quarta-feira, março 01, 2006

Paredes de Coura - Percursos Pedestres

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Paisagem Protegida do Corno de Bico:

  • P.R. 1 - Corno de Bico
(aceder ao folheto informativo)

Ponto de Partida: Túmio
Distância Percorrida: 7,5 Kms
Duração do Percurso: 3 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partimos do pequeno lugar de Túmio, precisamente onde a estrada de alcatrão é substituída pelo caminho empedrado de acesso ao centro do lugar. Daqui, seguimos o caminho até desembocar numa bifurcação de caminhos em terra. Seguimos o caminho da esquerda, que nos levará ao interior da floresta do Corno de Bico. O caminho desemboca na estrada florestal, que percorreremos por poucos metros, para depois seguirmos um caminho em terra que nos conduzirá pelo Alto do Espinheiro até ao culminar deste percurso no Corno de Bico, que ostenta um marco geodésico à cota de 883 metros. Deste miradouro natural, rodeado de blocos graníticos, podemos apreciar uma majestosa paisagem que se abre, quer para o Vale do Rio Coura, quer para os Vales dos Rios Vez e Lima. Continuamos por entre a floresta, até desembocarmos novamente na estrada florestal. Viramos à direita para, percorridos cerca de 2 km, virarmos à esquerda, pela Chã do Mouro. Pouco depois, estaremos no local onde teve início este percurso pela floresta da Paisagem Protegida do Corno de Bico.



  • P.R. 2 - Alto dos Morrões
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Ponto de Partida: Ermida da Giesteira
Distância Percorrida: 4,5 Kms
Duração do Percurso: 1h30
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo da pequena ermida da Giesteira, iniciamos o percurso pelo caminho que se abre por entre campos murados que, pouco a pouco, vão dando lugar a bouças e campos abandonados, para nos embrenharmos por completo no extenso carvalhal. Continuamos caminho pelo estradão florestal até chegar a uma casa florestal abandonada, no lugar da Atalaia. Seguimos um caminho em terra por entre um bosque de cedros, que nos conduzirá ao pitoresco e bucólico lugar de Túmio. Passado algum tempo alcançamos o local onde teve início este pequeno passeio pelo território do Corno de Bico.



  • P.R. 3 - Miradouros
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Ponto de Partida: Chão Longo
Ponto de Chegada:
Distância Percorrida: 12 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso linear
Roteiro: Partimos do pequeno cabeço sobranceiro à freguesia de Vascões, onde se encontra o primeiro miradouro, no lugar de Chão Longo. Daqui, seguimos um caminho em terra que desemboca numa estrada pavimentada que, por sua vez, sairá na estrada nacional 303. Depois de atravessarmos a estrada, continuamos o caminho que, passados alguns metros, bifurca. Então, seguiremos o da esquerda que nos levará ao segundo miradouro. Situado no lugar de Coutos, a cerca de 600 metros de altitude. Continuando, embrenhámo-nos completamente no coração da área Protegida e, pouco a pouco, vamos tomando altitude, até alcançarmos o cume deste percurso. Aqui se localiza o terceiro miradouro - Corno de Bico. Daqui, descemos por entre a penedia até ao quarto miradouro, em Riomao, a 802 metros de altitude. Gradualmente, vamos descendo por esta estrada florestal. Passados cerca de mil e quinhentos metros, viramos à esquerda e subimos até ao quinto miradouro, localizado no Penedo do Rebolinho, a 735 metros de altitude. Este penedo apresenta-se em forma de bola que parece precipitar-se a qualquer momento. Do alto deste monte, podemos observar a freguesia de Castanheira, o monte da Travanca e a Vila de Paredes de Coura. Depois, seguimos caminho desembocando novamente no estradão que nos conduzirá até à estrada alcatroada, onde finaliza este percurso.



