelourinho, é o ponto de partida para este percurso, que concilia a paisagem humanizada e o património edificado, com a paisagem natural e o património rural.
Destacam-se ainda no centro histórico, alguns monumentos como a Capela de Nª Sr.ª da Conceição e a Igreja Matriz de Nª. Sr.ª da Assunção.
A paisagem de planície vai depois apresentado as suas surpresas e particularidades: trilhos com sombras e riachos, veredas com rouxinóis, garças, peneireiros e coelhos, caminhos com alecrim e rosmaninho e algum sobro e azinho.
O ponto culminante do percurso é a seiscentista Ermida de Santa Águeda (que dá nome a esta Rota). Neste local, somos convidados a momentos de aprazível repouso em harmonioso convívio com o edifício religioso e com a paisagem envolvente.
Vila Nova da Baronia, freguesia do Concelho de Alvito, apresenta passeios e história dignos de registo.
A Praça da República, com o seu Pelourinho, é o ponto de partida para este percurso, que concilia a paisagem humanizada e o património edificado, com a paisagem natural e o património rural.
Destacam-se ainda no centro histórico, alguns monumentos como a Capela de Nª Sr.ª da Conceição e a Igreja Matriz de Nª. Sr.ª da Assunção.
A paisagem de planície vai depois apresentado as suas surpresas e particularidades: trilhos com sombras e riachos, veredas com rouxinóis, garças, peneireiros e coelhos, caminhos com alecrim e rosmaninho e algum sobro e azinho.
O ponto culminante do percurso é a seiscentista Ermida de Santa Águeda (que dá nome a esta Rota). Neste local, somos convidados a momentos de aprazível repouso em harmonioso convívio com o edifício religioso e com a paisagem envolvente.
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Alcácer do Sal - Percursos Pedestres
Extensão: 12,7 km
Duração: 3 horas
Freguesia: Santa Maria do Castelo
Concelho: Alcácer do Sal
Principais acessos: rodoviários – IC1 ; N 253; Ferroviário – Linha do Sado
Extensão: 7 km
Duração: 3 horas
Freguesia: Torrão
Concelho: Alcácer do Sal
Principais acessos: rodoviários – N5, EN262, CM 1119
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Castro Verde - Percursos Pedestres
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Barrancos - Percursos Pedestres
Parque de Natureza de Noudar
- Trilho "O Moinho"
Extensão: 3,4 km
Principais pontos de interesse: Malhada do Invernadero, Moinho da Múrtega, Graptólitos, Capela S. Ginês, Malhada do Castelo
Este percurso pretende dar a conhecer aos visitantes a importância das linhas de água para as comunidades animais e vegetais do PNN, mas também, no modus vivendi desta região nos últimos séculos. O azinhal, verdadeira relíquia a preservar, surge como vestígio da vegetação natural que ocuparia esta região noutros tempos.
- Trilho Geológico-Mineiro
Esta caminhada irá dar-lhe a conhecer o riquíssimo património geológico-mineiro de Noudar, começando há 444 milhões de anos até ao século XIX-XX quando a extracção de cobre tinha um peso considerável na economia de Barrancos.
Dificuldade: elevada (se efectuado a pé)
Pontos de interesse: Graptólitos, Dobras, Encaixe da ribeira de Múrtega, Poço mineiro da Malhada dos Barrinhos, Calcários do Complexo Ígneo de Barrancos, Paleozóico do flanco oriental do anticlinal de Barrancos, Níveis fossilíferos da Formação do Monte das Russianas.
Dificuldade: elevada (se efectuado a pé)
Pontos de interesse: Graptólitos, Dobras, Encaixe da ribeira de Múrtega, Poço mineiro da Malhada dos Barrinhos, Calcários do Complexo Ígneo de Barrancos, Paleozóico do flanco oriental do anticlinal de Barrancos, Níveis fossilíferos da Formação do Monte das Russianas.
- Trilho "O Monte"
Extensão: 1.5 km
Principais pontos de interesse: Monte da Coitadinha, Hortas biológicas, Eira, Malhada dos Braços.
Este trilho apresenta aos visitantes a vida e o trabalho agrícola do início do século XX e sua proximidade com a agricultura sustentável que actualmente, no começo do século XXI, se pratica no Parque de Natureza de Noudar.
- Trilho "A Estrada"
Dificuldade: média
Extensão: 2.5 km
Principais pontos de interesse: Castelo de Noudar, Porta de Moura, Estrada de Moura, Flora mediterrânica com presença de endemismos, Povoado Calcolítico, Ribeira da Múrtega, Aves de rapina.
Este trilho, que acompanha a ribeira da Múrtega em quase toda a sua extensão, conjuga os valores históricos de Noudar com exemplos surpreendentes da flora mediterrânica.
Principais pontos de interesse: Castelo de Noudar, Porta de Moura, Estrada de Moura, Flora mediterrânica com presença de endemismos, Povoado Calcolítico, Ribeira da Múrtega, Aves de rapina.
Este trilho, que acompanha a ribeira da Múrtega em quase toda a sua extensão, conjuga os valores históricos de Noudar com exemplos surpreendentes da flora mediterrânica.
Ferreira do Alentejo - Percursos Pedestres

- Villa Romana Monte da Chaminé
Itinerário: Praça Comendador Infante Passanha, Floresta, Chaminé, Villa Romana do Monte da Chaminé, Fomaguda, Outeirinho, Monte Novo, Pereiro, Moinho do Espanhol e Praça Comendador Infante Passanha.
A Estação Arqueológica "Villa Romana Monte da Chaminé" de grande importância, tem sido alvo de várias intervenções, cujos vestígios encontrados apontam para uma ocupação desde os inícios de século I até ao século V d. C..
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