  • P.R. 4 - Varanda do Coura
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Ponto de Partida: Chavião, Castanheira
Distância Percorrida: 7 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo da capela erguida sobre o lugar de Chavião, começamos a subir por um caminho empedrado que dará lugar a um caminho de terra. Pouco a pouco, a paisagem rural, com os campos de cultivo em redor do lugar é substituída por áreas de matos que vão dando espaço ao bosque de folhosas que caracteriza a Paisagem Protegida do Corno de Bico. O caminho térreo, em alguns troços, empedrado, leva-nos numa subida, quase imperceptível, até ao estradão florestal. à medida que vamos tomando altitude, impressionámo-nos com as majestosas paisagens ao redor, destacando-se ao longe, a Serra d'Arga e o Monte do Bom Jesus, em Braga, a nascente as Serras da Peneda e Soajo e a norte as montanhas da Galiza. Muito mais próximo, avista-se o belo território concelhio de Paredes de Coura, dividido e moldado pelo serpenteante Rio Coura, cujos a fluentes vão esculpindo o território e regando os vastos campos férteis que, desta imaginária varanda natural, se nos apresentam em socalcos, num quadro rural de singular beleza, que outrora proporcionavam a toda a região abundância de cereais. Daí, a denominação de Celeiro do Minho. Passado o miradouro do Alto de Riomao, seguimos caminho para contornarmos uma represa e começarmos a descer. Pouco tempo depois alcançaremos o lugar de Vilares, da freguesia de Bico e por entre campos de cultivo, chegaremos ao lugar de Seara. Daqui, voltamos a descer até ao caminho que desemboca na estrada. Viramos à esquerda, subindo até alcançarmos o lugar de Vencemal e em seguida o lugar de Gaviães, que parece ficar pendurado nos inúmeros socalcos. Neste lugar, iniciamos a descida por um belo caminho empedrado que nos conduzirá ao fundo da Ribeira de Cavaleiros. Continuando por entre os campos, voltamos a subir até alcançarmos outro caminho empedrado que nos levará ao lugar do Espadanal, enclave, pertencente à freguesia de Cristelo. Depois de atravessarmos um rústico casario chegamos ao local onde teve início este percurso



  • P.R. 5 - Moinhos
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Ponto de Partida: Colónia Agrícola de Chã de Lamas
Distância Percorrida: 8 Kms
Duração do Percurso: 2h30
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partimos da Colónia Agrícola de Chã de Lamas, da freguesia de Vascões. Seguimos por uma estrada em terra batida que se abre entre as verdes pastagens e um jovem pinhal, que acompanha a Ribeira de Reiriz. Chegados à bifurcação de Porto Velho, seguimos o caminho da direita, para nos embrenharmos num pequeno bosque de carvalhos Pouco depois começamos a descer, até alcançarmos os velhos moinhos que serviam o lugar de Várzea, da freguesia de Parada. O caminho desemboca na estrada alcatroada, que percorreremos durante escassos metros, para alcançarmos o bucólico lugar de Várzea, com os seus campos de cultivo aplanados, marginando o rio, que constituem os solos mais férteis. Deste lugar, continuamos por entre os campos até alcançarmos uma área de lazer junto ao Rio Coura, próxima da estrada alcatroada. Durante o itinerário vemos como a Ribeira de Reiriz se vai juntar ao Rio de Cavaleiros, dando origem ao rio Coura. Depois vamos pelo mesmo caminho até ao lugar da Várzea. Daqui viramos à direita, tomando um caminho em terra que nos levará, por entre campos de cultivo e bouças, acompanhando, para montante, a Ribeira de Reiriz até Porto Velho. Seguimos então o caminho comum que nos conduzirá à Colónia Agrícola de Chã de Lamas, onde iniciamos este percurso



  • P.R. 6 - Megalítico de Vascões
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Ponto de Partida: Igreja de Vascões
Distância Percorrida: 7,5 Kms
Duração do Percurso: 3h30
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Âmbito do percurso: Histórico-Paisagístico
Roteiro: Partindo da igreja de Vascões, viramos à esquerda e seguimos cerca de duzentos e cinquenta metros pela estrada asfaltada, percorrendo o interior dos pitorescos lugares de Belide e Aldeia. Pouco depois viramos à direita por um caminho de terra que serve os campos de cultivo daqueles lugares. Desde aqui, podemos apreciar uma bucólica paisagem sobre as verdes pastagens da aldeia de montanha de Bico.
À medida que caminhamos, vamos nos embrenhando em antigos campos de cultivo, hoje abandonados, que deram origem às denominadas “bouças” e onde proliferam várias espécies da vegetação autóctone, tais como o carvalho-alvarinho (Quercus robur), a gilbardeira (Ruscus aculeatus), o azevinho (Ilex aquifolium), entre outras de elevado valor.
Uma vez chegados às alminhas da Chã dos Ferros, que constituem elementos de uma tradição religiosa enraizada na superstição local, característica dos povos do Alto Minho, viramos à direita, seguindo pelo caminho em terra que nos conduzirá até ao lugar de “Porto Velho”, onde encontramos uma casa abandonada e um moinho junto da Ribeira de Reiriz.
Passado o lugar de Porto Velho, viramos à direita em direcção à Colónia Agrícola de Chã de Lamas, que resultou do arroteamento de solos florestais para aproveitamento
agrícola na década de 40, durante o período do Estado Novo. Nestas vastas pastagens, podemos observar pequenos montículos que se destacam na paisagem. Estes montículos constituem lugares de enterramento fúnebre denominados por mamoas. Estas, são túmulos de terra que cobrem uma câmara funerária formada por várias lajes – sendo o seu conjunto conhecido por Núcleo Megalítico de Chã de Lamas.
Após a merecida visita, continuamos caminho pela estrada florestal, que permite, durante o seu itinerário, observar pinhais, campos de cultivo e amplas pastagens. Chegados à ribeira, viramos à direita seguindo sempre junto à mesma para podermos observar, com algum detalhe, a flora ripícola. O caminho desemboca na estrada asfaltada, que percorremos para, passados alguns metros, virarmos à direita por um caminho em terra batida que nos conduzirá ao lugar de Senra.
Aqui, podemos visitar a Igreja de Vascões para, pouco depois, voltarmos ao local onde teve início este percurso pelo período megalítico de Terras de Coyra.





Restantes áreas do concelho:

  • P.R. 7 - Aquilino
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Ponto de Partida: igreja paroquial de Romarigães.
Distância Percorrida: 14 Kms
Duração do Percurso: 6 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Este percurso parte da igreja paroquial de Romarigães, junto à famosa Casa Grande. Contornando a igreja, viramos à direita em direcção ao lugar de Boavista, onde podemos admirar um conjunto de moinhos, seguindo caminho até ao aglomerado. Daqui, o trajecto faz-se pelos caminhos de servidão aos campos de cultivo e de pastagem que nos conduzem ao lugar da Breia, em Agualonga. Junto ao cruzeiro, viramos à direita para o lugar de Carvalhido, onde, tomando um caminho pela esquerda, seguimos por entre uma mancha florestal mista de carvalhos e pinheiro-bravo,que nos levará a desembocar na estrada. Aqui, podemos apreciar um moinho, bem como a casa senhorial do Outeiro, em Agualonga. Seguindo em frente, passamos pela igreja paroquial desta freguesia e daí subimos em direcção ao lugar de Trulhe. A este percurso foi dado o nome do célebre escritor português Aquilino Ribeiro, que calcorreou estas “Terras de Coyra” quando residia na antiga casa solarenga do Amparo, em Romarigães e que se tornou famoso com a sua obra prima “A Casa Grande de Romarigães”. Seguindo um caminho em terra que nos conduzirá à Quinta da Moreira, em Rubiães, continuamos em direcção ao lugar de Silverto, para tomar o percurso que nos levará a um conjunto de blocos graníticos, conhecido por Penedo do Macaco. Iniciando a descida e ladeando o monte, chegamos à estrada. Seguimos um caminho que, passado algum tempo, nos levará a entrar numa mancha florestal de elevada beleza e de destacada importância ecológica. Caminhando na via aberta pelo gasoduto, encontramos um cruzamento, onde viramos à esquerda, para seguirmos o caminho que nos levará aos moinhos do Poço das Cabanas, para, posteriormente, sairmos do lugar onde teve início este passeio nos trilhos de Aquilino Ribeiro. "




  • P.R. 8 - Miliários
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Ponto de Partida: igreja de Cossourado.
Distância Percorrida: 11 Kms
Duração do Percurso: 3h30
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo da igreja de Cossourado, tomamos o caminho de calçada à portuguesa que surge à nossa direita e que desemboca numa estrada florestal para, a escassos metros, nos conduzir ao ponto mais alto deste percurso – o Forte da Cidade. Este, constitui paragem obrigatória, quer pelo valor paisagístico, quer pelo indiscutível valor patrimonial arqueológico. Neste ponto cimeiro, encontram-se vestígios de um povoado que testemunha a presença da cultura castreja do Noroeste Peninsular. Voltando para trás, pelo mesmo caminho, viramos à direita, seguindo uma estrada florestal que nos conduzirá até ao lugar de Antas, da freguesia de Rubiães. Aqui, numa pequena ermida, podemos apreciar vestígios da passagem romana – os marcos miliários - que indicavam as milhas romanas da via militar 19, do itinerário de Antonino. Deixando o lugar, vamos continuando caminho até ao rio Coura por uma paisagem bucólica, de singular beleza, onde os campos dão lugar a pequenos bosques de ribeira que marginam o rio. Depois de passarmos a ponte dos Caniços, seguimos pela estrada municipal, para, passados poucos metros, voltamos à esquerda e seguirmos um caminho florestal que nos levará até ao lugar de Casco, da freguesia de Rubiães, e daqui até à igreja românica desta freguesia. Após uma curta paragem para observarmos este belo testemunho da arquitectura medieval, cruzamos a estrada para seguirmos em direcção ao lugar do Crasto, que, por entre campos, nos conduzirá a um conservado elemento arquitectónico de origem romana – a Ponte Romano - Medieval de Rubiães. Seguidamente, viramos à direita em direcção à estrada nacional 201. Voltamos à esquerda e seguimos pela estrada, para, pouco depois, voltarmos a virar à esquerda, passando por várias casas de habitação. Após passarmos por entre os campos de cultivo, damos com um pequeno bosque misto, que atravessamos. Passado pouco tempo, voltamos novamente à estrada nacional 201, para, poucos metros à frente, virarmos à esquerda, seguindo o caminho que nos levará ao escadório da Igreja de Cossourado, precisamente no mesmo lugar onde teve início este passeio pelas remotas origens de Terras de Coyra. "



  • P.R. 9 - Combatentes da Travanca
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Ponto de Partida: ermida da Sr.ª das Abróteas, no lugar de Outeiro, da freguesia de Cunha.
Distância Percorrida: 13,5 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: O Trilho Combatentes da Travanca parte da ermida da Sr.ª das Abróteas, no lugar de Outeiro, da freguesia de Cunha. Tomamos o caminho da ermida esquerda que dá acesso aos camposde cultivo. Passados poucos metros, este desemboca na estrada asfaltada, onde viramos à esquerda para seguirmos um caminho em terra, de acesso às matas e às pastagens de montanha. O trajecto faz-se por entre bosques mistos de carvalhos e pinheiro-bravo que, pouco a pouco, dão lugar a manchas puras de pinheiro-bravo. Após algum tempo, seguimos um corta-fogo que surge à direita e que nos levará até ao ponto mais alto do nosso percurso, o marco geodésico da Travanca, a 701 metros de altitude. Aqui podemos apreciar esplêndidas vistas panorâmicas sobre o Corno de Bico e Vale do Coura. O trilho toma o nome de Combatentes da Travanca, num a alusão aos combates que ai se travaram nos dias 9 e 10 de Agosto de 1662, na Guerra da Restauração. Prova desse momento violento foram as muitas balas encontradas. Depois de uma curta paragem, descemos para visitar os antigos viveiros florestais do Estado Novo, junto à casa florestal de Cerdeira. Aqui podemos observar manchas arborizadas de castanheiros, vidoeiros, pinheiro-silvestre, pinheiro-bravo e cedros de Oregon. Seguimos em direcção ao lugar de Penim, passamos pela povoação e chegamos à estrada municipal 521, onde viramos à direita e avistamos a ermida de Sto. Estêvão. Daqui, continuamos por um caminho que vai por detrás da capela, para alcançarmos o aglomerado populacional de Codeçal, em Cerdeira. Pouco a pouco, vamos deixando para trás os campos de cultivo, para nos embrenharmos novamente em belos e frondosos bosques autóctones. Ao avistarmos as primeiras casas de Roriz, em Infesta, viramos à esquerda para percorrer alguns metros pelo caminho asfaltado até atingir um caminho em terra que nos levará ao fim do percurso pedestre, coincidente com o seu início





  • P.R. 10 - Pastor
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Ponto de Partida: ermida do lugar de Outeiro.
Distância Percorrida: 11 Kms
Duração do Percurso: 3 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo da pequena ermida do lugar de Outeiro, em direcção ao ribeiro das Cruzes. Chegando ao cruzamento, viramos à esquerda pelo caminho de terra, que seguimos. Passados 1200 metros, viramos à direita por um trilho de pastores. Depois de passarmos por várias plantações de pinheiro-bravo, alcançamos a Chã de Cubos e voltamos novamente à esquerda para seguirmos o corta-fogo que nos conduzirá ao marco geodésico de Lagoas. Depois de uma merecida pausa, seguimos um caminho florestal que nos conduzirá por entre esta vasta área de matos atlânticos até entramos no enclave de Reirigo, pertencente à freguesia de Formariz, núcleo rural com uma vasta zona de pastoreio para garranos e gado bovino. Pouco a pouco, acompanhando o Ribeiro das Cruzes, alcançamos o ponto onde teve início este panorâmico percurso.





  • P.R. 11 - Pia dos Quatro Abades
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Ponto de Partida: capela de N.ª Sr.ª da Pena, na freguesia de Mozelos.
Distância Percorrida: 7 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: "Este percurso parte da capela de N.ª Sr.ª da Pena, na freguesia de Mozelos. Iniciamos o percurso por uma estrada em terra, em direcção a um conjunto de blocos arredondados de granito que culminam o monte da Giesteira, que ostenta a pia dos Quatro Abades e um marco geodésico. Pouco depois, atingimos o cume, onde podemos constatar vestígios de uma fortificação Castreja. Prosseguindo, descemos por um caminho que irá desembocar na estrada alcatroada, que cruzamos para seguir o estradão florestal. Mais à frente viramos à direita, por um caminho ladeado por um belo bosquete de carvalhos. Pouco depois, a floresta dá lugar a campos cercados com muros de pedra solta que delimitam áreas de pastagem. Depois de cruzarmos os campos de cultivo, chegamos ao pitoresco lugar de Venade, cujo casario tradicional contrasta com a existência de belos edifícios apalaçados. Desde aqui, seguimos em direcção ao centro da freguesia de Porreiras para visitarmos a sua recuperada Eira Comunitária. Depois de visitada esta bela comunidade rural, continuamos o nosso caminho em direcção àquele sempre vigilante marco geodésico da Giesteira, atravessando uma ampla chã regressamos ao local onde teve início este percurso.




  • P.R. 12 - Chã da Burra
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Ponto de Partida: capela da Quinta da Cruz, no lugar de Arestim.
Distância Percorrida: 9 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: O percurso inicia-se junto à capela da Quinta da Cruz, no lugar de Arestim. Desde aqui, iniciamos uma curta subida em direcção à Chã da Burra, para, seguidamente, virarmos à direita e passarmos pelo casario do pequeno lugar. Abandonando a estrada asfaltada por um caminho que se abre à nossa direita, seguiremos, paralelamente, o rio para montante, contornando a Chã da Burra. A paisagem que nos rodeia é de uma perfeita beleza bucólica. Este trajecto possibilita-nos também contornar o Monte ou Crasto de Bruzendes, antigo castro agrícola. Passado algum tempo, encontramos o pequeno aglomerado de Entre-o-Eido, em Ferreira, para, posteriormente, atravessarmos a estrada nacional 303 e seguirmos em frente,em direcção ao lugar de Madorra. No alto deste monte surgiram vestígios de um posto de vigia. O caminho empedrado dá lugar à terra que, conduzindo-nos por entre pastagens e campos de cultivo, chegamos ao lugar de Linhares de Cima. Deixando para trás este belo lugar, continuamos pelo estradão que surge à nossa direita, que nos encaminhará ao lugar de Pecene, em Cossourado, que atravessamos. Chegados à ermida da Sr.ª do Alívio, seguimos o caminho empedrado por onde passa uma das rotas sinalizadas do Caminho Português de Santiago. Ao chegarmos novamente à estrada nacional 303, viramos à esquerda, passando pelo lugar da Bolência, para seguirmos as marcações amarelas e vermelhas que se destacam na paisagem e que nos conduzem ao lugar onde teve início este percurso.




  • P.R. 13 - Vale Escuro
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Ponto de Partida: Igreja Velha de Parada.
Distância Percorrida: 7 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo do cruzamento do lugar de Cenoi, aproveitamos para fazer uma visita à Igreja Velha de Parada. Seguidamente, viramos à direita para, logo depois, a escassos metros, viramos à esquerda, seguindo, por cerca de trezentos metros, a estrada que nos conduzirá ao lugar da Cova do Lobo. Neste lugar, tomamos um caminho em terra que se abre à sombra dos carvalhos até desembocar na estrada florestal, que nos conduzirá à ermida de S. Tiago, partilhada pelas freguesias de Parada e Padornelo e que se ergue no cimo do mesmo monte. Após uma curta e merecida paragem, retomamos o percurso e, pouco a pouco, vamo-nos embrenhando num pequeno bosque de carvalhos onde podemos constatar e observar a elevada e rica biodiversidade deste itinerário. Chegados a um cruzamento, dobramos à esquerda para, seguidamente, passarmos por um refrescante riacho e continuarmos caminho até desembocarmos numa estrada florestal, onde viramos à direita. Depois de percorrermos cerca de um quilómetro, viramos à esquerda para atingirmos o ponto mais alto do percurso - o marco geodésico do Vale Escuro – a 767 metros de altitude. Deste ponto, podemos observar os pequenos bosques de folhosas autóctones que vão compartimentando os campos de cultivo e as áreas de pastagem, criando um atractivo mosaico rural. Seguindo o caminho, passamos por vários pinhais jovens e, a cerca de um quilómetro e meio do marco geodésico, viramos à direita por um caminho em terra. Gradualmente, à medida que vamos caminhando, avistamos áreas descampadas destinadas a pastagens, onde hoje, longe do olhar do lobo, apascentam o gado bovino de raça barrosã, conhecido aqui por “pisco”. Continuamos por debaixo das belas copas dos carvalhos. O fumo que se eleva dos telhados, bem como o avistar das primeiras casas, indicam-nos que estamos a aproximar-nos da povoação. O caminho desemboca na estrada municipal asfaltada e, passados cerca de quinhentos metros, alcançamos o lugar onde teve início este belo trilho pelo Vale Escuro.


  • P.R. 14 - Lages Altas
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Ponto de Partida: Nª Sr.ª de Irijó, em Formariz.
Distância Percorrida: 5,5 Km
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro:
Este percurso parte da ermida de Nª Sr.ª de Irijó, em Formariz. Daqui seguimos pelo caminho terreo que surge à direita, contornando a Cumieira em sentido descendente. Chegando à nascente, conhecida por Poça do Vale, viramos à esquerda, seguindo a estrada florestal para, a escassos metros, virarmos à direita, seguindo em direcção ao Ribeiro das Poldras, onde visitaremos um idílico sítio conhecido por Lajes d’Água d’Alto. Aqui, o ribeiro, na época das chuvas, precipita-se num profundo poço, formando uma espectacular cascata por entre a abrupta penedia.
Cruzamos o ribeiro e continuamos em frente para, passados cerca de 500 metros, desembocarmos na estrada nacional 301. Depois de passarmos a ponte, a poucos metros, viramos à direita para seguir por um caminho paralelo à estrada. Novamente na estrada nacional, seguimos pelo caminho da esquerda para, virarmos à direita por um caminho de servidão que permite o acesso aos campos de cultivo e às pastagens.
O caminho leva-nos por entre eucaliptais até à Cumieira para depois, em sentido descendente, regressarmos à ermida que nos viu partir para este pequeno passeio pelo Trilho das Lages Altas.




  • P.R. 15 - Garças
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Ponto de Partida: igreja de Formariz.
Distância Percorrida: 12 Kms
Duração do Percurso: 4h30
Grau de Dificuldade: fácil/moderado.
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partimos do lugar de Burgo. Contornando por detrás a igreja paroquial da freguesia, seguimos um carreteiro por entre campos de cultivo e de vinhedos que nos conduzirá a uma pequena ermida situada no lugar de Outeiro. Passados poucos metros, o caminho que seguimos desemboca na estrada nacional 303, que cruzamos para seguirmos para o lugar da Boavista. Daqui, seguimos um caminho que nos conduzirá ao lugar de Penices, onde o Rio Coura desaparece, continuando o seu leito por debaixo de pedras durante um itinerário de 200 metros.Continuando caminho, subimos até à Cumieira para, seguidamente, descermos ao lugar de Sequeirô. Logo depois, cruzamos a estrada nacional 303 e, passados cerca de 400 metros, desembocamos na Praia Fluvial do Taboão. Atravessamos o Rio Coura e seguimos pela margem direita em direcção ao lugar de Afe, onde tomamos um caminho em terra que, pouco a pouco, nos leva a subir até ao lugar de Pantanhas. Daqui, seguimos uma estrada florestal que nos conduzirá ao lugar de Burgo e, passado pouco tempo, estaremos no local onde teve início este percurso.



  • P.R. 16 - Boulhosa
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Ponto de Partida: igreja de Insalde.
Distância Percorrida: 10 Kms
Duração do Percurso: 2 horas
Grau de Dificuldade: fácil
Tipo de Percurso: Percurso circular
Roteiro: Partindo da igreja da pitoresca freguesia de montanha de Insalde, seguimos à direita pela estrada asfaltada, por entre o casario do lugar de Cidade – topónimo que deriva de “cividade”, o que estará aliado à antiguidade do povoamento. Depois de passarmos pelo lugar, dobramos à esquerda, seguindo um caminho em terra, que nos conduzirá a uma zona descampada que serve de pastagem a bovinos e ovinos. Chegados à estrada florestal, viramos à direita e seguimos durante cerca de 1500 metros até darmos com as edificações da Cooperativa Agrícola da Boulhosa, de onde saía a famosa e apreciada batata conhecida pelo nome da própria Serra. Pouco depois, desembocamos num cruzamento, para virarmos à direita e seguirmos pela estrada alcatroada, em sentido descendente por cerca de 800 metros. Seguidamente, entramos num caminho que se abre à nossa direita por entre um bosque de carvalhos. Pouco a pouco, o denso bosque vai-se tornando menos denso, dando lugar às áreas de mato constituídas por tojais, urzais e giestais, onde abunda uma considerável diversidade de aves. Conforme nos aproximamos da aldeia de Insalde, as áreas de mato são substituídas por zonas de pastagem e por campos de cultivo. Ao alcançarmos as alminhas que surgem junto ao caminho, seguimos pela direita, no caminho empedrado, que nos conduzirá ao lugar do Souto da Torre. Deste lugar, seguimos em frente pela estrada asfaltada para, a escassos metros, virarmos à direita. Tomamos um caminho empedrado que passa por uma ermida, em estado de abandono. Passado algum tempo, chegamos ao lugar onde teve início este passeio, nesta comunidade de montanha incrustada na vertente meridional da Serra da Boulhosa.




  • GR17 Travessia do Alto Coura
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Extensão: 45 km
Tipo de Percurso: Circular
Local de partida/chegada: Porreiras
Nível de dificuldade: fácil
Duração: cerca de 2 dias

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2 comentários:

José disse...

Los números de los PR no coinciden con los actuales. Por ejemplo el PR11 Miliarios, es ahora el PR08 según se ven en las marcas del sendero y así con otras. También están modificados estos números en el mapa de percursos de Paredes de Coura.

Atentamente,
José Trigo
www.sendereando.es

fernando_vilarinho disse...

Olá José!
Obrigada pela informação. Já corrigi.

Eetive a ver o vosso site que não conhecia. Gostei muito e o vosso grupo parece excelente e com muita experiência em senderos/andainas.
Votos de Boas caminhadas,
fernando